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Segundo pesquisa Genial Quaest, para 93% dos agentes de mercado a política econômica está na direção errada — e a culpa é do presidente, não de Haddad
Se a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu governo anda em baixa entre a população, quem dirá na Faria Lima.
O quadro pintado pelo mercado financeiro, segundo a última pesquisa Genial/Quaest, inclui um Fernando Haddad tombando, Gabriel Galípolo ainda com um voto de confiança, previsão de inflação maior do que no ano passado e uma possível recessão já no segundo semestre deste ano.
Para completar o cenário de tempestade perfeita, na visão do mercado, ainda se espera Lula voltando como candidato à Presidência em 2026.
A pesquisa, divulgada nesta quarta-feira (19), ouviu 106 dos maiores agentes do mercado financeiro em São Paulo e Rio de Janeiro entre 12 e 17 de março, e tem margem de erro de 3,4 pontos porcentuais para mais ou para menos.
Agora, vamos por partes.
A avaliação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva voltou a obter um alto índice de avaliação negativa entre os agentes do mercado: 88% avaliam o governo como ruim ou péssimo, contra apenas 4% que o avaliam como ótimo ou bom.
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3/ A explicação para essa avaliação tão negativa do governo está na percepção generalizada no mercado que a política econômica do país está indo na direção errada: apenas 7% defendem a política econômica atual. pic.twitter.com/XPIqCCj83b
— Felipe Nunes (@profFelipeNunes) March 19, 2025
A Faria Lima vê o Brasil andando na contramão. A ampla maioria (93%) acredita que a política econômica do país está indo na direção errada, e a culpa recai sobre Lula, para 92%, contra 5% que veem Haddad como o vilão da história.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, viu sua popularidade despencar junto ao mercado, com sua avaliação positiva tombando de 41%, em dezembro de 2024, para meros 10% agora, enquanto a avaliação negativa disparou, passando de 24% para 58% no mesmo período.
A percepção generalizada (85%) é de que Haddad perdeu força dentro do governo. Há um ano, este número era de 14%.
Ainda em seus primeiros passos, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, passa raspando na prova da Faria Lima. Para 45%, sua avaliação é positiva, enquanto 41% a veem como regular e 8% como negativa.
É como se ele ainda estivesse com um voto de confiança: 58% ainda acham cedo para avaliar se Galípolo está tomando decisões mais técnicas ou mais políticas. Mas 38% já defendem que as decisões no BC têm sido mais técnicas que políticas, o que o mercado avalia positivamente.
Em relação à economia, o mercado está bem pessimista: 83% acreditam que haverá uma piora nos próximos 12 meses, enquanto 4% acreditam em uma melhora.
As expectativas do mercado são tão negativas que quase 60% do mercado (58%, para sermos exatos) acredita que o Brasil corre o risco de entrar em recessão no segundo semestre deste ano. A principal aposta é que o PIB este ano cresça entre 1,51% e 2%.
Sobre o aumento de preços, também não se vê luz no fim do túnel ainda. Na avaliação da grande maioria (82%) dos agentes de mercado, a inflação em 2025 vai ser maior do que foi em 2024.
A estimativa é que a taxa de inflação acumulada no ano fique em 6,01%, acima do teto da meta para 2025 (4,5%) e também acima dos 4,83% registrados no ano passado. A previsão, segundo o último Boletim Focus, é de 5,66%.
Lula deve ser candidato à reeleição em 2026, para 60% do mercado financeiro - contra 70% na pesquisa anterior, em dezembro. Se ele de fato se candidatar, 66% acham que não será o favorito a vencer, percentual igual ao que se viu no levantamento anterior.
O nome que teria maior chance de derrotar o petista nas urnas no ano que vem seria Tarcísio de Freitas, atual governador de São Paulo, para 93% da Faria Lima.
Por fim, mas não menos importante, subiu de 55% para 68% o percentual que vê o ex-presidente Jair Bolsonaro indo para a prisão.
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