O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Previsão é de Christopher Garman, diretor da consultoria de risco político Eurasia. Para ele, negociações devem limitar o projeto

O cientista político Christopher Garman, diretor da consultoria de risco político Eurasia, reafirmou nesta sexta-feira, 15, que o impacto fiscal da reforma da Previdência deve ser reduzido para algo entre R$ 400 bilhões e R$ 600 bilhões, após as negociações que devem ocorrer no Congresso Nacional.
Em palestra para empresários em São Paulo, Garman ressaltou que a aprovação depende de qual vai ser a estratégia de comunicação do governo com a população e da estratégia de negociação com os parlamentares.
A expectativa da Eurasia é que a reforma da Previdência seja aprovada em julho deste ano, antes do recesso parlamentar.
Depois disso, com um capital político menor do presidente Jair Bolsonaro e a população demandando melhorias em suas vidas, o cenário estará mais desafiador para novas medidas amargas, acredita Garman.
Além disso, acrescenta, os efeitos econômicos positivos da reforma, que dariam um retorno político a Bolsonaro, vão demorar a serem sentidos pela população.
No Congresso, Garman apontou que as lideranças partidárias estão insatisfeitas com o foco do presidente nas bancadas temáticas e nos deputados do chamado baixo clero. Em relação à sociedade, reiterou que a vitória de Bolsonaro se deveu ao descontentamento dos eleitores com a classe política e com os serviços públicos de baixa qualidade.
Leia Também
O presidente, disse, será pressionado para que as demandas de serviços públicos sejam atendidas. "Essas demandas podem não chegar no primeiro semestre, mas chegam no segundo", afirmou.
Garman lembrou que todos líderes eleitos nos últimos anos em vários países já estão com aprovação inferior a 50%. Bolsonaro, que tem pouco mais de um mês de governo, é uma das exceções, disse. A outra é López Obrador, do México, que tem meses de governo.
DOM PEDRO ESTARIA EM CHOQUE?
SOLIDÃO? QUE NADA!
AGENDA MENSAL DOS BENEFÍCIOS
OLHE PARA CIMA
PRÓXIMO GRANDE SUCESSO?
POLÍTICA MONETÁRIA
O QUE OS GRINGOS VEEM
MÁQUINA DE MILIONÁRIOS
REPÕE A INFLAÇÃO
CACHÊ BAIXO
CARDÁPIO AMPLIADO
NO FUTURO...
CONTRADIÇÃO LATINO-AMERICANA
ELEIÇÕES À VISTA
DESENCALHOU
MERCADO IMOBILIÁRIO
SUCESSO NAS BILHETERIAS
SURPREENDENDO
PAGAMENTO DIVIDIDO
AUTODEFESA FEMININA