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2018-10-25T07:47:50-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
Mercado de capitais

Ação da Stone sai acima do teto na oferta em Nova York

Empresa brasileira de maquininhas de cartão capta pelo menos US$ 1,2 bilhão. Preço por ação foi definido em US$ 24, acima da faixa que variava de US$ 21 a 23

25 de outubro de 2018
7:47
maquininha-balcao-stone
Maquininha de cartões da Stone -

A empresa brasileira de meios de pagamento Stone captou pelo menos US$ 1,2 bilhão em sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na bolsa americana Nasdaq.

Em um sinal da alta demanda dos investidores, o preço por ação foi definido em US$ 24, acima da faixa definida pelos bancos que coordenam a oferta, que variava de US$ 21 a 23.

A oferta da Stone atraiu investidores de alto calibre. O bilionário americano Warren Buffett anunciou a intenção de aplicar até US$ 325 milhões na companhia, o equivalente a 14,166 milhões de ações.

Na reta final da operação, foi a vez da chinesa Ant Financial demonstrar interesse em investir US$ 100 milhões na empresa brasileira.

Mais que do valor do investimento em si, o que os investidores querem saber é até que ponto vai o interesse da companhia criada por Jack Ma, do site de comércio eletrônico Alibaba. Afinal, a Ant é a dona do Alipay, maior sistema de pagamentos online do mundo, com mais de 500 milhões de usuários.

Vazamento de dados

Mas não foi de boas notícias que viveu a Stone durante o IPO. A empresa sofreu um vazamento de parte de parte do código-fonte do software usado nas plataformas e foi chantageada pelo autor do crime.

O vazamento teria ocorrido depois que empresa hospedou parte do código em um sistema de terceiros e que não houve nenhum acesso aos sistemas internos da companhia.

Ainda segundo a Stone, os dados revelados não são considerados materialmente sensíveis e que as autoridades brasileiras foram informadas da ocorrência.

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