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Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Depois de anos navegando em mares revoltos, a Sequoia Logística (SEQL3) tenta, aos poucos, aliviar o peso que ajudou a afundar as ações na bolsa. O mais recente movimento nessa direção foi a aprovação de um aumento de capital de R$ 105,9 milhões.
A operação não se deu por meio de dinheiro novo no caixa, mas pela conversão facultativa de debêntures em ações. Na prática, trata-se de mais um passo para trocar dívida por fôlego financeiro.
A transação foi autorizada pelo conselho de administração em 29 de dezembro de 2025 e faz parte do processo de reestruturação da empresa.
O aumento de capital ocorreu dentro do limite de capital autorizado, com exclusão do direito de preferência dos acionistas.
A conversão das debêntures é uma etapa prevista no plano de recuperação extrajudicial da Sequoia e tem dois objetivos centrais: reduzir o passivo com credores não financeiros e reforçar a estrutura de capital da companhia, fragilizada após anos de resultados pressionados.
Com a operação, foram emitidas 601.569 novas ações ordinárias, ao preço de R$ 0,88 por papel — valor já ajustado após o grupamento das ações.
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Os papéis são nominativos, escriturais e passam a ter os mesmos direitos das ações já em circulação.
Após o aumento de capital, o capital social da Sequoia subiu de R$ 1,48 bilhão para R$ 1,58 bilhão. Já o número total de ações passou de 11,38 milhões para 11,98 milhões.
Enquanto isso, o "efeito colateral” do movimento é conhecido: segundo a companhia, a principal consequência da operação é a diluição da participação dos acionistas que optaram por não converter seus créditos em ações.
O novo aumento de capital é apenas mais um capítulo de uma trajetória marcada por excesso de otimismo e uma virada radical de cenário.
A Sequoia Logística estreou na B3 em 2020, ainda durante a pandemia de covid-19, surfando o crescimento acelerado do comércio eletrônico.
Mas o que parecia uma avenida de crescimento se transformou em um labirinto. A empresa foi duramente atingida pela crise das varejistas on-line, pela desaceleração do consumo e por uma estratégia de expansão que não se sustentou quando o ciclo de alta de juros ganhou força.
Essa derrocada se refletiu na bolsa. Em 2023, as ações da Sequoia chegaram a despencar quase 90% no ano, levando a companhia a negociar um acordo de renegociação de dívidas com bancos e investidores de debêntures em dezembro daquele ano.
Desde o IPO, o tombo acumulado chega a cerca de 99%. Hoje, a Sequoia vale apenas R$ 24,8 milhões na B3.
A companhia vem trabalhando em uma trajetória de recuperação desde então. Em outubro de 2024, a empresa iniciou um novo processo de reestruturação, desta vez focado em dívidas não financeiras
O movimento avançou em março de 2025, quando credores que representavam 53,9% dos R$ 295 milhões em créditos reestruturados aderiram ao plano. A maior parte desses credores era formada por ex-fornecedores de linhas de negócio que foram interrompidas por falta de rentabilidade.
Com a aprovação judicial do plano pela Justiça, a Sequoia conseguiu converter e reperfilar esses compromissos. O resultado foi um desembolso total de R$ 31,17 milhões ao longo de 2025.
Em novembro de 2025, a Sequoia anunciou mudanças no alto escalão, com a eleição de Leopoldo de Bruggen e Silva, que já atuava como diretor financeiro (CFO), como novo diretor presidente da companhia.
*Com informações do Money Times.
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