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Para o executivo, negócios da BRF devem se beneficiar tanto em um governo Haddad como em um governo Bolsonaro
Depois de passar a campanha eleitoral do primeiro turno em compasso de espera e alertando sobre riscos, Pedro Parente resolveu assumir seu lado otimista nesta segunda-feira pós-eleição. O CEO da BRF afirmou que está otimista com relação ao futuro "seja qual for a escolha do eleitor".
A fala do executivo feita em São Paulo ocorre em um momento de euforia do mercado com um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), que possuem ideologias opostas. Para ele, tanto em um governo Haddad como um governo Bolsonaro, a BRF sairá favorecida.
"Não vejo o risco associado a um ou outro candidato, pois a produção de alimentos e as exportações, pontos fortes da empresa, continuam importantes em qualquer cenário", Pedro Parente
Vale lembrar que a vantagem de Bolsonaro teve efeito positivo sobre o dólar, que desabou 10 centavos nesta segunda. Citando essa forte movimentação, Parente informou que a queda da moeda norte-americana, no curto prazo, ajudará a BRF a reduzir a dívida da companhia. Já no médio e longo prazo, a desvalorização do real beneficia as exportações.
O otimismo do CEO, entretanto, não se refletiu nas ações da companhia. Enquanto os ativos seguiam o efeito manada de alta, os papéis da BRF fecharam o dia em queda de 0,09%.
E você, concorda com a visão do Pedro Parente? Deixe seu comentário aqui embaixo.
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*Com Estadão Conteúdo.
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