O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O novo chefe da Casa Branca deve participar do evento na quinta-feira (23), mas já recebeu algumas cutucadas de líderes ao redor do mundo
Donald Trump vociferou aos quatro cantos que iria impor tarifas de 60% sobre a China logo no primeiro dia na Casa Branca. Essa promessa não foi cumprida e o mercado respira aliviado nesta terça-feira (21), na esperança de que a abordagem comercial da nova gestão seja mais branda do que o esperado.
Ao invés da taxação pesada, a ordem de Trump foi outra: as agências federais estão incumbidas de avaliar as relações comerciais dos EUA com outros países para medir os possíveis excessos.
O novo presidente norte-americano também não fugiu do assunto no discurso de posse. Afirmando que a era de ouro dos EUA estava de volta e que faria os EUA grandes de novo, Trump falou ao mundo que aplicaria tarifas e impostos a bens estrangeiros.
Depois da posse, o republicano chegou a dizer também que poderia impor tarifas à China caso o governo de Xi Jinping não aprovasse um acordo para vender o TikTok a uma empresa norte-americana.
Embora enfrente sua própria batalha interna, a China não assistiu ao show de Trump calada. Usando o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, como palco, Pequim deu nesta terça-feira (21) a primeira resposta às ameaças do novo chefe da Casa Branca.
Sem citar Trump nominalmente, o vice-primeiro-ministro da China, Ding Xuexiang, disse que é preciso promover uma economia global que seja inclusiva, que o protecionismo não traz benefícios e que uma guerra comercial não tem vencedores.
Leia Também
Para Ding, todos os países seriam afetados em um mundo fragmentado e a China é "grande defensora do multilateralismo".
“A China está disposta a importar produtos e serviços mais competitivos e de alta qualidade para equilibrar o comércio", afirmou ele, indicando que investimentos estrangeiros no país são bem-vindos.
A expectativa é que Trump use o palco de Davos para enviar novos recados. Ele deve participar do fórum por vídeo na quinta-feira (23).
Do lado europeu, quem se manifestou foi a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen. Em Davos, ela afirmou que o mundo está ingressando em uma nova era de competitividade.
"Precisamos trabalhar em conjunto para evitar uma corrida para o fundo do poço", disse Von der Leyen ao reafirmar que a Europa está aberta para negócios.
E se Trump achou que as ameaças de taxação afastariam os países da China, isso não aconteceu — pelo menos não ainda.
A presidente da Comissão Europeia aproveitou o fórum para destacar o desejo de fortalecer a parceria estratégica com a Índia e falou sobre a importância em encontrar benefícios mútuos na relação com a China.
Já o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, disse ainda que fará de tudo para manter uma boa cooperação com os EUA e que reforçou apoio ao livre-comércio.
"Tarifas mais baixas significam mais comércio, mais concorrência e preços mais baixos", defendeu ele ao citar a necessidade da Europa e da própria Alemanha de fazerem esforços para se tornarem mais competitivas.
Scholz foi à posse de Trump em Washington e afirmou que teve boas conversas com o republicano. Ao ser questionado, no entanto, sobre um suposto gesto nazista do bilionário Elon Musk no evento, o chanceler ressaltou que a Alemanha não aceita posições extremistas.
Outro assunto que precisará ser endereçado por Trump é a guerra da Rússia contra a Ucrânia. Várias vezes durante a campanha, o republicano disse que suspenderia a ajuda financeira a Kiev e que acabaria logo com a guerra.
Em Davos, Volodymyr Zelensky, presidente ucraniano, afirmou manter boas relações com Trump, que se comprometeu a fazer "o possível para acabar com a guerra contra Rússia neste ano".
Zelensky enfatizou que a intenção de Trump é encerrar o conflito de forma eficaz e com garantias de segurança para a Ucrânia, priorizando resultados sustentáveis, em vez de pressa.
Apesar das promessas norte-americanas, Zelensky destacou a necessidade de maior engajamento da Europa no esforço de encerrar a guerra.
*Com informações do Financial Times
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região