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De todos os romances de Jane Austen, prefiro “Razão e Sensibilidade” — talvez pelo fato de estar em um ambiente tão atrelado à ambivalência: os mercados financeiros
BC colocou barra alta para novo corte da taxa básica de juros, diz o ex-secretário do Tesouro e atual diretor do Asa Investments. Segundo ele, uma duas condições para uma nova flexibilização é que a inflação seja mais baixa do que o esperado
Os diretores do BC avaliam que a inflação deve subir no curto prazo, mas indicam manutenção da Selic por todo o ano de 2021 e, quem sabe, meados de 2022
Inflação ainda pesa pouco para a decisão do Copom, mas preocupação fiscal põe em dúvida intenção da autoridade monetária de deixar juros baixos por bastante tempo
Com aumento do risco fiscal e alta dos juros em agosto, muitos investidores viram os seus títulos públicos se desvalorizarem; dado que a Selic não deve cair muito mais, é hora de vender os mais curtos? E vale a pena aproveitar as taxas mais altas para comprar papéis mais longos?
Os contratos de juros futuros de curto e médio prazo são negociados em forte queda na B3 em reação ao comunicado do Copom. Os juros mais longos também caem, mas em uma intensidade menor
Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central cortou a Selic mais uma vez
Essa foi a nona (e última?) redução consecutiva no atual ciclo de queda da Selic, que começou em julho do ano passado
Atividade econômica fraca e inflação baixa, em grande parte causadas pela pandemia, devem levar o Copom a mais uma vez cortar a taxa básica de juros; dados futuros vão guiar novas decisões
Boletim Focus mostrou manutenção de estimativa para a Selic em 2%; BC decide nesta semana nova taxa básica de juros
Queda afeta retorno das aplicações de renda fixa e valoriza títulos prefixados e atrelados à inflação
Felipe Guerra, sócio da gestora que possui R$ 14,5 bilhões em patrimônio, acredita em recuperação em “V” da crise e aponta o teto de gastos como “pau de circo” para sustentar juro baixo no país
Dados do Banco Central mostram forte crescimento de aplicação de recursos em fundos e em ações em outros países desde o início do ano
Na semana passada, o colegiado do BC reduziu a Selic pela oitava vez consecutiva, em 0,75 ponto porcentual, de 3,00% para 2,25% ao ano
Com a Selic em 2,25%, retorno do título público só supera o da poupança depois de um ano, se consideradas as datas de aniversário; nos prazos “quebrados”, porém, Tesouro Selic ainda é mais vantajoso que a caderneta
Segundo ele, o corte de 0,75 ponto porcentual foi certeiro, mas, para evitar riscos de instabilidade financeira, sobretudo na cotação do dólar, quedas adicionais “vão depender de uma combinação bem mais específica”
Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central cortou a Selic mais uma vez
Sócio-fundador da Mauá Capital e ex-diretor do BC, Luiz Fernando Figueiredo se diz satisfeito com a condução da política monetária e aposta na manutenção da Selic em patamares estimulativos por um longo tempo
Copom deixou aberta a possibilidade de a Selic continuar caindo nas próximas reuniões. Mas os novos cortes, se vierem, serão de tamanho bem menor
BC deve cortar taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual. A grande dúvida dos investidores neste momento é sobre quais serão os próximos passos do BC