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Renda média real do trabalhador foi de R$ 2.222 no período, alta de 0,6% em relação ao mesmo trimestre do ano passado

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,9% no trimestre encerrado em setembro, segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) divulgados na manhã desta terça-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No mesmo período do ano passado, a taxa estava em 12,4%. No trimestre encerrado em agosto, o resultado ficou em 12,1%. No trimestre encerrado em junho, a taxa era de 12,4%.
O resultado veio dentro da expectativa do mercado financeiro, que previam algo em torno de 11,70% e 12,30%, segundo "Broadcast", do Estadão.
Entre julho e setembro, o país tinha 12,492 milhões de desempregados. O contingente representa um número 3,7% menor que o registrado no segundo trimestre deste ano, o equivalente a 474 mil pessoas a menos e 3,6% abaixo do mesmo período de 2017, que teve 469 mil desempregados a menos.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.222 no trimestre terminado em setembro. O resultado representa alta 0,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ R$ 200,7 bilhões no trimestre encerrado em setembro, alta de 2,2% ante igual período do ano anterior.
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*Com Estadão Conteúdo
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