Menu
2019-04-04T14:43:28-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
Números desanimadores

Oi registra prejuízo de R$ 1,336 bilhão no 3º trimestre

Empresa está em recuperação judicial e registrou prejuízo 70 vezes maior na comparação ao mesmo período do ano passado

14 de novembro de 2018
9:14 - atualizado às 14:43
Loja da Oi
Loja da Oi em São Paulo - Imagem: Werther Santana/Estadão Conteúdo

A Oi divulgou seus resultados para o 3º trimestre nesta quarta-feira, 14, e eles não foram muito animadores. A companhia, que está em recuperação judicial, registrou um prejuízo líquido de R$ 1,336 bilhão, 70 vezes maior àquela registrada no mesmo período de 2017. de R$ 19 milhões.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) de rotina atingiu R$ 1,459 bilhão, queda de 9,1% na comparação anual. A margem do Ebitda de rotina encolheu 0,3%, para 26,6%.

A receita líquida foi a R$ 5,481 bilhões no terceiro trimestre, baixa de 8,1%.

A maior parte do salto no prejuízo da Oi está relacionada à oscilação cambial. A operadora apresentou um resultado financeiro líquido consolidado negativo de R$ 1,455 bilhão no terceiro trimestre de 2018, ante um resultado positivo de R$ 17 milhões no mesmo período de 2017.

Na contramão do prejuízo, investimentos sobem

Um destaque positivo do balanço trimestral da Oi foram os investimentos. Ao somarem R$ 1,526 bilhão no terceiro trimestre de 2018, eles consolidaram um crescimento de 13,4% em relação ao mesmo período de 2017. No acumulado de janeiro a setembro de 2018, os investimentos somaram R$ 4,021 bilhões, expansão de 4,5% em relação aos mesmos meses do ano passado.

Segundo informações da empresa, o avanço reflete o início da aceleração de investimentos previsto no plano de recuperação judicial da companhia, aprovado em assembleia de credores.

"Novo ciclo de investimentos visa a proteger a base de clientes, melhorar a qualidade de serviços e aumentar a participação de mercado capturando oportunidades de crescimento".

Para isso, a companhia afirmou que irá focar o investimento no acesso fixo e móvel, aumentando a oferta de banda larga de alta velocidade e cobertura móvel 4G e 4,5G nos clusters e cidades que foram priorizadas conforme o plano.

*Com Estadão Conteúdo

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

App da Pi

Aplique de forma simples, transparente e segura

Benefício com garantia

Paulo Guedes reeditará BEm somente após a aprovação do Orçamento ou da PEC “fura-teto”

“O ministro disse ‘ou um, ou outro, o que sair primeiro a gente faz o BEm'”, afirmou Paulo Solmucci, presidente da Abrasel

PPI

Decreto de Bolsonaro inclui Correios no Programa Nacional de Desestatização

A privatização dos Correios ainda depende da aprovação de um projeto de lei de autoria do Executivo que permite à iniciativa privada prestar serviços

Exile on Wall Street

Bitcoins, IPOs, reestruturações e M&As: coisas para comprar ainda nesta semana

De onde você menos espera é que não vem nada mesmo. É notável a regularidade da incompetência. Ela não surpreende. Está sempre por aí.  Lembro com frequência da famosa frase, já meio clichê, você tem razão, do Kennedy: não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por […]

decolagem interrompida

Apertem os cintos: recuperação da Gol será mais turbulenta que o esperado

Companhia reduz projeções para receita no primeiro trimestre, dizendo que retomada dependerá de ritmo da vacinação

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies