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O presidente da República, Jair Bolsonaro, negou nesta quarta-feira (4) a intenção de privatizar o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal, após rumores de que a desestatização do BB estava nos planos do Ministério da Economia.
"Da minha parte, não existe qualquer intenção de pensar em privatizar Banco do Brasil ou Caixa Econômica, zero", disse o presidente.
No início desta semana, o jornal O Globo disse que o ministro Paulo Guedes e sua equipe tentariam convencer Bolsonaro a aceitar vender a instituição pública. Segundo a publicação, a privatização do Banco do Brasil poderia ocorrer até o fim do mandato, em 2022.
Em outubro deste ano, o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, chegou a afirmar que a privatização do Banco do Brasil era inevitável, ressaltando que era sua "opinião pessoal".
"Do jeito que a modernização do sistema bancário se acelera, nesse mundo de inovações constantes, é óbvio que uma instituição publica não vai ter a mesma velocidade de adaptação", afirmou Novaes naquela época.
Nesta semana, o secretário de especial de Desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar, em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, afirmou que o governo tentaria a desestatização apenas de subsidiárias do BB, Caixa Econômica e Petrobras.
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Nesta quarta, as ações ordinárias do Banco do Brasil (BBAS3) subiam 0,64%, a R$ 48,70. No ano, a valorização dos ativos é da ordem de 9%. Acompanhe nossa cobertura dos mercados.
*Com Estadão Conteúdo
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