O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Enquanto o governo argentino busca um novo pacote de resgate de US$ 20 bilhões com o FMI, chineses e norte-americanos disputam a linha de swap cambial de US$ 18 bilhões entre China e Argentina
Primeiro os negócios, depois os amigos. O peso da geopolítica caiu com força sobre os ombros de Javier Milei nesta semana. Dias após o presidente argentino publicar "Friends Will Be Friends" na rede X (antigo Twitter) — uma homenagem a Donald Trump, acompanhada de um agradecimento pela tarifa mínima de 10% concedida à Argentina — Milei se vê no fogo cruzado da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China.
O prêmio em disputa? A economia argentina.
Com o país na reta final de um novo pacote de resgate de US$ 20 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e uma linha de swap cambial bilionária com a China, a rivalidade entre as duas maiores potências globais volta a esquentar, trazendo o país latino-americano para o centro do tabuleiro.
Nesta terça-feira (08), Pequim reagiu com dureza a declarações de Mauricio Claver-Carone, alto funcionário da gestão Trump e ex-enviado especial para a América Latina, que criticou a linha de swap cambial de US$ 18 bilhões entre China e Argentina.
Em entrevista, Claver-Carone classificou o acordo como “extorsivo” e defendeu seu encerramento.
“Pessoas de bom senso conseguem distinguir quem está extorquindo e coagindo os outros e criando problemas”, rebateu Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, em coletiva regular em Pequim.
Leia Também
“Conclamamos os EUA a corrigirem sua visão e a contribuírem de forma mais concreta para o desenvolvimento dos países da América Latina e Caribe, em vez de se esforçarem para semear a discórdia”, completou.
A linha de swap com o Banco Popular da China (PBoC) é hoje a principal fonte de reservas internacionais da Argentina. Já para a China, trata-se da maior linha de swap em yuans em operação no mundo.
“Enquanto essa linha de crédito for mantida, a China sempre poderá extorquir. Então, para nós, o objetivo com o programa do Fundo é que ele não reforce a posição da China nessa linha de crédito,” afirmou Claver-Carone ao jornal uruguaio El Observador.
Firmado em 2009, o acordo de swap permite que o PBoC mantenha uma conta em yuans no Banco Central da Argentina, que por sua vez detém uma conta em pesos na China. Em junho passado, Buenos Aires renovou cerca de US$ 5 bilhões desse montante por mais dois anos.
No plano interno, o governo Milei busca garantir o apoio político dos Estados Unidos — maior acionista do FMI — para reforçar suas reservas e, em seguida, avançar no desmonte dos controles de capital. A proximidade com Trump é vista como um trunfo estratégico nessa tentativa de realinhamento.
Entre Xi Jinping e Donald Trump, Milei tenta manter o equilíbrio — antes que o tabuleiro vire e o país fique sem espaço para mover suas peças.
*Com informações da Bloomberg
Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados
Enquanto prepara novas tarifas, o republicano também precisa lidar com outro efeito colateral da decisão da Suprema Corte: a renovação da Câmara e do Senado norte-americano
Na esteira da anulação das tarifas do Dia da Libertação pela justiça norte-americana, o republicano disse que pode refazer acordos comerciais e impor novas taxas nos próximos dias
A maior economia do mundo cresceu abaixo das projeções no quarto trimestre de 2025, enquanto o índice de preços para gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação, ficou acima do esperado em dezembro
Citi faz projeções para as principais moedas globais e indica qual deve ser a cotação do dólar em relação ao real no horizonte de 12 meses
Ex-príncipe Andrew foi preso hoje por “má conduta” em caso envolvendo suas relações com Jeffrey Epstein; se condenado, ele corre o risco de cumprir pena de prisão perpétua.
Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período
Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista
O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente
O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne
As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos
Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso
Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras
A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial
Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial
Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco
BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%
Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas
A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia
Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração