🔴 OPÇÕES NA BOLSA: GANHOS ALTOS PODEM ACONTECER NO CURTÍSSIMO PRAZO – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

equilibrando as contas

Dona de Aeroporto de Guarulhos se prepara para disputar novos leilões

Principal estratégia Invepar é vender ativos para conseguir pagar a dívida de R$ 1 bilhão com o fundo Mubadala. Posteriormente, o grupo também pode captar dinheiro no mercado

Imagem: shutterstock

Enquanto os acionistas decidem o que fazer com suas participações, a Invepar - dona do Aeroporto de Guarulhos - tenta arrumar a casa para disputar a nova leva de concessões que vem pela frente. A principal estratégia, segundo fontes ligadas à empresa, é vender ativos para conseguir pagar a dívida de R$ 1 bilhão com o fundo Mubadala. Posteriormente, o grupo também pode captar dinheiro no mercado para reforçar o caixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além do Aeroporto de Guarulhos, a Invepar detém a concessão de oito rodovias e do Metrô do Rio. A empresa tem como acionistas os fundos de pensão Previ (do Banco do Brasil), Petros (Petrobrás) e Funcef (Caixa), que detêm 75% da companhia. Os demais 25% estão nas mãos do fundo Yosemite, do FI-FGTS e de investidores estrangeiros que ficaram com as ações da construtora OAS na empresa como pagamento de dívida.

A crise da Invepar começou com o envolvimento da OAS na Operação Lava Jato, o que limitou a entrada de recursos na empresa. Até 2014, o grupo vivia em trajetória ascendente e estava prestes, inclusive, a abrir capital. Mas os planos foram paralisados com o escândalo e, em seguida, pela crise econômica que derrubou demanda de passageiros e de veículos nas estradas. Para se ter uma ideia, a movimentação da Via-040 - concessão rodoviária que a empresa pediu para devolver ao governo federal - é menor que em 2010. Além da queda nas receitas, a dívida da companhia subiu no período e alcançou quase R$ 2 bilhões.

[captacao]

O desequilíbrio dessa equação exigiu aportes dos acionistas para pagar os juros da dívida e para investir nas concessões. Recentemente, Previ e Funcef colocaram R$ 680 milhões na Invepar para pagar parte da dívida do Mubadala e para as concessionárias cumprirem suas obrigações ao longo de dois anos. Esse valor entrou como empréstimo no balanço da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Venda

Mas a quantia não é suficiente para equilibrar as contas. O grupo teve de por à venda a Concessionária Auto Raposo Tavares (Cart), que administra 834 km entre Bauru e Presidente Epitácio, em São Paulo. A expectativa é que o processo de venda dessa rodovia esteja concluído até março. Com o dinheiro arrecadado, a empresa deve pagar a dívida com o Mubadala - vencida em dezembro e prorrogada até abril de 2021. Se for necessário, outro ativo menor poderá ser oferecido ao mercado para equacionar o nível de endividamento.

Leia Também

O QUE PESOU NO 3T26?

A conta chegou para a WEG (WEGE3): custos e tarifas dos EUA pressionam margens; veja o que diz a empresa

ALTA DE 22% EM DÓLAR

Petrobras (PETR4) supera gigantes globais e emplaca a maior valorização do setor em outubro. Além do petróleo, o que está por trás?

O dinheiro novo para expandir os negócios poderá vir de uma captação feita por meio das concessionárias da Invepar. Também poderia vir pela entrada de um novo investidor na empresa, mas essa é uma decisão que depende dos acionistas. Desde o início da crise, alguns investidores, como Brookfield e o Mubadala, fizeram proposta para comprar a empresa, mas sem sucesso. O mais recente foi o fundo IG4 Capital, que contratou o Bradesco BBI para assessorar a operação. Fontes afirmaram que o IG4 está liderando um grupo de investidores estrangeiros para fazer uma injeção de R$ 1,7 bilhão no grupo.

Para o diretor da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, Marcelo Schwarz, a estrutura de capital da Invepar não é sustentável no longo prazo e precisa ser equacionada. Na avaliação dele, há uma série de oportunidades de concessões pela frente, mas antes de pensar em novos leilões é preciso colocar a casa em ordem. Além disso, as concessionárias terão de pagar dividendos para que a holding consiga honrar suas dívidas. “A questão é que o mercado de infraestrutura depende muito da atividade econômica (que ainda está fraca).”

Até o ano que vem, o governo deverá licitar 22 aeroportos e algumas rodovias, afirma Renato Sucupira, presidente da consultoria BF Capital. Estados também têm licitações na praça. “É preciso saber se a empresa terá condições de participar”, diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
B3, bolsa de valores, ações, mercados. 21 de outubro de 2026 - 16:23
weg wege3 ações balanço 21 de outubro de 2026 - 14:19
Fachada da sede da Bradsaúde (SAUD3), na Avenida Paulista, em São Paulo. 21 de outubro de 2026 - 11:13
Fachada da unidade Vamos Seminovos, com estrutura moderna em vermelho e cinza, dedicada à venda de caminhões e máquinas usadas do Grupo Vamos, sob céu azul e dia ensolarado. 20 de outubro de 2026 - 18:45
Fachada do Banco Inter. 20 de outubro de 2026 - 16:25
Imagem feita por IA traz um gráfico de ações da bolsa, com uma seta verde apontando para cima. Moedas no canto inferior esquerdo e uma pilha de papéis no canto inferior direito. 16 de outubro de 2026 - 19:51
Gráfico azul. com fundo preto e o logo da Eneva ao lado esquerdo 16 de outubro de 2026 - 11:09
Prédio do Banco Central. 16 de outubro de 2026 - 9:26
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar