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O Ibovespa acelerou o ritmo de alta na etapa final do pregão, pegando carona no fortalecimento das bolsas americanas — os investidores seguem deixando os riscos de lado para se focar na maior liquidez disponibilizada pelos BCs. No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, mas longe das máximas do dia
Mesmo com o clima ainda tenso no exterior, o Ibovespa consegue se sustentar no campo positivo — por aqui, o IPCA-15 e o RTI são repercutidos pelos investidores. Já o dólar à vista até abriu em baixa, mas ganhou força e voltou a ficar acima de R$ 5,30
Dólar salta mais de 3% com medo de segunda onda do coronavírus e tarifas dos EUA sobre Europa e Reino Unido; Ibovespa limita perdas e juros sobem
Ibovespa inicia sessão em alta vigorosa, mas perde fôlego e fecha com ganhos de 0,67%; dólar tem forte baixa e juros futuros recuam
A perspectiva de nova redução de 0,75 ponto na Selic deu sustentação ao Ibovespa e fez o índice subir mais de 2%. O dólar à vista, por outro lado, engatou a sexta alta seguida
O Ibovespa exibe um ligeiro viés positivo, andando em linha com as demais bolsas globais. O dólar, por outro lado, segue pressionado, aguardando a decisão de juros do BC
O Ibovespa cravou a quarta baixa seguida, mas terminou o pregão distante das mínimas da sessão — e tudo graças ao anúncio de que o Fed vai comprar títulos de empresas. O câmbio, no entanto, não se empolgou com a novidade
O BC americano anunciou há pouco que passará a comprar títulos corporativos — uma ferramenta para dar ainda mais suporte à economia do país. A novidade melhorou o humor dos mercados e deu ânimo ao Ibovespa, que chegou a cair quase 3% mais cedo
Ibovespa fecha em queda de 2,00% nesta sexta, em dia de ajuste após feriado, quando os mercados lá fora sofreram; temores com pandemia retornam
Companhias sofrem com ajuste do Ibovespa ao tom mais pessimista visto no exterior, na véspera
O Ibovespa fechou em queda de mais de 2% e o dólar ficou acima de R$ 4,90, com os investidores optando por assumir um viés mais defensivo após o Fed ficar em cima do muro em sua decisão de política monetária — e, assim, não reduzir a incerteza dos mercados
Após cair quase 2% no início da tarde, o Ibovespa ganhou força e se afastou das mínimas, reagindo positivamente à decisão de juros do Fed e às sinalizações de que a instituição poderá usar “todas as ferramentas” para dar suporte à economia
Após sete sessões em alta, o Ibovespa cedeu a um movimento e correção e terminou o dia com perdas moderadas, inferiores a 1% — o dólar também ficou na defensiva e fechou em alta. E boa parte dessa cautela se deve à expectativa em relação à decisão de juros do Fed, prevista para amanhã.
Levantamento classifica as maiores variações de papéis desde a cotação mínima atingida durante a crise
O Ibovespa chegou a cair mais de 2% nesta terça-feira, cedendo a um movimento de cautela e realização de lucro antes da reunião do Fed, mas já reduziu o ritmo de baixa. O dólar também fica na defensiva e sobe
O Ibovespa cravou a sétima alta consecutiva e já acumula um salto de mais de 11% em junho. O otimismo também continua firme no mercado de câmbio, com o dólar recuando mais de 2% hoje
O Ibovespa continua em alta e, com isso, já volta ao patamar dos 97 mil pontos, aproveitando mais um dia de tranquilidade no exterior. O dólar também segue calmo, ficando abaixo do nível de R$ 4,90 pela primeira vez desde 13 de março
O dólar segue em queda firme e o Ibovespa crava a sexta alta consecutiva, surfando a onda de otimismo desencadeada após os dados mais fortes que o esperado no mercado de trabalho dos EUA
O Ibovespa contrariou a tendência global e fechou em alta, aproximando-se do patamar dos 94 mil pontos. O tom mais cauteloso visto lá fora só foi sentido no mercado de câmbio, com o dólar à vista subindo e voltando a R$ 5,13
O Ibovespa teve mais um dia de ganhos e chegou ao maior nível desde 6 de março, sustentado pelo otimismo global. O dólar à vista caiu forte, chegando a R$ 5,01 na mínima da sessão