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Departamento de Estado americano elogiou presidente eleito por sua postura mais dura em relação à China e enxerga oportunidade histórica para ampliar relação comercial entre Brasil e EUA

O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, embarcou rumo ao Brasil nesta manhã e estará presente na cerimônia de posse de Jair Bolsonaro (PSL) como Presidente da República, informou há pouco o Departamento de Estado do país.
Entre os pontos apresentados no comunicado sobre a viagem de Pompeo, o Departamento celebra a postura mais dura de Bolsonaro em relação à China.
"Aplaudimos o presidente eleito Jair Bolsonaro por defender a soberania brasileira em face às predatórias práticas da China em comércio e finanças", afirma o documento.
Na nota, os americanos ressaltam que Bolsonaro é um "líder que já expressou interesse em relações mais estreitas com os Estados Unidos e nossos aliados regionais". "Damos boas-vindas à oportunidade de forjar uma parceria próxima e compreensiva com a democracia mais populosa da América do Sul e oitava maior economia do mundo", continua o documento oficial. "Nossa cooperação tem o potencial de tornar nossos países mais prósperos e mais seguros. Juntos, apoiaremos a democracia em todo o Ocidente", aponta.
Para o Departamento de Estado americano, a presidência de Bolsonaro marca "um novo capítulo" que poderá apresentar uma "oportunidade histórica" para expandir as relações comerciais entre países, cuja corrente comercial flutua em torno dos US$ 100 bilhões anualmente.
"Buscaremos aumentar o comércio e o investimentos entre nossos países, incluindo aumentar as oportunidades para negócios norte-americanos nas áreas de tecnologia, defesa e agricultura", diz o Departamento de Estado dos EUA.
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Sobre a vitória de Bolsonaro no pleito presidencial em outubro, o Departamento de Estado dos EUA avalia que os resultado "demonstra a estabilidade e a integridade das instituições democráticas no País". "Como as duas maiores democracias na região, nossa parceria é baseada em valores e compromissos compartilhados, como democracia, soberania das leis, segurança pública, educação e direitos humanos", ressalta o documento.
"Os EUA vão trabalhar com o Brasil para dar suporte aos cidadão da Venezuela, Cuba e Nicarágua, que estão lutando por liberdade contra regimes repressivos", destaca a nota.
Após passar pelo Brasil, Pompeo visitará a Colômbia. "Procuramos aprofundar nossa cooperação com o Brasil e a Colômbia contra o crime transnacional, incluindo o combate ao narcotráfico, ao terrorismo e às ameaças à paz e segurança internacionais, como a Coreia do Norte", diz o Departamento de Estado dos EUA.
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