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Índice acelera de 0,44% em março para 0,89% em abril, e qualitativo preocupa: alimentação e transportes pressionam; saiba o que pode acontecer com a Selic daqui para frente
Se a economia brasileira fosse um filme de suspense, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgado nesta terça-feira (28) seria aquele barulho estranho no porão logo antes da cena principal: o corte dos juros.
O índice, considerado uma prévia da inflação oficial, subiu 0,89% em abril, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). À primeira vista, o número assusta: é a maior taxa para o mês desde 2022 e o maior avanço mensal desde fevereiro de 2025.
Mas, como diz ditado, o diabo mora nos detalhes — e, neste caso, ele veio com um pequeno alívio.
Apesar de ter acelerado em relação aos 0,44% de março, o IPCA-15 de 0,89% foi, tecnicamente, uma surpresa positiva.
O mercado esperava um avanço mais forte. As projeções coletadas pelo Broadcast iam de 0,90% a 1,11%, com mediana de 0,98%. Ou seja, o resultado veio abaixo do piso das expectativas.
No acumulado de 12 meses, no entanto, a inflação acelerou de 3,90% em março para 4,37% em abril, interrompendo dois meses de calmaria. Mais uma vez, o número ficou abaixo do piso das estimativas (4,47%).
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Ninguém escapou ileso em abril. Todos os nove grupos de produtos e serviços subiram.
Mas os grandes protagonistas dessa história, segundo o IBGE, foram Alimentação e Bebidas, com alta de 1,46%, e Transportes, com alta de 1,34% na esteira do aumento dos preços de energia e combustíveis por conta da guerra no Irã.
Em nível regional, Belém foi a capital que mais sentiu o peso (1,46%), enquanto Brasília teve o refresco mais brando (0,41%).
O IPCA-15 caiu como uma bomba — ou talvez um estalinho — um dia antes da Super Quarta, como é conhecido o dia em que ocorrem decisões simultâneas de juros no Brasil e nos EUA.
A pergunta de um milhão de reais (corrigidos pelo IPCA) é: a Selic vai continuar caindo?
Para a Capital Economics, a resposta é sim. A consultoria britânica acredita que o Comitê de Política Monetária (Copom) tem espaço para um corte de juros de 0,25 ponto porcentual (pp) amanhã (29), levando a Selic para 14,50%.
O argumento é que, apesar da alta nos alimentos e energia, as pressões subjacentes ainda não foram totalmente contaminadas.
O Inter e o Itaú também veem esse corte de 0,25 pp no horizonte, mas o otimismo para por aí.
O economista sênior do Inter, André Valério, nota que, ao excluir as passagens aéreas (que caíram), a inflação de serviços continua resiliente.
Já economista Luciana Rabelo, do Itaú, alerta que o qualitativo do dado foi pior, com itens de higiene pessoal e vestuário já refletindo os efeitos indiretos do petróleo.
Se o curto prazo ainda permite algum alívio, o longo prazo ganhou tons mais cinzentos.
O Citi revisou a previsão de inflação para 2026 de 3,8% para 4,5%. Com isso, o banco norte-americano projeta uma queda muito mais lenta dos juros daqui para frente.
O banco acredita que o Copom será forçado a adotar uma postura mais conservadora, encurtando o ciclo de cortes. Na visão dos analistas, a Selic deve terminar 2026 em 13,25%, acima do que se esperava anteriormente.
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