O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Equipe econômica de Temer não conseguiu fechar um acordo sobre repasses do leilão para Estados e municípios

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), anunciou nesta quarta-feira, 28, que não irá colocar em votação nesta quarta-feira o projeto que revisa o contrato de cessão onerosa da Petrobras. Segundo o emedebista, por uma resistência da equipe econômica do governo Michel Temer, não foi possível chegar a um entendimento sobre o repasse para Estados e municípios, de 20% dos R$ 100 bilhões que devem ser arrecadados com o leilão.
Essa divisão de recursos é defendida pelo presidente do Senado e tem o apoio do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, que considera que a verba extra reduziria a pressão dos governadores eleitos por socorro do governo federal. Guedes quer condicionar a divisão dos recursos à aprovação de uma reforma da Previdência.
"Entrei numa reunião com o governo atual e governo futuro para discutirmos essa matéria e fiquei até agora buscando entendimento. Até agora não se fez o entendimento. Não vou colocar essa matéria (cessão onerosa) em votação enquanto não houver entendimento. Vou transferir (a votação) para a próxima semana para encontrarmos um equilíbrio", Eunicio Oliveira, presidente do Senado.
O impasse é porque Eunício defende que o governo edite uma Medida Provisória (MP) para fazer esse repasse para os municípios, mas a equipe econômica comandada pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, defende que essa partilha fere a regra estabelecida pelo teto de gastos.
"Parte da equipe econômica do governo atual acha que isso atinge a questão do teto de gastos para Estados e municípios", afirmou antes de rebater o argumento do Ministério da Fazenda. "Se atinge o teto para Estados e municípios, no meu entendimento, também atinge o teto para a Petrobras. Não seria eu que ia propor excesso de gasto, nem pauta bomba, mas é necessário que se faça acompanhamento das matérias", complementou Eunício ao anunciar o adiamento da votação.
Eunício voltou a cutucar Paulo Guedes, que foi ao Tribunal de Contas da União (TCU) para discutir a possibilidade de assinar a revisão do contrato que abre caminho para o leilão sem a aprovação do projeto no Congresso. Não há impedimento legal para isso, mas integrantes do governo temem que o TCU considere que a União foi lesada na revisão.
Leia Também
"Havia entendimento pela área econômica que (a cessão onerosa) não devia passar pelo Congresso, que seria uma espécie de contrato com o TCU. Enquanto eu for presidente desta Casa, ninguém, nenhum outro poder, vai usurpar o poder desta Casa", disse.
DEU DIVÓRCIO
EM GRANDE ESTILO
FRASE DO DIA
TRANSFERÊNCIA DE RENDA
FÔLEGO PARA PJ
VANTAGEM ASIÁTICA?
DESENROLA 2.0
RUÍDO POLÍTICO
CONHEÇA AS FAVORITAS DE ESG
IGUALDADE DE GÊNERO
PROPINA BILIONÁRIA
RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA
OPERAÇÃO SEM REFINO
NÃO TEVE PARA MAIS NINGUÉM
CRAQUE ALÉM DAS 4 LINHAS?
MUITO ALÉM DO CASO YPÊ
MEIO CAMINHO ANDADO
VAI TER SEXTOU
SUPERPRODUÇÃO?
CONCORRÊNCIA DESIGUAL?