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Siglas tradicionais, como MDB, PSDB e PT, perderam força na Casa. Pulverização pode dificultar negociações do governo com o Congresso
O Senado Federal deve ficar ainda mais pulverizado a partir de 2019. Com os resultados das eleições deste domingo, 7, quatro partidos que atualmente não têm representação na Casa conseguiram ao menos uma vaga, elevando para 21 o número de siglas. São eles: PRP, PSL, Solidariedade, PHS e PSC.
Partidos tradicionalmente grandes e dominantes, como MDB, PSDB e PT, perderam espaço no Senado. Na outra ponta, partidos do Centrão, como PP e DEM, conseguiram ampliar sua influência.
Ainda que tenha perdido cadeiras, o MDB conseguiu eleger o maior número de senadores: 8. Outros destaques foram a Rede Sustentabilidade e o PP, com 5 senadores cada. PT, PSDB, PSD, PSL e DEM elegeram cada um 4 senadores.
Quantidade de senadores eleitos em 2018 por partido:
MDB: 7
Rede: 5
PP: 5
PT: 4
PSDB: 4
PSD: 4
PSL: 4
DEM: 4
PTB: 2
PDT: 2
PSB: 2
PPS: 2
PHS: 2
PRB: 1
Podemos: 1
Pros: 1
PRP: 1
PR: 1
Solidariedade: 1
PSC: 1
Se somarmos os eleitos com os senadores com mandato até 2022, temos a seguinte configuração:
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Em teoria, a pulverização torna a vida do próximo governo mais difícil já que teria que fazer um esforço extra para negociar a aprovação de suas pautas no Senado.
Mas, na prática, tomando como base o perfil mais conservador que os novos senadores eleitos, um eventual governo Jair Bolsonaro (PSL), se eleito, conseguirá ter mais margem para negociação do que um governo Fernando Haddad (PT). Os dois disputam o segundo turno na corrida ao Palácio do Planalto no próximo dia 28.
Confira quais os senadores eleitos por cada estado neste domingo:
Acre
Petecão (PSD)
Márcio Bittar (MDB)
Alagoas
Rodrigo Cunha (PSDB)
Renan Calheiros (MDB)
Amapá
Randolfe (Rede)
Lucas Barreto (PTB)
Amazonas
Plinio Valério (PSDB)
Eduardo Braga (MDB)
Bahia
Jacques Wagner (PT)
Angelo Coronel (PSD)
Ceará
Cid Gomes (PDT)
Eduardo Girão (PROS)
Distrito Federal
Leila do Vôlei (PSB)
Izalci (PSDB)
Espírito Santo
Fabiano Contarato (Rede)
Marcos do Val (PPS)
Goiás
Vanderlan (PP)
Jorge Kajuru (PRP)
Maranhão
Weverton (PDT)
Eliziane Gama (PPS)
Mato Grosso
Juíza Selma Arruda (PSL)
Jayme Campos (DEM)
Mato Grosso do Sul
Nelsinho Trade (PTB)
Soraya Thronicke (PSL)
Minas Gerais
Rodrigo Pacheco (DEM)
Jornalista Carlos Viana (PHS)
Pará
Jader Barbalho (MDB)
Zequinha Marinho (PSC)
Paraíba
Veneziano (PSB)
Daniella Ribeiro (PP)
Paraná
Professor Oriovisto (Podemos)
Flavio Arns (Rede)
Pernambuco
Humberto Costa (PT)
Jarbas (MDB)
Piauí
Ciro Nogueira (PP)
Marcelo Castro (MDB)
Rio de Janeiro
Flávio Bolsonaro (PSL)
Arolde de Oliveira (PSD)
Rio Grande do Norte
Capitão Styvenson (Rede)
Dra. Zenaide Maia (PHS)
Rio Grande do Sul
Luis Carlos Heinze (PP)
Paulo Paim (PT)
Rondônia
Marcos Rogério (DEM)
Confuncio Moura (MDB)
Roraima
Chico Rodrigues (DEM)
Mecias de Jesus (PRB)
Santa Catarina
Esperidião Amin (PP)
Jorginho Mello (PR)
São Paulo
Major Olimpio (PSL)
Mara Gabrilli (PSDB)
Sergipe
Delegado Alessandro Vieira (Rede)
Rogério Carvalho Santos (PT)
Tocantins
Eduardo Gomes (SD)
Irajá (PSD)
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