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Justificando medidas

Onyx diz que é dever do governo contingenciar e diz que deputados mentem por interesse político

Ministro afirmou que é dever do presidente e de sua equipe proteger o orçamento diante de desequilíbrios fiscais

15 de maio de 2019
18:02 - atualizado às 18:56
Onyx Lorenzoni, ministro-chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro
Onyx Lorenzoni - Imagem: Roberto Jayme/Estadão Conteúdo

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que é um dever do governo contingenciar. "Em um País onde nós estamos, e todos sabem disso, fiscalmente desequilibrado, é um dever em primeiro lugar, de parte do presidente e de sua equipe, proteger o orçamento, porque é com ele que a família Brasil vive", disse.

O ministro foi questionado sobre o que de fato aconteceu na reunião de líderes da Câmara com o presidente Jair Bolsonaro ontem.

Deputados que haviam se reunido com o presidente Jair Bolsonaro na tarde de terça-feira, 14, disseram após o encontro que o governo iria rever o bloqueio de recursos no orçamento da Educação.

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Líderes de quatro legendas, entre eles do partido do próprio presidente, disseram que Bolsonaro telefonou para o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e determinou que novos cortes deixem de ser feitos.

A informação foi dada pelos líderes do PSL, Delegado Waldir (GO), do Novo, Marcel Van Hattem (RS), do Podemos, José Nelto (GO), e do Cidadania, Daniel Coelho (PE), mas o governo negou a informação depois. "Ninguém do governo falou, quando falou manteve clareza sobre o que é contingenciamento", respondeu Onyx sobre o ocorrido.

"Alguém, ou porque tinha interesse político ou porque queria mais um pouquinho de luz, entendeu algo que era completamente desconectado daquilo que estava sendo dito, que lhe servia politicamente e que sustenta essa posição. O governo, de maneira uniforme, se manifestou ontem reafirmando que contingenciamento é o governo ser prudente", disse.

"Estamos diante de uma reestruturação importante que é a Nova Previdência, que vai ser votada até meados do mês de junho, dentro do primeiro semestre. Com isso, o governo se reorganiza do ponto de vista fiscal", afirmou o ministro.

"Estamos dando condições para que o Brasil possa lentamente se recuperar. Foram 30 anos moendo o dinheiro dos brasileiros", afirmou. "Hoje o governo brasileiro tem fim em si mesmo", disse. "Temos 30 anos do cachimbo usado do lado errado".

*Com Estadão Conteúdo.

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