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Decisão de ontem do BC americano de elevar a taxa de juros para a faixa entre 2,25% e 2,50% prejudicou o índice
Precisou de poucos minutos depois das bolsas de Nova York abrirem em queda para o Ibovespa, que operou a manhã toda em alta, inverter o sinal. Voltou a subir no início da tarde mas, após as 15h, só caiu e chegou ao patamar dos 84 mil pontos. No fim do dia, houve uma levíssima recuperação e a Bolsa de Valores de São Paulo fechou em recuo de 0,47%, com 85.269 pontos. Tudo isso porque o Federal Reserve (banco central americano, Fed) contrariou as expectativas de que o juro nos EUA ficaria inalterado em 2019. No fim das contas, pelo menos o dólar encerrou o dia em queda de 0,82%, negociado a R$ 3,85. A baixa foi amparada pela desvalorização da divida no exterior.
A decisão de ontem do Fed de elevar a taxa de juros para a faixa entre 2,25% e 2,50% prejudicou os principais índices nova-iorquinos e em São Paulo. Na semana, a Bovespa acumula perdas de 2,49% e no mês, de 4,73%.
O banco central também sinalizou que continuará sua trajetória de aperto monetário no próximo ano, mesmo em meio a preocupações com a economia americana e diante de dados recentes abaixo do esperado da atividade no país, além da expectativa por uma perda no ímpeto da atividade global.
Outro indicador aquém das expectativas foi divulgado hoje e levou os índices a operarem em território negativo. O índice de atividade regional medido pela distrital de Filadélfia do Fed caiu ao menor nível desde agosto de 2016 em dezembro, a 9,4, abaixo das expectativas de analistas.
Com isso, as bolsas americanas aceleravam a queda há pouco, com Nasdaq em "bear market" em relação à máxima histórica intraday.
O que ajudou a piorar o clima em NY foi o pronunciamento do presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Paul Ryan (Wisconsin). Ele fez um rápido discurso nesta tarde em frente à Casa Branca, onde afirmou que o presidente americano, Donald Trump, não pretende sancionar o projeto orçamentário aprovado na noite de ontem no Senado, que mantém o governo aberto até 8 de fevereiro para evitar uma paralisação da máquina pública. "Voltaremos à mesa de negociação para garantir segurança na fronteira", afirmou Ryan.
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A queda do petróleo de 4% a 5% no mercado internacional penalizou as ações da Petrobras (as PN caíram 3,42% e as ON, 2,42%), os papéis PN da Gol e da Azul se beneficiaram com a projeção de custo menor no combustível, subindo mais de 3%. Pesaram ainda sobre as ações da petrolífera a suspensão de ontem do decreto de cessão de direitos de exploração da Petrobras, além - é claro - da perspectiva de desaceleração da economia mundial, que aumentou após o Federal Reserve elevar os juros nos EUA e prever mais dois aumentos no próximo ano.
O setor de energia também esteve no foco dos investidores diante do maior leilão de transmissão da história, com um total de 38 empresas e consórcios na disputa. Espera-se que os 16 lotes ofertados totalizem investimentos de R$ 13,2 bilhões ao longo dos próximos cinco anos.
Após queda de mais de 2% na sessão anterior, as ações ON da Vale, que subiam impulsionadas pelo aumento do minério de ferro, voltou ao vermelho e amargaram queda de 0,40%.
As siderúrgicas foram derrubadas em bloco. Elas são impactadas pela perspectiva de uma desaceleração da economia mundial, que penaliza empresas exportadoras. Usiminas PNA tomba 4,64% e Gerdau PN recua 3,96%. CSN, por sua vez, caiu 3,35%.
Destaque entre as maiores altas do Ibovespa, as ações da B2W subiram 3,12%, diante das boas perspectivas de crescimento para 2019. A XP Investimentos reiterou hoje a recomendação de 'compra' sobre a empresa. Em recente encontro com a direção da companhia, o BTG Pactual também obteve novos detalhes sobre sua estratégia. "A companhia tem ampliado os esforços para construir uma verdadeira plataforma digital, incluindo a estrutura da B2W Entregas e de serviços de pagamentos, o que, na nossa avaliação, deve ser um fator chave para sustentar um crescimento acima da média nos próximos anos", disse o BTG em relatório.
O setor de energia também esteve no foco dos investidores diante do maior leilão de transmissão da história, com um total de 38 empresas e consórcios na disputa. Os vencedores dos 16 lotes ofertados no leilão de transmissão esta tarde na sede da B3, em São Paulo, ofertaram um deságio médio de 46%. Ao todo, a Receita Anual Permitida (RAP) de todos os projetos chega a R$ 1,153 bilhão. Dentre os compradores, as ações da CPFL tiveram alta de 0,84% e da Taesa, 0,98%.
Na outra ponta, a ação PN da Cemig se destaca entre as maiores altas com avanço de 3,92% em meio a "especulações de mudança radical na gestão que poderá beneficiar a empresa com a chegada do novo governo", apontou Monteiro, da Renascença. Segundo ele, o ruído no mercado já vem desde ontem, quando o papel avançou 2,92%.
Embraer ON, que chegou a subir mais de 1% pela manhã, virou e terminou a quinta-feira no negativo, com queda de 2,16%. Tudo isso após uma liminar da 24ª Vara Federal Cível de São Paulo suspender "qualquer ato concreto de transferência da parte comercial da Embraer" à norte-americana Boeing. A medida foi tomada no âmbito de uma ação civil pública movida por sindicatos de metalúrgicos de São José dos Campos, de Botucatu e de Araraquara - que representam funcionários da Embraer -, em conjunto com a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos.
Mais cedo, quando subia, a empresa havia anunciado venda de 100 jatos E175 à Republic Airways por US$ 4,69 bilhões, podendo dobrar este valor diante do direito de compra de mais 100 jatos. Além disso, foi publicado hoje na imprensa nacional que a fabricante de aviões poderá pagar até US$ 1,7 bilhão em dividendos extraordinários com os recursos obtidos da Boeing. O valor está muito acima da média de proventos pagos pela Embraer, nos últimos anos, de uma média de US$ 250 milhões.
Já as ações da Eletrobras PNB e ON recuaram pouco mais de 2%, depois que o Morgan Stanley rebaixou o preço-alvo da ação PNB e a recomendação do papel de "compra" para "venda", pulando a etapa "neutra".
E a Cielo, pelo mesmo motivo de ontem, quando teve alta de 2%, hoje amargou recuo de 4,62%. Na quarta-feira, a empresa, controlada por Bradesco e Banco do Brasil, vai explorar o filão dos microempreendedores individuais, os chamados MEIs, junto com o banco Original, do grupo J&F, segundo fontes. A solução contempla em uma mesma ferramenta, conforme fontes, a conta de pessoa física e jurídica numa ofensiva para atender os microempreendedores que, tradicionalmente, misturam as contas de trabalho com a vida pessoal. No ano, a desvalorização da Cielo beira os 60%.
*Com Estadão Conteúdo
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