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Escalada do conflito no Oriente Médio provoca disparada histórica do petróleo, que ultrapassa os US$ 90; alta impulsiona ações da Petrobras na bolsa
O mercado de petróleo viveu uma semana histórica. Os preços da commodity dispararam em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, registrando o maior salto semanal em décadas.
Nos Estados Unidos, o WTI, referência para o mercado norte-americano, fechou a sexta-feira com alta de 12,21%, a US$ 90,90 por barril.
Já o Brent, que serve como principal referência internacional e também é o preço usado pela Petrobras (PETR3; PETR4) para suas vendas, terminou o pregão em US$ 92,69 por barril, com avanço de 8,52%.
No acumulado da semana, os números impressionam ainda mais. O WTI saltou 35,6%, registrando a maior alta semanal desde o início da série histórica dos contratos futuros, em 1983. O Brent, por sua vez, subiu cerca de 28%, na maior valorização desde 2020.
A alta da commodity teve reflexos diretos na bolsa. As ações da Petrobras lideraram as negociações na B3 nesta sexta-feira (6) e ajudaram a sustentar o desempenho do Ibovespa.
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Os papéis preferenciais PETR4 chegaram a subir cerca de 6% no pregão, negociados a R$ 43,12, enquanto as ações ordinárias PETR3 avançaram até 6,89%, aos R$ 47.
Com a valorização das ações, a estatal atingiu um novo marco: seu valor de mercado ultrapassou pela primeira vez os R$ 580 bilhões.
O recorde anterior havia sido registrado em fevereiro de 2024, quando a companhia chegou a R$ 571,4 bilhões em valor de mercado.
A forte alta dos preços ocorre em meio ao agravamento do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
As tensões aumentaram ainda mais após o presidente americano Donald Trump exigir a rendição incondicional do Irã, alimentando receios de um conflito mais prolongado e de impactos diretos no mercado de energia.
Um dos principais pontos de preocupação é o Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa uma parcela significativa do petróleo transportado no mundo. O tráfego de navios petroleiros na região foi drasticamente reduzido nos últimos dias.
O ministro de Energia do Qatar, Saad al-Kaabi, afirmou ao Financial Times que o preço do petróleo poderia chegar a US$ 150 por barril nas próximas semanas caso os petroleiros não consigam atravessar a região.
Segundo ele, um bloqueio prolongado teria potencial de provocar impactos severos na economia global.
Além das tensões geopolíticas, o mercado também começa a lidar com interrupções na oferta de petróleo.
Autoridades do Iraque informaram que o país suspendeu cerca de 1,5 milhão de barris por dia de produção. Já o Kuwait iniciou cortes na produção após atingir o limite de armazenamento disponível.
Analistas do JPMorgan afirmam que o mercado começa a sair de um cenário de precificação apenas de risco geopolítico e passa a considerar impactos operacionais concretos na produção e logística de energia.
Segundo o banco, os cortes na oferta podem chegar a 6 milhões de barris por dia caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado ao tráfego.
*Com informações da CNBC
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