O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os partidos de centro concordaram em lançar um fundo de 500 bilhões de euros (R$ 3,1 trilhões) para investir em setores prioritários como transporte, redes de energia e habitação
Nos últimos 80 anos, a Europa construiu sua identidade apostando na prosperidade, na estabilidade e numa parceria estratégica com os Estados Unidos. Mas esse equilíbrio está balançando com uma nova realidade global: o presidente da maior economia do mundo está cada vez mais próximo da Rússia, deixando os aliados históricos dos EUA em alerta.
É por isso que os líderes europeus começam a repensar até que ponto vale a pena depender de Washington nesse cenário, e agora buscam mais autonomia e defesa.
Um deles é Friedrich Merz. Prestes a se tornar chanceler da Alemanha, Merz anunciou na segunda-feira (4) que vai tentar alterar a constituição para isentar os gastos com defesa e segurança dos limites de gastos fiscais para fazer “o que for preciso” para defender o país.
Para tanto, Merz precisa flexibilizar o “freio da dívida”, mecanismo visto como a âncora fiscal da Alemanha.
Os partidos de centro concordaram em lançar um fundo de 500 bilhões de euros (R$ 3,1 trilhões) para investir em setores prioritários como transporte, redes de energia e habitação.
“A Europa precisa fortalecer a defesa”, disse Friedrich Merz, líder da União Democrata Cristã da Alemanha. “As decisões necessárias, especialmente com relação ao orçamento federal, não podem mais ser adiadas após as escolhas recentes do governo americano.”
Leia Também
“Estamos contando que os Estados Unidos continuem honrando nossos compromissos de aliança no futuro”, disse Merz.
“Mas também sabemos que agora precisamos investir muito mais na defesa do nosso país e da nossa aliança.”
Há pouco mais de uma semana, a coalizão dos conservadores, formada pelos partidos União Democrata Cristã (CDU) e União Social Cristã (CSU), levou as eleições gerais com cerca de 28,6% dos votos na Alemanha, atualmente a maior economia do bloco europeu.
VEJA MAIS: 30 dias de Trump na Casa Branca; confira os melhores momentos
O anúncio do fundo acontece em meio a temores de que os EUA estejam perdendo o interesse na Europa e na manutenção da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Logo depois de eleito, Merz defendeu que a Europa buscasse “independência” de Washington.
No último fim de semana, o presidente Donald Trump ordenou que o país desse uma pausa em toda a ajuda militar à Ucrânia.
A medida foi tomada depois que Trump mudou a postura de alinhamento dos EUA em relação ao país europeu, que vinha desde o início da guerra.
Antes disso, na semana passada, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, foi até os EUA para fechar um acordo em troca de algum tipo de apoio ou garantia de segurança contra a Rússia na guerra iniciada em fevereiro de 2022. Mas no fim, o acordo não saiu.
Após um bate-boca na Casa Branca e de os Estados Unidos suspenderem a ajuda militar à Ucrânia, Friedrich Merz disse que vai pressionar para que o pacote de ajuda de três bilhões de euros para a Ucrânia, que está travado no parlamento, seja aprovado o quanto antes.
As medidas anunciadas também acontecem pouco antes da cúpula da União Europeia, que acontece na próxima quinta-feira (6).
Na ocasião, os países do bloco vão discutir como responder à mudança na política externa dos EUA sob o governo de Donald Trump.
VEJA TAMBÉM: cobertura completa da temporada de balanços - Saiba o que esperar do mercado e como se posicionar
*Com informações da Bloomberg Línea, g1 e Deutsche Welle
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global
Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional
Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta
A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema
Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais
Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)
O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho
Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro
Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo
Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage
Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas