O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da medalha de ouro mais cara da história, atletas das Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026 podem ganhar bônus em dinheiro e outros prêmios
Ganhar uma medalha de ouro numa Olimpíada está entre as maiores conquistas que um atleta de alto rendimento pode ter. Nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026, não é diferente: são mais de 100 provas valendo medalha para os atletas ao longo de duas semanas. E para além de todo o prestígio, os vencedores também podem embolsar um bônus generoso com o pódio.
O valor da quantia varia conforme a política de cada país. Segundo a Forbes, que entrou em contato com comitês olímpicos nacionais dos 92 países participantes das Olimpíadas de Inverno 2026, ao menos 37 deles oferecem bônus em dinheiro a atletas que conquistarem medalhas - e o Brasil é um deles.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) oferecerá R$ 350 mil (cerca de US$ 67,4 mil) para medalhistas de ouro em modalidades individuais. O valor é 40% maior comparado ao oferecido nos Jogos de Pequim em 2022, e coloca o país em 17º lugar do ranking de maiores bônus para atletas que ocuparem o primeiro lugar no pódio.
Já o bônus das medalhas de prata e bronze em provas individuais, é de R$ 210 mil e R$ 140 mil, respectivamente. Nas disputas por equipe, o valor é ainda maior: R$ 700 mil para o ouro, R$ 420 mil para a prata e R$ 280 mil para o bronze, que são divididos entre os participantes igualmente.

A título de comparação, o comitê olímpico dos Estados Unidos, na 23ª posição do ranking, paga US$ 37.500 (R$ 194 mil) para cada medalha de ouro alcançada pelos atletas, seja de forma individual ou em equipe.
Por outro lado, além do bônus, a equipe dos EUA conta com mais um benefício: independente do resultado nos Jogos, cada atleta olímpico e paralímpico americano vai receber US$ 100 mil para a aposentadoria.
Leia Também
A vantagem é graças a uma doação de US$ 100 milhões feita pelo bilionário Ross Stevens, fundador da Stone Ridge Holdings Group. Após a morte do atleta, a família ainda receberá outros US$ 100 mil.
Singapura oferece o maior bônus para o vencedor de uma medalha de ouro: US$ 787 mil (R$ 4,09 milhões). Porém, as chances são baixas, já que a nação conta com apenas um atleta nas Olimpíadas, Faiz Basha, na disputa pelo esqui alpino.
Hong Kong chega em segundo lugar, com um bônus que começa em US$ 48 mil (R$ 250 mil) para o oitavo colocado, e vai até US$ 768 mil (R$ 3,9 milhões) para o primeiro no pódio.
Já a Polônia é o terceiro país com o maior orçamento para seus campeões olímpicos, no total de US$ 355 mil (R$ 1,8 milhão).
Nessa quantia está incluso um bônus de US$ 210 mil pago pelo comitê olímpico polonês, além de prêmios como um Toyota Corolla, um apartamento mobiliado de dois quartos e até mesmo joias avaliadas em até US$ 800 (R$ 4.166). E não para por aí: medalhistas de ouro poloneses também terão direito a aposentadoria vitalícia a partir dos 40 anos, benefício concedido pelo governo do país.
Tudo isso sem contar a medalha olímpica de Milão-Cortina 2026, que diante da disparada de preços do ouro e da prata, já é valiosa por si só. Confira:

As medalhas de Milão-Cortina já são as mais caras da história. Para se ter ideia, desde as Olimpíadas de Paris, em julho de 2024, os preços do ouro e da prata acumulam alta de 107% e 200%, respectivamente, conforme dados da FactSet. Isso significa que a prata hoje custa cerca de três vezes mais, enquanto o ouro negocia próximo ao dobro do valor observado à época.
Em Milão-Cortina 2026, cada medalha de ouro é feita com 500 gramas de prata e revestida com 6 gramas de ouro. Já a medalha de prata é produzida com 500 gramas de prata, e a de bronze é fabricada com 420 gramas de cobre.
Segundo a projeção da Oxford Economics à Forbes, a medalha de ouro pode valer US$ 1.940 (R$ 10 mil) e a de prata, US$ 1.000 (R$ 5,1 mil). A estimativa considera o preço do ouro a US$ 4.690 (R$ 24,3 mil) e o da prata a US$ 64 (R$ 332).
Já estimativas da Dillon Gage Metals, empresa do Texas especializada na negociação de metais preciosos, são ainda mais expressivas: a medalha olímpica de ouro pode custar US$ 2.357 (R$ 12,2 mil), enquanto a de prata pode alcançar US$ 1.399 (R$ 7,2 mil). A projeção considera o preço do ouro em US$ 4.967 (R$ 26.329) e o da prata em US$ 87 (R$ 461).
A medalha de bronze, por sua vez, é a menos valiosa, custando apenas US$ 5,80 (R$ 30), com base no preço do metal.
Ao todo, serão distribuídas 245 medalhas de ouro, 245 de prata e 245 de bronze durante os Jogos de Inverno de 2026.
Nova geração de compradores está redesenhando o mercado de imóveis de luxo, buscando destinos além dos tradicionais
Receitas criadas especialmente para o after do Oscar foram desenvolvidas pelo Bar Leone, de Hong Kong, eleito o melhor do mundo em 2025
Denúncias de abuso em uma das cozinhas mais prestigiadas do mundo lança holofotes sobre uma cultura tóxica de um passado não tão distante da alta gastronomia
O Farol de Alexandria é considerado uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, mas foi destruído há séculos em meio a uma sucessão de terremotos.
Entenda como o clima, a região e o estilo de produção influenciam a taça – e quando o ano no rótulo deve pesar, ou não, na escolha
Degustação de whisky japonês, mostra com filmes clássicos alemães e teatro em meio às obras do Copan — as experiências que merecem entrar na sua agenda em março
Com investimento de R$ 500 milhões e 990 suítes, complexo na Praia do Muro é o mais ambicioso projeto da empresa multipropriedade até então
Previstos para o mês de abril, GPs de Sakhir e de Jeddah podem ser cancelados após escalada de tensões entre Irã, Estados Unidos e Israel; prejuízo logístico e financeiro chega à casa de milhões
Consultamos especialistas da gastronomia, engenharia de alimentos e nutrição para responder à pergunta: a qualidade da massa italiana é realmente superior à da massa brasileira?
ANAC quer endurecer punições para passageiros indisciplinados, com multa e proibição de embarque por até 1 ano; proposta será votada nesta sexta-feira (9)
Marca assina os Trophy Trunks de todas as etapas da competição e passa a nomear etapa de Mônaco
Marca alemã terá brasileiro em evidência e aposta em lançamentos eletrificados e SUV feito no Paraná para crescer nas vendas nacionais
Da força G ao downforce, entenda como a ciência molda a temporada de 2026 — e por que o pneu é o verdadeiro protagonista na pista
Depois de 10 anos, chef volta à São Paulo para assinar a experiência gastronômica do Terminal BTG Pactual, no Aeroporto Internacional de Guarulhos
Tudo que você precisa saber sobre temporada de 2026 da Fórmula 1
Muito além da funcionalidade, estes espaços brasileiros trazem na arquitetura e na decoração autoral uma experiência de imersão para os hóspedes; confira a lista
Com comedouros de até R$ 359, Stanley 1913 mira agora em gatos e cachorros em coleção lançada nesta segunda-feira (2)
A peça foi adquirida por um colecionador particular na década de 1960, quando acabou reclassificada como “obra de ateliê”, não autêntica
Aeroportos internacionais de Dubai suspendem todos os voos, sem previsão de retomada, e mais de 20 mil passageiros foram afetados; veja as principais orientações
Especialista explica como máquinas, pesos livres e exercícios com o peso do corpo impactam força, hipertrofia e funcionalidade na hora do treino