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O clima não está bom pelo mundo; por aqui, saem balanços de Ambev, Pão de Açúcar, Suzano e Renner
Bom dia, investidor! Com a falta de grandes novidades na corrida eleitoral, é a grande aversão a risco no exterior que vem dando tom aos mercados locais, e ontem não foi diferente.
O Ibovespa fechou com um tombo de 2,62%, aos 83.063 pontos, arrastado pelo mau desempenho das bolsas americanas, que chegaram a zerar seus ganhos do ano. O dólar voltou a subir para R$ 3,73, com os investidores em busca de segurança.
Mas por que a coisa está tão feia lá fora? Bem, para começar, não faltam motivos para deixar os investidores inseguros: guerra comercial entre EUA e China; tensão geopolítica entre EUA e Arábia Saudita; crise fiscal na Itália, que insiste em um orçamento deficitário para 2019, mesmo com a União Europeia torcendo o nariz; e dificuldades de fechar o acordo do Brexit.
O pano de fundo de tudo isso é que os Estados Unidos continuam apresentando um crescimento robusto, ao mesmo tempo que o resto do mundo tem perspectivas de não crescer tanto assim neste ano.
Há ainda o temor de que o Fed, o banco central americano, precise subir os juros ainda mais rápido que o previsto para conter as pressões inflacionárias.
Essa combinação de fatores tira a atratividade do investimento em ativos de risco, como as ações, e leva os investidores para os ativos mais seguros, como os títulos do Tesouro americano. Com o dinheiro migrando todo para lá, o desempenho econômico do mundo fica ainda mais prejudicado.
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Ontem, para completar, foram enviados pacotes suspeitos para a sede da CNN em NY e para as casas dos Clinton e de Barack Obama, em NY e Washington respectivamente, no que foi considerado um ato terrorista. Algum tempo depois, foi informado que os pacotes continham bombas.
Os atos acontecem a duas semanas das eleições de meio de mandato, para a renovação de um terço do Senado e de toda a Câmara, colocando Trump numa situação desfavorável frente aos adversários.
Esse clima ruim no exterior tende a contaminar os mercados locais e tornar o início do governo do próximo presidente bastante desafiador. As reformas se tornarão ainda mais urgentes.
Reportagem do "Estadão" de hoje levantou que 227 deputados que vão tomar posse no ano que vem votariam a favor do endurecimento nas regras para a aposentadoria. O próximo presidente só precisaria de mais 81 votos para chegar aos 308 necessários para a aprovação de uma emenda à Constituição, o que não é nada mau.
O porém é que mesmo os que apoiariam a reforma da Previdência resistem a dois pontos fundamentais: a fixação de uma idade mínima de aposentadoria e a equiparação das regras do funcionalismo às do INSS.
Ainda no "Estadão", Bolsonaro avalia indicar um general para comandar a Petrobras. O problema é que o perfil nacionalista de um militar no comando da estatal pode gerar ruídos quanto à autonomia da administração de uma companhia aberta em relação a questões como privatizações e política de preços.
Bolsonaro se aproxima de políticos do DEM para compor um eventual governo e já faz algumas concessões. Concedeu à Frente Parlamentar da Agropecuária a prerrogativa de indicar nomes para ministro da Agricultura e informou que pode desistir da fusão da pasta com a do Meio Ambiente.
O candidato recuou, ainda, da intenção de incorporar o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) da superpasta de Economia, atendendo às queixas de empresários.
A temporada de balanços no Brasil começou ontem com Fibria e Weg, cujos resultados positivos levaram as ações das duas empresas a subirem em um dia em que apenas quatro papéis do Ibovespa tiveram alta.
À noite, tivemos os balanços de Vale e Localiza. A mineradora divulgou bons números e sua ADR (recibo de ação brasileira negociado no exterior) subiu 1% no after hours americano.
A Localiza também apresentou números fortes, mas seu lucro líquido ficou abaixo do esperado.
Hoje de manhã, a Ambev divulgou seu balanço. Os resultados não foram muito bons, mas o lucro líquido e a receita líquida tiveram desempenho melhor que o esperado.
Após o fechamento do mercado, temos ainda os resultados corporativos de Pão de Açúcar, CCR, Suzano, Renner e Fleury. Ao meio-dia, Ambev faz teleconferência para comentar seus números.
Nos EUA, saem os resultados de Twitter, Amazon, Alphabet (Google), Intel e Snap, no final da tarde. Antes da abertura, ConocoPhillips, American Airlines e International Paper.
No campo eleitoral, hoje tem pesquisa Datafolha para presidente, às 19 horas.
A agenda doméstica reserva as contas do setor externo, às 10h30, com previsão de que o saldo em transações correntes, negativo em US$ 717 milhões em agosto, fique positivo em US$ 200 milhões em setembro, conforme projeções do "Broadcast", do "Estadão".
Já o Investimento Direto no País (IDP) deve ficar em US$ 7,1 bilhões, acima da estimativa do Banco Central de R$ 7 bilhões.
A agenda externa terá reunião do Banco Central Europeu às 8h45, que não gera expectativa de alteração no juro e programa de compra de ativos. O suspense fica por conta da fala do presidente do BCE, Mario Draghi, em entrevista às 9h30, após a decisão de política monetária.
Os problemas fiscais na Itália e a fraqueza da economia na zona do euro despertam especulações de que o plano de iniciar a alta do juro em setembro de 2019 pode ser adiado.
Nos EUA, às 9h30, saem os dados de encomendas de bens duráveis. Às 11h, são divulgados os dados de venda pendente de imóveis e, ao meio-dia, os da atividade industrial pelo Fed de Kansas City.
Loretta Mester, presidente do Fed de Cleveland, discursa às 20 horas.
*Com informações do Bom Dia Mercado, de Rosa Riscala. Para ler o Bom Dia Mercado na íntegra, acesse www.bomdiamercado.com.br
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