O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Rentabilidade do BB no critério mercado (RSPL) foi a 17,6% no segundo trimestre contra 16,8% nos três meses anteriores e 13,2% um ano antes
Depois de duas semanas movimentadas no setor bancário, com a divulgação dos resultados de Itaú, Bradesco e Santander, o Banco do Brasil fecha a temporada de balanços dos bancões nesta quinta-feira, 9. E em grande estilo.
O BB informou que teve lucro líquido ajustado de R$ 4,432 bilhões no período, cifra 36,8% maior em comparação com o segundo trimestre de 2018 - resultado um pouco acima do projetado por analistas ouvidos pela Bloomberg, de R$ 4,262 bilhões.
Segundo a companhia, a cifra foi influenciada pelo crescimento do crédito para pessoas físicas e micro, pequenas e médias empresas. As ações da instituição (BBAS3) na bolsa subiam 1,14% por volta das 11h30 desta quinta-feira, a R$ 49.
O banco também atribuiu o bom resultado a especialização do atendimento somado ao avanço da estratégia digital, com impactos positivos no desempenho das rendas de tarifas, bem como no controle das despesas e na satisfação dos clientes", explica o banco, em comunicado à imprensa.
A carteira de crédito ampliada do BB era de R$ 686,564 bilhões ao fim de junho, 0,2% superior em relação a março. Em um ano, os empréstimos se reduziram em 0,4%.
O destaque no segundo trimestre foram as operações às pessoas físicas, cujo saldo da carteira de crédito aumentou 2,1% no fim de junho ante março e 7,6% em um ano. Já os empréstimos para empresas encolheram 1,5% e 7,8%, respectivamente, o que fez o banco revisar suas projeções para crédito em 2019.
Leia Também
O BB fechou junho com R$ 1,541 trilhão em ativos totais, montante 6,3% maior em um ano. Na comparação com o fim de março cresceu 1,6%. O patrimônio líquido do BB era de R$ 101,930 bilhões no segundo trimestre deste ano, 0,7% inferior em um ano. Na comparação trimestral diminuiu 3%.
A rentabilidade do BB no critério mercado (RSPL) foi a 17,6% no segundo trimestre contra 16,8% nos três meses anteriores e 13,2% um ano antes.
O índice de inadimplência do Banco do Brasil, considerando atrasos acima de 90 dias, apresentou piora pelo segundo trimestre consecutivo, desta vez, de forma mais intensa. O indicador passou de 2,58% em março para 3,25% em junho, impactado, conforme a instituição, por um caso específico na carteira de pessoa jurídica.
O Banco do Brasil é um dos principais expostos à Odebrecht, que entrou com pedido de recuperação judicial, em junho. Sua exposição é de R$ 4,750 bilhões, sendo parte garantida por ações da Braskem.
Somente em relação à Atvos, braço de açúcar e álcool da Odebrecht e que também entrou com pedido de recuperação judicial, em maio, o BB tem exposição de R$ 3,4 bilhões.
Excluindo o caso específico, a inadimplência de 90 dias do BB teria sido de 2,61% no segundo trimestre, ainda assim, maior que a do primeiro, de 2,58%, mas em menor escala.
A inadimplência de curto prazo do BB, que compreende atrasos entre 15 e 60 dias, também piorou, passando de 4,61% em março para 5,33% em junho, impactada pelo caso específico. Sem ele o indicador seria de 4,62%.
As despesas com provisões para devedores duvidosos, chamadas de PCLD pelo banco, totalizaram R$ 5,055 bilhões de abril a junho, aumento de 4,2% em relação aos três meses anteriores. Em um ano, porém, encolheram 1,5%.
O saldo de provisões do banco alcançou R$ 35,547 bilhões no segundo trimestre, elevação de 2,30% em relação ao primeiro e 1,04% maior em um ano.
Pressionado pela carteira de pessoa jurídica, que custa a retomar um ritmo maior de crescimento, o Banco do Brasil revisou para baixo a projeção para sua carteira de crédito em 2019. A instituição espera que o saldo de empréstimos caia até 2% e, na melhor das hipóteses, suba 1% neste ano frente ao exercício passado.
Antes, o BB projetava alta de 3,0% a 6,0%. No primeiro semestre, a carteira de crédito do banco cresceu 1,1%, abaixo do intervalo até então previsto.
Para a pessoa jurídica, o BB mudou sobremaneira seu guidance e passou a prever queda de 13,0% a 11,0% neste ano. O intervalo anterior indicava de estabilidade a alta de 3,0%. De acordo com o banco, o desempenho foi impactado pela liquidação de operações concentradas no segmento de grandes empresas.
Apesar do resultado aquém do lado corporativo, o banco revisou para cima a projeção para o crescimento dos empréstimos junto às pessoas físicas. O BB espera que o segmento entregue expansão de 8,0% a 11,0% contra faixa de alta que ia de 7,0% a 10,0%. Na primeira metade do ano, o crédito às pessoas físicas teve evolução de 9,7%, centro do novo intervalo divulgado pela instituição.
O BB manteve as demais expectativas. O banco espera que o seu lucro líquido ajustado alcance de R$ 14,5 bilhões a R$ 17,5 bilhões este ano. De janeiro a junho, a cifra alcançou R$ 8,7 bilhões, possibilitando que o banco fique, ao menos, do centro para a ponta alta de suas projeções.
A carteira de crédito rural deve crescer de 3,0% a 6,0%. No primeiro semestre, avançou 2,4%.
Para a margem financeira bruta, a instituição trabalha com perspectiva de incremento de 3,0% a 7,0%. No primeiro semestre essa linha cresceu 4,5%.
Já as receitas com rendas de serviços e tarifas bancárias devem apresentar aumento de 5,0% a 8,0% neste ano. De janeiro a junho esses ganhos cresceram 6,7%.
As despesas com provisões para devedores duvidosos, chamadas de PCLD pelo banco, devem totalizar entre R$ 14,5 bilhões a R$ 11,5 bilhões. No primeiro semestre esses gastos foram da ordem de R$ 6,7 bilhões.
Já as despesas administrativas do BB devem ter alta de 2,0% a 5,0% em 2019 frente ao ano passado. No primeiro semestre, o banco superou seu guidance ao entregar aumento de apenas 0,3% em seus gastos. O resultado foi influenciado, conforme explica o BB em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, pelo "rígido controle de despesas".
*Com Estadão Conteúdo
Sem acordo entre EUA e Irã, Brent pode seguir firme; com diplomacia, banco projeta queda e reação da Opep+
Pode ser que você conheça alguém que é milionário e nem percebeu por causa dos hábitos dessas pessoas
Com declaração pré-preenchida ou sem, o indicado é reunir todos os documentos e revisar as informações antes de submetê-las ao Fisco
Linha subsidiada pelo Tesouro busca dar fôlego ao agronegócio e reduzir risco de retração na produção
Não tem o menor problema conversar com uma planta. Isso só é um problema se você ouvir uma resposta, diria um psiquiatra. Mas não se você estiver no Jardim Botânico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Pode até parecer mentira, mas visitantes do jardim podem conversar com o total de 20 plantas e, o mais […]
A tormenta do Banco do Brasil, a fatura da crise do Banco Master e o Pé-de-Meia foram destaque no Seu Dinheiro; veja as matérias mais lidas dos últimos dias
A Receita Federal mantém uma fiscalização forte sobre as operações de crédito, que obriga as instituições financeiras a reportarem movimentações que ultrapassem R$ 2 mil mensais
Enquanto a Quina e a Mega-Sena acumularam, a Lotofácil fez três vencedores ontem. Confira os números sorteados nas principais loterias da Caixa Econômica Federal
Segundo Alexandre de Moraes, o Supremo decidiu, em 2019, que guardas municipais não têm direito à aposentadoria especial por atividade de risco, e vigilantes não poderiam ter mais benefícios
Exército se prepara para a possibilidade de operações prolongadas caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o Irã
Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição
O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil
Uma alteração momentânea no ano passado fez a cidade se tornar a primeira capital cerimonial do país no século XXI
O Instituto Federal do Ceará (IFCE) divulgou dois editais de concurso público voltados a professores e técnicos administrativos
Dados do FGV IBRE revelam a maior insatisfação dos trabalhadores brasileiros
As loterias da Caixa costumam parar somente aos domingos e nos feriados nacionais. Elas terão calendário alterado durante o Carnaval. Confira a seguir.
Lotofácil foi a única loteria a fazer novos milionários na rodada de quinta-feira. Ganhador recorreu à chamada “teimosinha”.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar