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Dizem por aí que os bonecos Labubu dão azar — mas o que realmente assustou investidores foi a queda das ações e um relatório nada amigável.

Falam que os bonecos Labubu trazem má sorte, pesadelos e até azar. Claro, isso é apenas um boato online. Mas, para os acionistas da Pop Mart, a fabricante chinesa por trás dos adoráveis monstrengos de pelúcia, essa “maldição” parece bem real.
Desde que o JP Morgan divulgou um relatório negativo em relação às perspectivas para o brinquedo, as ações da Pop Mart despencaram, apagando cerca de US$ 13 bilhões do valor de mercado da empresa.
O motivo da revisão? Dúvidas em relação ao hype em torno do Labubu.
Em 2015, o artista Kasing Lung criou o Labubu como parte de sua série de livros ilustrados chamada “The Monsters”. Diante do sucesso de vendas, os bonecos Labubu começaram a ser produzidos em larga escala a partir de 2019, após uma colaboração entre Lung e a empresa chinesa Pop Mart.
Rapidamente, o brinquedo viralizou entre crianças e colecionadores, impulsionado por celebridades como Lisa, do Blackpink, e Rihanna. Junto com a popularidade, o brinquedo se tornou alvo de boatos sobre “má sorte” e pesadelos, especialmente pelo fato de sua aparência remeter à de Pazuzu, uma entidade mística da antiga Mesopotâmia associada a “desgraças”. Entre memes e vídeos assustadores, influenciadores passaram a tratar o Labubu como uma espécie de “cursed toy”.
Coincidentemente, a fama do boneco ganhou um capítulo no mercado financeiro. As ações da fabricante começaram a cair, assombrada por uma queda brusca nas vendas do Labubu.
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O medo virou pânico quando um relatório do JP Morgan trouxe uma revisão da avaliação da empresa. O banco rebaixou a recomendação para "neutra" e reduziu o preço-alvo em 25%, alertando que qualquer deslize nos fundamentos ou notícia negativa poderia afetar o desempenho das ações.
Além disso, o relatório também associou uma queda nos preços de revenda a um sinal de que a demanda estava diminuindo e que a empresa precisava diversificar sua linha de produtos para manter o crescimento.
Resultado: os acionistas acionaram o sinal de alerta e as ações chegaram a recuar quase 9% em um único dia.
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