O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Ibovespa manteve um ritmo mais fraco nesta segunda-feira, mas acelerou na reta final e terminou a sessão na máxima do dia, em alta de 0,65%
Correndo na raia número quatro, o Ibovespa passou boa parte da prova desta segunda-feira (29) num ritmo pouco intenso. O principal índice da bolsa brasileira parecia fadado a terminar no pelotão intermediário: não estava perto dos líderes, mas também estava distante dos últimos colocados.
Só que, conforme a competição foi chegando ao fim, o principal índice da bolsa brasileira começou a apertar o passo e ganhar velocidade. Deixou alguns rivais para trás e foi subindo na tabela de classificação. E, num sprint nos últimos metros, terminou na liderança.
A classificação final? Alta de 0,65%, aos 103.482,63 pontos, na máxima do dia.
Com isso, o Ibovespa destoou das bolsas americanas, que mantiveram a mesma toada desde a largada: o Dow Jones fechou em alta de 0,11%, mas o S&P 500 caiu 0,16% e o Nasdaq teve baixa de 0,68%. Os competidores da Europa também tiveram desempenhos modestos: o índice Stoxx 600 registrou leve ganho de 0,03%.
O dólar à vista também não acompanhou o Ibovespa e manteve o ritmo das voltas iniciais, encerrando a sessão de hoje em alta de 0,28%, a R$ 3,7831 — ao longo do dia, a moeda americana oscilou entre R$ 3,7773 (+0,13%) e R$ 3,8008 (+0,75%).
E o que aconteceu para que o Ibovespa desse esse gás na reta final? Segundo analistas e operadores, foi uma questão de conservação de energia: o índice desacelerou no fim da semana passada e, com isso, tinha fôlego para acelerar o passo e retomar o nível dos 103 mil pontos.
Leia Também
Tanto no Brasil quanto no exterior, os mercados preferiram assumir uma postura de maior precaução, ainda calibrando as apostas em relação ao que poderá ocorrer na quarta-feira. A sessão de hoje serviu mais para promover ajustes de posição, de modo a chegar na melhor forma possível para a sessão do dia 31.
A maior parte dos agentes financeiros acredita que o Fed e o Banco Central do Brasil (BCB) irão cortar os juros dos países, mas ainda não há consenso quanto à magnitude desses ajustes. Em ambos os casos, o mercado acredita que as autoridades monetárias têm espaço para promover uma redução de, ao menos, 0,25 ponto percentual nas taxas.
No entanto, parte dos agentes ainda aposta num movimento mais agressivo, de corte de 0,5 ponto percentual — os mercados praticamente descartam a hipótese de que os órgãos poderão assumir uma postura mais conservadora e manter os juros inalterados.
Mas, de qualquer maneira, a incerteza e os diversos cenários possíveis para as políticas monetárias daqui para frente deram a tônica às negociações nesta segunda-feira — e operadores e analistas ponderam que as próximas provas também tendem a ter um ritmo mais lento.
Por aqui, um analista afirma que as ações do setor de varejo aceleraram durante a tarde, movimento que pode ser interpretado como um sinal de que o mercado está confiante em relação ao corte de juros, uma vez que, com as taxas mais baixas, o consumo tende a ser estimulado — o que é benéfico para tais companhias.
Nesse cenário, Magazine Luiza ON (MGLU3) teve alta de 4,68%, Via Varejo ON (VVAR3) subiu 4,63%, Lojas Renner ON (LREN3) avançou 2,26% e B2W ON (BTOW3) fechou com ganho de 2,30%.
"Mas essa alta do Ibovespa no fim do dia não se deve à nenhuma notícia específica. Pode-se dizer que foi um movimento de ajuste e de correção, o índice caiu um pouco na semana passada e o pessoal aproveitou para recompor as posições no fechamento", disse o analista.
A incerteza quanto aos possíveis desfechos da reunião do Fed na quarta-feira, somada à nebulosidade do que pode acontecer em relação ao Brexit após a ascensão de Boris Johnson ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, mexeu com o mercado de câmbio nesta segunda-feira.
E a reação dos agentes financeiros foi bastante típica de cenários como esse: houve um aumento na aversão ao risco e, consequentemente, uma demanda maior por dólares.
Assim, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana ante uma cesta com as principais divisas do mundo, operou em alta nesta segunda-feira. E o tom foi semelhante em relação às divisas emergentes e de países exportadores de commodities.
Nesse grupo, estão o peso mexicano, o rublo russo, o peso colombiano, o dólar neozelandês e o peso chileno. O real, assim, foi influenciado pelo contexto global — o que fez o dólar à vista chegar a tocar o nível dos R$ 3,80 mais cedo.
Em meio à expectativa em relação à reunião do Copom, as curvas de juros fecharam perto da estabilidade, tanto na ponta curta quanto na longa. Os DIs para janeiro de 2021 recuaram de 5,45% para 5,44%, comportamento semelhante aos para janeiro de 2023, que foram de 6,31% para 6,30%. Já as curvas para janeiro de 2025 tiveram baixa de 6,87% para 6,85%.
Voltando ao Ibovespa, outro fator aparece no radar e pode movimentar as negociações ao longo desta semana: a temporada de balanços corporativos, já que diversas integrantes do índice reportam seus números nos próximos dias. Entre os destaques, estão Itaú Unibanco, Petrobras, Vale e Lojas Renner.
Nesta segunda-feira, os mercados reagiram aos dados trimestrais da Hypera: a companhia teve lucro líquido de R$ 336,9 milhões entre abril e junho desse ano, alta de 21,3% em relação ao mesmo período de 2018. E os agentes financeiros gostaram do resultado, já que as ações ON da companhia (HYPE3) subiram 5,06%.
Ainda no front corporativo, destaque para as ações do setor de shoppings centers: BRMalls ON (BRML3) avançou 4,70% e Iguatemi ON (IGTA3) teve ganho de 0,96%. Mais cedo, o Credit Suisse elevou a recomendação dos dois papéis, de neutro para 'outperform' (desempenho acima da média).
Quanto à BRMalls, um segundo fator também ajuda a dar força aos papéis: a confirmação, por parte da empresa, de que está negociando a venda de alguns de seus shoppings para um fundo imobiliário administrado pelo BTG Pactual.
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora