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2019-08-01T16:00:20+00:00
Mi Buenos Aires querida!

Departamento de comércio dos EUA comete gafe ao confundir Brasil com Argentina

Site informou que discurso feito pelo secretário de Comércio, Wilbur Ross, se passou no país hermano

1 de agosto de 2019
16:00
Marcos Corrêa/Presidência da República
Secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross -

Apesar do discurso de aproximação do governo norte-americano com o Brasil, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos cometeu uma gafe em seu site na internet.

Ao publicar a íntegra do discurso feito pelo secretário de Comércio, Wilbur Ross, em um evento em Brasília, o site informa que sua fala se passa na Argentina.

"Comentários do secretário de Comércio dos EUA, Wilbur L. Ross, no café da manhã sobre infraestrutura em Buenos Aires, Argentina", afirma o site.

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Ross participou em dois momentos do Fórum de Liderança em Infraestrutura da América Latina, em um hotel de Brasília.

Às 8h, falou em uma sessão durante o café da manhã sobre a reconstrução da Venezuela e as oportunidades de investimento. Por volta das 13h, ele falou novamente sobre a promoção da competitividade na América Latina.

O secretário elogiou o governo brasileiro que disse estar "começando a se mover" e afirmou que os investidores podem ficar menos nervosos.

"Este é um governo que está começando a se mover, isso é muito importante. Para vocês que estavam nervosos [em investir], eu estaria menos nervoso aqui no Brasil do que em alguns outros lugares", disse, em seminário sobre infraestrutura em Brasília.

Depois de se reunir com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas, Ross elogiou os planos do brasileiro para a área. "Fiquei muito impressionado com o nível de detalhe do plano do ministro Tarcísio e com o fato de que ele tem planos de muito curto prazo vindo por aí", acrescentou.

Ross disse ainda que os EUA querem ser o "parceiro preferencial" para a região. Ele citou negociações em curso para questões como padronização técnicas e de regras aduaneiras "Estamos tratando de facilitação de comércio para apressar a movimentação e liberação de bens", acrescentou.

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