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Balanço

Lucro do Banco do Brasil sobe para R$ 4,247 bilhões no 1º trimestre e supera expectativa

Resultado no primeiro trimestre do BB aumenta 40,3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, mas crédito segue em marcha lenta

Fachada do edifício sede do Banco do Brasil (BBAS3), em Brasília.
Fachada do edifício sede do Banco do Brasil (BBAS3), em Brasília - Imagem: Fernando Bizerra/Agência Senado

No primeiro resultado sob o comando de Rubem Novaes, o Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 4,247 bilhões no primeiro trimestre, o que representa um aumento de 40,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

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O resultado do BB ficou acima das projeções dos analistas, que apontavam para um lucro de R$ 3,884 bilhões, de acordo com a Bloomberg.

A rentabilidade do Banco do Brasil se mantém na trajetória de recuperação e atingiu 16,8%, um salto de 4,2 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Embora ainda esteja distante dos três principais concorrentes privados, todos com retorno acima dos 20%, o BB diminuiu a diferença.

Marcha lenta no crédito

Apesar da alta no lucro, o Banco do Brasil segue devagar no crédito. O saldo de financiamentos do BB encerrou março em R$ 684,2 bilhões, uma alta de apenas 0,9% em 12 meses e uma redução de 1,9% no trimestre.

O resultado ficou abaixo da projeção do BB para este ano, que espera um avanço de 3% a 6% no crédito.

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O desempenho mais fraco ocorreu principalmente nas operações com empresas, que recuaram 3,7% em relação a março do ano passado. Já nas linhas para pessoas físicas, a carteira de crédito do BB avançou  8,9% em 12 meses.

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Apesar do ritmo mais lento do crédito, a margem financeira do Banco do Brasil, que contabiliza a receita com os financiamentos menos os custos de captação, aumentou 6,3% no primeiro trimestre, para R$ 12,711 bilhões.

Queda na inadimplência

A forte redução de 26,3% nas despesas de provisão para calotes, que somaram R$ 3,1 bilhões, também contribuiu para a melhora do lucro do BB nos três primeiros meses deste ano.

O índice de inadimplência acima de 90 dias na carteira do banco encerrou março em 2,59%, praticamente estável no trimestre e uma redução de 1,04 ponto percentual em 12 meses.

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Tarifas e despesas

As receitas com a prestação de serviços e cobrança de tarifas do Banco do Brasil subiram 3,8% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, para R$ 6,795 bilhões.

Apesar da alta, o resultado está abaixo das estimativas do banco para este ano, que apontam para um avanço entre 5% e 8% nas receitas com tarifas.

Por outro lado, o Banco do Brasil fez um bom trabalho das despesas administrativas, que aumentaram apenas 1,7% nos três primeiros meses do ano, abaixo da meta que varia de 2% a 5%.

Dinheiro para o acionista

Além do resultado, o Banco do Brasil anunciou que pagará juros sobre capital próprio aos acionistas de R$ 1,156 bilhão. O valor equivale a aproximadamente R$ 0,414 por ação ordinária (ON) do BB. O pagamento será feito em 31 de maio para quem tiver ações do banco no dia 21 deste mês.

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Os bilhões dos outros bancos

O BB encerra a temporada dos balanços dos bancões no primeiro trimestre. Juntos, os quatro maiores bancos com capital aberto tiveram lucro líquido de R$ 20,847 bilhões, um crescimento de 19,8% na comparação com o período de janeiro a março de 2018.

O primeiro a divulgar o balanço foi o Bradesco, que teve lucro de R$ 6,238 bilhões, com alta de 22,3%. O Santander veio na sequência, com um resultado de R$ 3,485 bilhões, um avanço de 21,9% em relação aos três primeiros meses do ano passado. O Itaú Unibanco, maior entre os bancos privados, teve lucro de R$ 6,877 bilhões (alta de 7,1%).

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