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Investigado na Operação Fames-19, Barbosa é suspeito de participar de um esquema de R$ 73 milhões em contratos emergenciais durante a pandemia
A história insiste em se repetir, muitas vezes de maneira irônica. O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, que o diga.
Natural de Porto Nacional (TO), Barbosa construiu sua trajetória política a partir de 1989, quando se elegeu vereador pela primeira vez. Fez carreira em Palmas, acumulou mandatos e chegou à Assembleia Legislativa em 2010.
Em 2018, foi vice da chapa vitoriosa de Mauro Carlesse ao governo do Estado. Três anos depois, quando o titular foi afastado sob suspeita de corrupção, Wanderlei Barbosa herdou o cargo. Em 2022, elegeu-se governador apresentando-se como “o governador curraleiro”, um homem do povo.
Agora, Barbosa enfrenta um desfecho semelhante ao de seu antecessor. O ministro Mauro Campbell Marques, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou nesta quarta-feira (3) o afastamento do governador por 180 dias.
A medida faz parte da segunda fase da Operação Fames-19, que investiga fraudes em contratos emergenciais celebrados durante a pandemia.
As apurações indicam que o esquema teria provocado um rombo de R$ 73 milhões nos cofres públicos do governo estadual entre 2020 e 2021.
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O dinheiro, segundo a Polícia Federal, teria sido desviado de contratos de fornecimento de cestas básicas e frangos congelados e lavado por meio de empreendimentos de luxo, compra de gado e pagamento de despesas pessoais.
Na primeira fase da operação, em agosto de 2024, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao governador, incluindo o Palácio Araguaia, sede do governo.
No gabinete de Barbosa, os investigadores encontraram R$ 32,2 mil em espécie, ao lado de carimbos do próprio governador e de seu chefe de gabinete, Marcos Martins Camilo.
Além disso, foram apreendidos R$ 35,5 mil, US$ 1,1 mil e 80 euros no escritório particular em sua residência.
Para a PF, os saques de grandes quantias em espécie e o dinheiro encontrado reforçam a convicção de que atos de corrupção passiva ocorreram e continuam a ocorrer na sede do Poder Executivo estadual.
A decisão judicial cita indícios da prática de peculato, corrupção passiva, lavagem de capitais, frustração ao caráter competitivo de licitação e formação de organização criminosa.
Além de Wanderlei Barbosa, a primeira-dama Karynne Sotero Campos, secretária extraordinária de Participações Sociais, também foi afastada de suas funções.
Ao todo, 200 policiais federais cumpriram 51 mandados de busca e apreensão em Tocantins, Distrito Federal, Paraíba e Maranhão nesta quarta-feira.
Por meio de nota, Wanderlei Barbosa afirmou que respeita a decisão, mas classificou o afastamento como uma “medida precipitada”. O governador alegou que os fatos investigados remontam à gestão anterior, quando ocupava o cargo de vice e “não era ordenador de despesas”.
Ele também disse ter pedido para abrir auditoria nos contratos e anunciou que recorrerá da decisão.
A primeira-dama declarou que não tem envolvimento nos fatos apurados e que irá se dedicar à própria defesa.
Com o afastamento de Wanderlei Barbosa, quem assume o comando do Tocantins é o vice-governador Laurez Moreira (PSD), com quem Barbosa mantém relações políticas marcadas pela tensão.
Em 2024, Barbosa chegou a propor e aprovar a chamada “PEC do Apego”, que limitava as possibilidades de posse do vice em caso de ausência do titular.
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