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Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu o pontapé na campanha à sucessão paulista nesta terça-feira (3), em um evento privado em Valinhos (SP). O petista estava acompanhado de Fernando Haddad, ministro da Fazenda e nome mais cotado do PT para a disputa à sucessão de Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Em um breve discurso, Lula afirmou que Haddad “é o responsável pelo equilíbrio da nossa economia”.
Indagado se houve alguma decisão sobre ser candidato, Haddad repetiu que ainda não houve uma reunião dele com Lula e o ministro do Desenvolvimento e vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) para tratar do assunto.
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira.
Outra ministra presente foi Simone Tebet (MDB), do Planejamento, nome citado para ser candidata ao Senado em São Paulo. Ela foi a única dos quatro ministros que acompanharam Lula a não falar.
Porta-voz do governo no evento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, desconversou, em entrevista a jornalistas sobre a sucessão em São Paulo. Ele lembrou que Lula, Alckmin e Haddad vieram separados para a visita realizada na Bionovis, no município do interior paulista.
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A companhia tem como sócias as gigantes Aché, AMS, União Química e Hypermarcas e é fornecedora de medicamentos de alta complexidade de alto custo para o Sistema Único de Saúde (SUS).
No discurso em defesa do SUS, Lula criticou indiretamente o conflito no Oriente Médio iniciado com os ataques dos Estados Unidos ao Irã.
“Se você ligar a televisão de noite, está falando de guerra, se você ligar a televisão de manhã, está falando de morte, está falando de mísseis de invasão. E aqui nós estamos falando de salvar vida”, disse.
Com caixas de remédios fornecidos pela empresa ao SUS nas mãos, Lula emendou: “Isso aqui é um drone de remédio para o povo brasileiro. Isso aqui é o nosso míssil. Não o míssil para matar, mas o míssil para salvar”, completou
Ainda em defesa do sistema público de saúde, sobraram críticas indiretas ao governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro. Preso por, entre outros crimes, tentativa de golpe, Bolsonaro indicou seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato a presidente nas eleições gerais.
Lula avaliou que durante a pandemia de Covid-19 o SUS “saiu agigantado”.
Segundo ele, se não fosse pelo o SUS, “se não fosse o médico do SUS, se não fosse o funcionário do SUS, teria morrido muito mais gente e o Brasil estaria chorando hoje (pela) morte de mais gente do que o que morreu, porque metade morreu por irresponsabilidade de quem governava esse país e de quem cuidava da saúde desse país”, afirmou.
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