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Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Corte de impostos, mais privatizações e um governo enxuto. Essa é a agenda do senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) para a economia do país. Se você está pensando que já ouviu isso em algum lugar, é porque todas essas propostas estiveram na boca do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por meses.
Freitas é considerado o candidato do “mercado financeiro” por sua agenda mais liberal na economia. Embora não tenha se anunciado oficialmente como pré-candidato à Presidência da República, seu discurso criou expectativas nos agentes financeiros ao longo de 2025.
Até que, em 5 de dezembro, Flávio Bolsonaro se anunciou como pré-candidato da oposição com apoio de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso após ser condenado por tentativa de golpe de Estado.
Era este aval que segurava o anúncio da pré-candidatura de Freitas. Com o bastão entregue ao filho de Bolsonaro, a leitura dos analistas políticos é que Freitas deve seguir nas eleições 2026 como candidato à reeleição ao governo de São Paulo.
Os agentes financeiros não gostaram da notícia. No dia 5 de dezembro, a bolsa de valores rompeu uma sequência histórica de recordes e caiu mais de 4%, no pior dia de negociações desde 2021. Entrou para a história como o “Flávio Day”.
O dólar subiu, a curva de juros futuros abriu, e a polvorosa se instalou nos mercados.
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Desde então, como pré-candidato, Flávio Bolsonaro tem buscado se aproximar de nomes importantes do mercado para alinhar sua posição política e econômica.
Segundo o senador, ele é uma versão mais “centrada” de seu pai. “Eu sempre tive esse perfil de ser mais moderado, mais ponderado”, afirmou em entrevista à agência de notícias Reuters.
Na mesma conversa, ele disse que defenderá reformas orientadas pela lógica econômica, em vez de batalhas culturais que dividem a população.
Dentro dessa agenda estão pautas como equilíbrio fiscal, redução de gastos públicos e modernização do Estado para um governo “enxuto”, além de uma “obsessão por reduzir impostos”.
O senador reconheceu à Reuters que os agentes financeiros tinham uma expectativa de que o ex-presidente endossasse a candidatura de Freitas, porém, afirmou que sua postura equilibrada está levando algumas pessoas a lhe dizerem que ele é “o Bolsonaro que a gente sempre quis”.
Ele listou entre suas prioridades privatizar os Correios e a reavaliar a privatização da Petrobras (PETR4). Destacou também o papel importante do setor privado na aviação comercial, dizendo que precisa de mais concorrência para melhorar os serviços.
Flávio Bolsonaro não antecipou quem seria o líder de sua equipe econômica, mas disse que está se aconselhando com pessoas próximas ao governo do pai. Ele citou nomes como
Na última semana, a agenda do senador esteve concentrada em conversas com agentes do mercado financeiro.
O jornal O Globo noticiou, na quarta-feira (17), um encontro de Flávio Bolsonaro com 40 empresários. Na semana anterior, o senador já teria participado de um almoço outro grupo de empresário na sede do banco norte-americano UBS, em São Paulo.
O “beija-mão” é visto como necessário para aplacar a insatisfação dos agentes financeiros com a “queda” de Tarcísio de Freitas.
A tentativa mais recente teria sido com o banqueiro André Esteves. O colunista Lauro Jardim afirmou que o filho do ex-presidente esteve na casa do dono do BTG Pactual “para uma longa conversa”.
Flávio Bolsonaro ainda quer se encontrar com mais banqueiros e gestores nesta semana, segundo Jardim.
O colunista afirma que, embora parte dos agentes financeiros ainda não deem a candidatura do filho zero um de Bolsonaro por definitiva, já levam seu nome mais a sério.
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