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Em 2025, o crédito imobiliário no Brasil somou aproximadamente R$ 324 bilhões em originações, segundo dados apresentados pelo banco
Os níveis elevados das taxas de juros do crédito imobiliário empurraram o sonho da casa própria para mais longe. Apesar disso, o Bradesco BBI projeta um crescimento de 10% a 15% nos financiamentos neste ano.
O diretor de crédito imobiliário do banco, Romero Albuquerque, afirmou que o primeiro trimestre até mostrou um avanço tímido, com aumento próximo de 2% na comparação anual. Mas a expectativa é de aceleração gradual ao longo dos próximos meses, disse ele durante o Brazil Investment Forum, evento realizado nesta quarta-feira (8).
Segundo ele, a melhora está ligada à perspectiva de queda de juros, ainda que em ritmo lento, o que tende a destravar decisões de longo prazo, como a compra de um imóvel.
“As pessoas demandam imóvel. E um fator importante é que, quando você tem uma tendência de baixa de juros, que é o que está acontecendo este ano, independentemente da velocidade, as pessoas ficam com mais apetite para tomar uma decisão dessa de longo prazo”, explicou.
Porém, há outros fatores que devem influenciar esse aumento do setor, além dos cortes dos juros. Para Roberto Ceratto, diretor executivo da Caixa Econômica Federal, que também esteve presente no evento, o déficit habitacional no país é o principal motor do mercado.
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“Existe uma necessidade real por habitação. As famílias continuam querendo casa, mesmo com mudanças no perfil”, afirmou. “Hoje se fala muito que os jovens não querem ter carro, preferem usar aplicativos, mas, quando se fala de casa, eles continuam, sim, procurando imóvel.”
Em 2025, o crédito imobiliário no Brasil somou aproximadamente R$ 324 bilhões em originações, segundo dados apresentados pelo Bradesco BBI. Desse valor, a Caixa respondeu por aproximadamente 75%.
Ainda assim, o montante representa apenas cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, um patamar considerado baixo em comparação a outros mercados.
“Se a gente tivesse um juro estrutural menor, essa indústria, hoje em 10% do PIB, poderia ser o dobro, ou no mínimo o dobro, porque as pessoas querem e precisam de imóvel. Até a ‘geração Z’ quer”, disse Albuquerque.
Do lado da oferta, os executivos destacaram que a estrutura de funding (captação de recursos) também segue dando suporte ao crescimento do setor.
Segundo Ceratto, a poupança tem apresentado melhora, com redução no ritmo de saídas, enquanto o FGTS continua sendo uma fonte relevante para o financiamento habitacional.
Já Albuquerque ressaltou que mudanças recentes nas regras de direcionamento e a liberação de compulsório ajudaram a ampliar a capacidade dos bancos de conceder crédito, além de permitir taxas mais competitivas e condições menos restritivas.
Durante sua fala, o executivo do Bradesco também pontuou que os bancos privados seguem apostando no crédito imobiliário como um produto estratégico, mesmo com margens mais pressionadas.
Segundo ele, embora a rentabilidade direta seja menor — especialmente em um cenário de funding elevado —, o financiamento tem papel central no relacionamento com o cliente.
Albuquerque destacou que, com prazo médio de cerca de 11 anos, o produto contribui para fidelização, retenção e aumento do uso de outros serviços financeiros.
“O crédito imobiliário dura, em média, 11 anos. O cliente pode tomar em até 35 anos, mas ele vai pré-pagando e antecipando com toda a liberdade que ele tiver: ou usando o FGTS ou um bônus de final de ano, por exemplo”, afirmou.
“Além disso, um cliente com crédito imobiliário tem quase 70% mais produtos do que um cliente comum. Então, é um produto extremamente líquido e que apresenta baixa inadimplência.”
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