O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Se ministro da Economia assumir mesmo a articulação política com o Congresso não há mais espaço para erro
O mercado se animou com a notícia dando conta de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, vai assumir a articulação política com o Congresso em torno da reforma da Previdência. É um legítimo “all-in”, só que as cartas não estão tão claras assim.
Guedes poderia aproveitar a sexta-feira no Rio de Janeiro e conversar longamente com o agora presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, que já esteve na mesma cadeira de Guedes aqui no quinto andar do Bloco P da Esplanada dos Ministérios e se viu obrigado a ir negociar com o parlamento (escrevo do comitê do Ministério).
Isso aconteceu lá no (des)governo Dilma Rousseff, que andava às turras com o então presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, que engendrava as famigeradas “pautas-bomba” e dificultava as medidas de ajuste fiscal do então ministro.
Encurtando uma longa história, Levy tentava até sorrir nas reuniões que tinha com deputados e senadores, mas aquele não era o seu ambiente e o que ele costurava de dia, o governo Dilma e seu partido desfaziam à noite. O fim da história todo mundo sabe...
Guardadas todas as diferenças com o momento atual, mas lembrando que, se a história não se repete, ela ao menos rima, a ida de Guedes para o front de batalha político é um movimento com mais riscos que oportunidades.
O ministro é um homem de ideias, um planejador, excelente formador de equipes, mas não parece ter o perfil para o varejo político, nem a paciência necessária para lidar com parlamentares que acham que o juro composto deveria ser abolido do país.
Leia Também
Além disso, a grande questão é qual o grau de autonomia que foi ou será dado a Guedes para fazer negociações e barganhas em nome de Bolsonaro.
O risco é vermos Paulo Guedes sendo desautorizado pelo presidente. Risco que não existia até esse momento.
Ao contrário do que lemos e ouvimos em alguns lugares, Guedes nunca pensou em deixar o governo. Ele e o presidente são da turma “não se render, não recuar”.
Bolsonaro está disposto a colocar um fim ao “Presidencialismo de Coalizão” e não vai ceder, por mais que faça gestos de paz e fale que agora o “céu está lindo”.
Note que ele sempre fala em “dialogar”, “conversar” e não vai além disso, pois tem um compromisso com seu eleitorado, além de não o querer jogar dominó no xadrez.
Guedes reconhece que há um problema de comunicação, algo que ele pode, de fato, ajudar a melhorar, mas não está claro qual será seu raio de ação.
Se a estratégia funcionar e Guedes conseguir encantar o Congresso e explicar a nova política da aliança de centro-direita, veremos uma mudança de paradigma que entra nos livros de história. Se der errado, o governo rifou seu principal ativo, sua “ilha de sensatez”, antes mesmo de completar 100 dias.
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos
Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje
As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas
Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares