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Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte
O desaparecimento de profissões não é novidade. Algumas sumiram em silêncio, como telefonistas, datilógrafos e vendedores de enciclopédia; outras levaram consigo seus próprios anúncios, como as páginas amarelas. Desde a Revolução Industrial, tecnologia e comportamento moldam o mercado de trabalho. O que mudou foi a velocidade: agora, tudo acontece muito mais rápido.
Com computadores cada vez mais potentes, automação em larga escala e a ascensão da inteligência artificial (IA), o que antes levava décadas passou a acontecer em ritmo recorde nos últimos dois anos.
E não é só tecnologia. Mudanças demográficas, pressões econômicas, transição verde e transformações culturais fazem parte desse processo.
Para quem deseja manter a relevância na próxima década, essas são algumas das profissões já declaradas mortas que devem ser evitadas.
Até 2030, o mercado de trabalho será irreconhecível em relação ao que temos hoje. E essa é uma projeção para daqui a apenas quatro anos.
O The Future of Jobs Report 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, estima que 22% dos empregos atuais serão impactados até o fim da década. Ou seja, 92 milhões de postos de trabalho desaparecerão.
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Entre as funções com queda mais rápida estão os cargos de:
Mas o alerta vai além das ocupações vistas como “de menor valor”. Toda função baseada em atividades repetitivas, previsíveis e padronizadas entra na zona de corte, inclusive as mais qualificadas. O risco não está no cargo, mas no tipo de tarefa executada.
Profissionais bem formados e bem remunerados hoje também podem estar com os dias contados, se continuarem fazendo exatamente o que fazem agora.
Um estudo da Universidade da Pensilvânia em parceria com a OpenAI — criadora do ChatGPT — aponta os setores que estão entre os mais expostos às novas tecnologias. São eles:
A boa notícia é que o trabalho não acaba, ele apenas muda.
Apesar do número expressivo de empregos em declínio, o estudo do Fórum Econômico Mundial traz um contraponto importante: 78 milhões de novas oportunidades serão criadas.
O risco não está em ter uma profissão específica, mas em manter uma atuação rígida, incapaz de evoluir com as mudanças e novas demandas do mundo real.
Não por acaso, uma das habilidades mais valorizadas, segundo o relatório, é a curiosidade e o aprendizado ao longo da vida.
E antes que pareça que a única saída é virar um especialista em tecnologia para garantir um salário, vale o alento: esse não é o único caminho.
As habilidades que mais crescerão até 2030 incluem tanto competências tecnológicas — como IA, big data, redes e cibersegurança — quanto habilidades cognitivas, como pensamento analítico, criatividade e liderança.
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