O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Abertura de capital da empresa de maquininhas de cartão em Nova York pode movimentar até US$ 1,3 bilhão
Tem uma Stone no caminho de Warren Buffett. O megainvestidor quer virar sócio da empresa de pagamentos brasileira, que se prepara para abrir o capital na bolsa Nasdaq, em Nova York.
A Berkshire Hathaway, holding que concentra os investimentos do bilionário americano, pode investir até US$ 315 milhões (R$ 1,165 bilhão) na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da empresa de maquininhas de cartão.
Somado ao compromisso de outros investidores, a Stone já tem demanda garantida para mais de metade da oferta de ações, que pode chegar a quase US$ 1,3 bilhão (R$ 4,7 bilhões), dependendo do preço por ação que for definido na oferta. Os bancos coordenadores da operação estipularam uma faixa entre US$ 21 e US$ 23 por ação.
Mas, afinal, o que o Warren Buffett viu na empresa brasileira? Criada há seis anos por André Street e Eduardo Pontes, a Stone conquistou 5,5% de participação de mercado na captura de transações com débito ou crédito no cartão, com pouco mais de 230 mil clientes. A receita da empresa deve chegar a R$ 1,050 bilhão entre janeiro e setembro deste ano, mais que o dobro do mesmo período do ano passado.
O crescimento chamou a atenção de grandes investidores. Entre os sócios da companhia estão as gestoras Actis e Gávea, do ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga.
A Stone e outras concorrentes vêm ganhando mercado até pouco tempo dominado por duas empresas: a Cielo, controlada por Banco do Brasil e Bradesco, e Rede, do Itaú. Com as sucessivas perdas de participação, as ações da Cielo vêm sendo castigadas na bolsa e acumulam uma queda de 44% só neste ano na B3.
Leia Também
A oferta da Stone é coordenada pelos bancos Goldman Sachs, J.P. Morgan, Citigroup, Itaú BBA, Credit Suisse, Morgan Stanley, BofA Merrill Lynch e BTG Pactual. Ao listar suas ações no exterior, a empresa segue os passos da concorrente PagSeguro, do grupo UOL, que levantou US$ 2,3 bilhões em sua abertura de capital em Nova York, em janeiro deste ano.
Ao contrário do esperado para um período de incerteza pré-eleitoral, o mercado de IPOs de empresas brasileiras está bastante aquecido. No mês passado, a Arco Educação captou US$ 195 milhões também em uma operação realizada na Nasdaq. Se você quiser saber mais sobre ofertas de ações vale a pena conferir esta matéria que eu escrevi.
Para quem quiser saber mais sobre como desbravar e investir diretamente nas bolsas americanas, recomendo também este guia que o Seu Dinheiro criou.
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo