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2018-09-22T12:58:54-03:00
Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Eleições 2018

Bolsonaro tenta reverter desgaste de vice e economista de campanha

Bolsonaro teria pedido a vice e economista que reduzam atividades eleitorais, segundo “O Estado de S. Paulo”

20 de setembro de 2018
7:31 - atualizado às 12:58
Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro: candidato teria enquadrado Mourão e Paulo Guedes para que reduzam suas atividades eleitorais - Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Da cama do hospital Albert Einstein, em São Paulo, Jair Bolsonaro (PSL) continua atento às repercussões de sua campanha eleitoral. Mas não anda muito feliz com isso. Segundo o jornal "O Estado de S. Paulo", o candidato à presidência teria enquadrado seu vice, Hamilton Mourão, e seu economista, Paulo Guedes, para que reduzam suas atividades eleitorais.

O posicionamento minou a expectativa de que o vice participasse dos próximos debates no lugar de Bolsonaro, já que ainda não é claro quando ele deve ter alta do hospital. Ainda segundo o jornal, Bolsonaro tenta reverter o desgaste dos recentes posicionamentos polêmicos de ambos os representantes.

'Não vai ter CPMF'

Depois de Guedes dizer em evento a investidores na terça-feira que pensava em recriar um imposto sobre movimentações financeiras, nos moldes do que foi a CPMF em 1994, o candidato publicou em seu twitter:

À noite, após a notícia ter repercutido, o candidato voltou às redes sociais chamar de "mal-intencionada" a comparação dos novos impostos propostos por sua equipe à CPMF.

O que pensa Guedes, economista de Bolsonaro

Depois de a Folha de S.Paulo publicar as intenções de Guedes ontem, ele afirmou ao site BR18 que "não faz o menor sentido aumentar impostos no País". O economista disse ainda que sua intenção é substituir os tributos federais (IPI, IOF, PIS e Cofins) por um único imposto - o Imposto Unificado Federal (IUF).  O novo imposto incidiria sobre todas as transações financeiras, de forma semelhante à antiga CPMF.

A alíquota do IUF não foi definida ainda, mas a equipe de Guedes calcula que ela poderá chegar a 1% sobre cada transação financeira. "A ideia é tornar os impostos progressivos e socialmente mais justos, para que os mais ricos paguem mais, e não regressivos, como são hoje, deixando a conta mais salgada para os mais pobres", afirmou.

*Com Estadão Conteúdo

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