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Companhias alavancadas terão apenas um alívio momentâneo com a queda dos juros; veja o que mais afeta o custo de dívida
A segunda-feira amanheceu nublada, depois de um final de semana de chuvas intensas. Durante os últimos dias, viralizaram vídeos de carros sendo engolidos pelas águas em São Paulo e outros estados.
Quedas de árvores e alagamentos também estão entre as consequências dos temporais. Para evitar maiores prejuízos, é essencial manter a manutenção dos bueiros e a podas de árvores fracas ou com risco de queda.
Se o inverno e início da primavera são as melhores épocas para isso, os tempos de juros altos também são o período mais propenso para as companhias ajustarem seu balanço.
Nos últimos anos, com a Selic em dois dígitos, muitas empresas se esforçaram para reduzir o custo de suas dívidas, podar ativos podres ou que não geram retorno o suficiente, fertilizar os bons negócios, renegociar com seus credores e tornar a operação mais enxuta. Quando a taxa começar a cair, essas ganham um alívio nas contas.
No entanto, para aquelas que estão altamente endividadas e que continuam a queimar caixa, essa queda apenas posterga a crise. Elas continuam carregando galhos pesados, que não irão dar frutos, e que eventualmente prejudicarão a árvore e os investidores que decidirem se sentar à sua sombra.
Além disso, o custo de capital não tem relação unicamente com a taxa de juros. Os gastos do governo — que precisa tomar crédito e consome grande parte do capital disponível — também encarecem os investimentos das companhias.
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A repórter Camille Lima conversou com gestores para entender o cenário, quais são as companhias com endividamento mais problemático, e o que falta para melhorar o custo de crédito. Confira tudo aqui.
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O Ibovespa encerrou a sexta-feira em queda de 0,46%, aos 164.800 mil pontos. Apesar disso, no acumulado dos últimos cinco pregões, o principal índice da B3 registrou alta de 0,88%, marcando a segunda semana consecutiva de valorização.
Nesta segunda-feira (19), a bolsa brasileira tentará manter o fôlego em meio à divulgação do Boletim Focus. Os mercados vão enfrentar hoje um pregão marcado pela baixa liquidez, já que as bolsas dos EUA estarão fechadas devido ao feriado de Martin Luther King Jr..
Porém, isso não é sinônimo de agenda esvaziada no cenário internacional. Os investidores acompanham nesta segunda a divulgação do PIB dos EUA, o índice PCE, usado para medir a inflação por lá, e balanços da Intel e Netflix.
O dia ainda conta com a reunião do Banco do Japão (BoJ) e o Fórum de Davos, que começa hoje e terá presença recorde de chefes de Estado. Por conta de agenda, o presidente Lula não participará do evento.
Além disso, as tensões geopolíticas seguem agitando os mercados. No fim de semana, Donald Trump voltou a pressionar pela anexação da Groenlândia, prometendo impor tarifas para oito países europeus até conseguir a permissão.
Em meio às novas ameaças do presidente norte-americano e à divulgação de dados econômicos da China, as bolsas asiáticas fecharam a sessão de segunda sem direção única.
Já na Europa, o dia começa no vermelho. Os principais índices da região registram perdas, na esteira do retrocesso das relações comerciais entre os EUA e a União Europeia.
CDBs
FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber. Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento.
26 ANOS DE NEGOCIAÇÕES
Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial sem a presença de Lula; entenda o que falta para o tratado valer na prática. A assinatura, no entanto, não faz o acordo valer imediatamente. Após o evento, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país do Mercosul.
ASSINATURA
Ganhos para indústria e suco de laranja, cooperação tecnológica e criação de empregos: quais os impactos do acordo UE-Mercosul. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que o acordo vai aumentar de 8% para 36% o acesso brasileiro ao mercado de importações mundiais de bens.
OS DESTAQUES DA SEMANA
Vamos (VAMO3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Hapvida (HAPV3) é a ação com pior desempenho; veja os destaques da semana. Os investidores acompanharam os novos desdobramentos do caso Master, as atualizações da corrida eleitoral e as publicações de indicadores econômicos.
AS PREFERIDAS
Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3): veja por que essas ações, ‘top picks’ do BTG no setor de óleo e gás, podem gerar lucros de até 44%. Em um relatório completo sobre o setor, o BTG divulgou suas duas ações preferidas para investir: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3), com impulsionadores claros para a expansão da margem e o aumento da geração de caixa.
NO SHAPE
SmartFit (SMFT3) vai além e levanta R$ 364,5 milhões em aumento de capital — e ainda dá para participar da subscrição das sobras. O montante superou com folga o mínimo previsto na operação, de 4,1 milhões de ações.
PRÉVIA OPERACIONAL
Eztec (EZTC3) dá salto de quase 200% nos lançamentos e vê vendas crescerem no 4T25, mas números não empolgam o Citi. Apesar de reconhecer o bom desempenho no quarto trimestre de 2025, os analistas avaliam que a construtora ainda “precisa melhorar”.
ALGO NÃO CHEIRA BEM
Delegados da PF estão ‘perplexos’ e apontam cenário ‘atípico’ em inquérito do STF sobre Master. Em nota divulgada neste sábado (17), a classe reage ao cenário “manifestamente atípico” na investigação, sob relatoria do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o grupo, tal contexto causa “legítima perplexidade institucional”.
ENVOLVIMENTO PESSOAL
Caso Master: Transparência Internacional diz que PGR deveria pedir impedimento de Toffoli. O cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro é o dono dos fundos de investimento que compraram parte da participação dos irmãos de Toffoli no resort Tayayá, no interior do Paraná.
COMPRA DA ILHA
Tarifaço pela Groenlândia: Trump anuncia tarifas de 25% para oito países europeus. O presidente norte-americano tem dito repetidamente que a Groenlândia é vital para a segurança dos EUA devido à sua localização estratégica e aos grandes depósitos minerais, e não descartou o uso da força para tomá-la.
MERCADO DE TRABALHO
Quando o anúncio de uma vaga de trabalho é uma roubada? Esses sinais servem de alerta. Antes de se inscrever para centenas de processos seletivos, conheça quais pontos de atenção que podem evitar problemas no futuro.
O SOM DO SILÊNCIO
Silêncio! O show está prestes a começar: Cidade do interior de São Paulo é a mais silenciosa do Brasil. Município com pouco menos de 15 mil habitantes segue à risca o limite de 55 decibéis, estabelecido por lei.
FLORESTA NO DESERTO?
A Grande Muralha Verde: China planta floresta em um dos desertos mais inóspitos do planeta. China combate a desertificação do Deserto de Taklamakan com uma mistura improvável de árvores, ciência e megaprojetos de energia solar.
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
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