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Revista publicou uma reportagem em que defende o sistema de votação eletrônico, afirmando que o modelo tornou as eleições mais seguras
Depois de criticar Jair Bolsonaro em uma de suas capas e divulgar um vídeo contra o candidato nas redes sociais, a The Economist voltou a publicar conteúdos relacionados às eleições neste sábado, 6. Mas dessa vez a revista britânica mudou o foco e falou sobre a desconfiança que parte dos brasileiros têm com relação à urna eletrônica.
A reportagem defende o uso do sistema eletrônico, afirmando que ele "tornou as eleições brasileiras mais confiáveis, não menos". Lembrou também que, em 22 anos de votações eletrônicas, não foi comprovado nenhum caso sólido de adulteração dos resultados. O texto cita que discursos contra a urna eletrônica ganharam força no Brasil em meio a um contexto "marcado pelo descontentamento popular com o establishment político corrupto".
A véspera da eleição foi marcada por discursos de defesa ao uso das urnas eletrônicas. A procuradora-geral da República e eleitoral, Raquel Dodge, disse que "não é fácil atingir o ponto de credibilidade que a Justiça Eleitoral brasileira alcançou".
Dodge participou hoje do processo de verificação dos sistemas de votação, na sede do Tribunal Superior Eleitoral, onde foram conferidas a autenticidade e a integridade de quatro softwares utilizados no recebimento dos arquivos das urnas eletrônicas e a inserção dos dados no sistema de totalização da Corte.
Os TRE's também fizeram os últimos ajustes nas máquinas e imprimiram documentos que comprovam que todas as urnas chegarão zeradas aos pontos de voto.
*Com Estadão Conteúdo.
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