🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

BTG inicia cobertura da C&A com recomendação de compra e otimismo para os papéis

Desde o IPO realizado em 28 de outubro, quando as ações foram vendidas no piso da faixa pretendida, os papéis tiveram uma valorização de 0,11%, mas o BTG vê espaço para mais

Jasmine Olga
Jasmine Olga
3 de dezembro de 2019
11:44 - atualizado às 9:33
Loja da C&A
Loja da C&A - Imagem: Divulgação

Em relatório divulgado nesta terça-feira (03), o BTG informou o início da cobertura da varejista C&A (CEAB3), que estreou na bolsa no dia 28 de outubro. E a primeira análise do banco é extremamente positiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da recomendação de compra, o banco também traz um preço-alvo de R$ 23 para os próximos 12 meses. Um espaço de valorização de cerca 34% com base na cotação de ontem, que era de R$ 17,15.

No IPO feito em outubro, a C&A captou R$ 1,6 bilhão dos investidores. Na época, a varejista vendeu as suas ações no preço mínimo da faixa indicativa (que variava de R$ 16,50 a R$ 20). E, desde a sua estreia na bolsa, as ações, no geral, não saíram do 0 a 0 e tiveram uma valorização de 0,11%.

Vale lembrar que o BTG Pactual foi um coordenadores da oferta da varejista, então não chega a ser uma surpresa que os analistas iniciem sua cobertura de forma positiva.

Questão de estratégia

De origem holandesa, a companhia chegou ao Brasil em 1976, foi uma das pioneiras no setor de fast-fashion e obteve muito sucesso sabendo se ajustar ao cenário brasileiro onde muitas empresas estrangeiras acabam encontrando entraves burocráticos e regulatórios não tão comuns fora do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A C&A é uma das exceções na lista de estrangeiras que se deram bem em terras tupiniquins. Com 283 unidades no país e três centros de distribuição, a C&A é a segunda maior loja de departamentos do Brasil e possui 5% do total do mercado, quase empatada com a Riachuelo.

Leia Também

Mas, nos últimos anos, principalmente motivada pelos problemas econômicos do país a partir de 2015, a sua controladora, Cofra, decidiu focar em atrair uma maior lucratividade. Assim, a companhia desacelerou o seu processo de abertura de novas lojas e procurou renovar a experiência do consumidor e expandir a sua presença on-line. Tudo isso liderado por um time de diretores experientes e que se provou ser um sucesso.

Nesse período, 11 lojas foram fechadas, e a empresa aumentou a sua margem de contribuição e receita de suas lojas. Agora, neste cenário pós-otimização, o foco é outro.

"A companhia quer voltar (e acelerar) sua expansão de novas lojas enquanto investe na implementação do modelo Push&Pull e apresenta um crescimento de suas vendas no e-commerce", cita o relatório assinado por Luiz Guanais e Gabriel Savi. Atualmente, as vendas on-line representam 2% do total da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os analistas do BTG lembram que, embora o cenário do e-commerce brasileiro seja dominado por B2W e Maganize Luiza, ainda há muito espaço para companhias de nicho como a C&A.

Já o modelo Push&Pull proposto pela empresa não é uma tarefa fácil de ser concluída. Neste modelo, a companhia busca implementar com menor tempo para design, produção e distribuição.

Os designs modernos a preços acessíveis são uma combinação potente, já que evitariam possíveis remarcações e manteriam os estoques cheios. Se bem sucedido, o plano pode aumentar a margem bruta da companhia e acelerar o seu crescimento orgânico perante o resto do mercado.

Seguindo os líderes

O plano da C&A é investir cerca de R$ 300 milhões até 2024 e implementar sua base de tecnologia on-line e offline. Mas para que tudo isso ocorra, é preciso um DNA inovador, coisa que a companhia já se provou capaz de oferecer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O relatório destaca alguns projetos da companhia de construir uma plataforma multicanais para impulsionar a experiência, com canais simplificados para compras, integração com lojas físicas e programas de fidelidade.

O BTG vê oportunidades reais para que a companhia se aproxime de outros players líderes do setor ao focar em seu projeto de expansão. A C&A espera abrir 165 novas lojas até 2025: 11 ainda em 2019 e outras 115 outras unidades já mapeadas pela companhia.

"Sim, ainda é preciso se aproximar dos concorrentes, e existem alguns riscos de execução que não podem ser ignorados, mas na avaliação atual, onde os papéis são negociados com grande desconto frente aos concorrentes, a companhia oferece uma vantagem atraente aos investidores", concluem os analistas.

De olho nos números

Embora a visão do BTG seja positiva para a companhia, o primeiro balanço pós-abertura de capital não agradou muito os investidores. Após a divulgação, as ações chegaram a cair 10,71% e ficaram cotadas na faixa dos R$ 15.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos pontos que chamaram a atenção foi a queda de 40,5% no lucro líquido do terceiro trimestre ante o mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 19,1 milhões. Se excluído o efeito da norma IFRS16 e equalizada a taxa efetiva de imposto de renda, a queda no lucro líquido no terceiro trimestre teria sido de 2,7%.

A companhia também sofreu uma queda da eficiência, com a diminuição de 1,1 ponto percentual na margem líquida. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado também teve contração de 3,8% e terminou o trimestre em R$ 116,7 milhões.

A receita líquida da companhia teve um crescimento de 2,6% no período e fechou o trimestre em R$ 1,252 bilhão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar