O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Regime de urgência agiliza a tramitação, mas texto ainda deve passar pelo plenário da Câmara e do Senado
Depois de anos em que a tabela do imposto de renda ficou congelada no tempo, a Câmara dos Deputados decidiu priorizar a análise sobre as possíveis mudanças nas regras. O regime de urgência, aprovado na quinta-feira (21), acelera a tramitação do texto do Projeto de Lei (PL) que isenta a cobrança de imposto de renda (IR) para salários de até R$ 5 mil.
É quase como furar a fila dos textos previstos para análise. Com o regime de urgência, o projeto vai direto ao plenário, encurtando a tramitação dentro da Câmara — e com prioridade dentro da ordem do dia.
Ainda não há uma data para a análise. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), definirá o dia com os líderes partidários, e essa é uma decisão importante. A votação do PL exige um quórum mínimo de 257 deputados para ser válida.
O texto que será analisado (Projeto de Lei 1.087/25) é um substitutivo do original entregue pelo governo Lula, já aprovado por uma comissão especial.
O novo PL, de relatoria do deputado Arthur Lira (PP-AL), mantém a isenção de IR para quem recebe até R$ 5 mil e vai além: oferece descontos gradativos para salários até R$ 7.350.
Inicialmente, o texto do governo oferecia esses descontos para salários até R$ 7 mil. O ajuste de Lira amplia os descontos para cerca de 500 mil pessoas a mais do que o previsto anteriormente.
Leia Também
Hoje, não pagam imposto de renda cidadãos com rendimentos mensais de até R$ 3.036.
O relator argumentou que a proposta do governo arrecadava mais imposto do que o necessário para financiar a isenção de IR até R$ 5 mil. Entretanto, o objetivo dos parlamentares é que a reforma do imposto de renda seja neutra, sem ganho fiscal para os cofres públicos.
Com isso, Lira decidiu ampliar o benefício do desconto para salários até R$ 7.350.
A compensação para a isenção de salários até R$ 5 mil e os descontos até R$ 7.350 virão dos seguintes aumentos de tributos:
A proposta feita pelo governo Lula — e reiterada por Lira — é de taxar em pelo menos 10% quem ganha R$ 1,2 milhão por ano ou mais. A tributação é progressiva e começa a partir de quem ganha R$ 600 mil por ano.
Segundo a equipe econômica, 141,4 mil contribuintes se enquadram na regra e, atualmente, pagam IR bem abaixo do que a classe média: uma alíquota efetiva média de 2,5%. Profissionais assalariados, por outro lado, pagam cerca de 10%.
Assim, o imposto de renda mínimo para a alta renda propõe aumentar o percentual pago por esses contribuintes até que chegue em um mínimo de 10%. Para isso, alguns rendimentos que hoje são isentos serão contabilizados, como os ganhos com lucros e dividendos de empresas.
O texto substitutivo de Arthur Lira já está aprovado. A próxima análise será feita pelos deputados no plenário da Câmara. Ainda não há data para essa votação.
No plenário, os deputados devem primeiro analisar o texto original e aprovar ou não com maioria simples — mais votos a favor do que contra, obedecendo o quórum mínimo de 257 deputados.
Aprovado o texto original, entram em debate os destaques: retirada ou mudanças de artigos específicos.
Os destaques devem ter uma discussão acalorada, já que a oposição é contra o aumento de imposto para a alta renda — embora concorde com o aumento da isenção para a baixa renda.
Finalizadas as etapas no plenário da Câmara, o projeto de lei segue para o Senado. Se aprovado sem mudanças, vai para sanção do presidente Lula. Se tiver alterações, volta para a Câmara — e então segue para o presidente.
*Com informações da Agência Câmara.
Cláudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, fala no Touros e Ursos desta semana sobre um estudo que mensura os possíveis efeitos da redução da jornada no varejo e na economia
Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo