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Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Eleições 2018

The Economist volta a criticar Bolsonaro em vídeo: “ameaça à democracia”

Revista inglesa alerta que o candidato do PSL não é a pessoa que vai trazer as mudanças que os eleitores brasileiros tanto buscam

2 de outubro de 2018
16:22 - atualizado às 16:53
The Economist diz que Bolsonaro pode colocar a democracia do país em risco - Imagem: Shutterstock

Depois de colocar Jair Bolsonaro em uma de suas capas e afirmar que ele seria um "desastre" como presidente, a revista inglesa The Economist voltou a colocar o candidato do PSL como uma ameaça à democracia brasileira em vídeo divulgado nesta terça-feira, 2, pelo Facebook.

Why could Brazil's democracy be under threat?

If Jair Bolsonaro wins Brazil's election, the survival of democracy in Latin America's largest country could be put at risk

Posted by The Economist on Tuesday, October 2, 2018

Na publicação de pouco mais de três minutos, a revista busca explicar os motivos que levaram Bolsonaro à liderança da corrida presidencial - segundo pesquisa do Ibope divulgada ontem, ele lidera com 31% das intenções de voto no primeiro turno e empata com seu principal adversário, Fernando Haddad (PT) no segundo.

O "Trump do Brasil"

É assim que a The Economist abre o vídeo em que fala que Bolsonaro pode colocar a democracia do país em risco. Ela também cita as polêmicas envolvendo o candidato, como quando ele afirmou que preferiria ter um filho morto do que homossexual e quando ele disse à deputada Maria do Rosário (PT-RS) que não a estupraria por ela ser feia.

O vídeo também mostra o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso em Curitiba por corrupção e foi impedido de disputar as eleições.

Segundo a revista inglesa, a ascensão de Bolsonaro está na desilusão da população com os diversos casos de corrupção envolvendo a classe política e a profunda crise que a economia viveu nos últimos anos. Por fim, ela aponta que os brasileiros enxergam no candidato do PSL a possibilidade de mudanças e termina com outra crítica: de que ele não é a pessoa que vai trazê-las.

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