🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

EFEITO JACKSON HOLE

Gatilho para os mercados: o maior evento de política monetária dos EUA deve abrir oportunidades de ganho na bolsa

Jerome Powell usou o Simpósio de Jackson Hole para chegar o mais perto até agora de declarar o início do afrouxamento monetário nos EUA e isso pode mexer muito com o seu bolso; entenda como

Carolina Gama
22 de agosto de 2025
14:44 - atualizado às 13:51
estados-unidos-eua-brasil-mercado-financeiro-bolsa-bandeiras ações
Imagem: Montagem Seu Dinheiro / Canva Pro

Poderia ser efeito borboleta, mas é efeito Jackson Hole. O último discurso de Jerome Powell como presidente do Federal Reserve (Fed) está sendo considerado por alguns como o mais importante do ano para a política monetária norte-americana. Se isso é verdade ou não, só o tempo dirá, mas a sinalização dada nesta sexta-feira (22) pode fazer muito investidor ganhar dinheiro na bolsa

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Powell usou o simpósio em Wyoming para chegar o mais perto até agora de declarar o início do afrouxamento monetário nos EUA — uma sinalização que fez os mercados aqui e lá fora dispararem, renovando recordes intradiários, enquanto o dólar perdeu força. Você pode conferir aqui o movimento dos mercados

Não à toa, João Piccioni, CIO da Empiricus Asset, classificou o discurso de hoje de Powell em Jackson Hole como o mais importante do ano. “Jackson Hole pode ser o grande gatilho para os mercados daqui até o final do ano”, afirmou ele ao programa Giro do Mercado, do Money Times, portal que, junto com o Seu Dinheiro, faz parte da Empiricus.

“Uma queda de juros estrutural nos EUA empurra o crescimento para outras partes do mundo também e é um movimento interessante em longo prazo. Por isso, acredito que esse discurso de hoje em Jackson Hole pode ser o grande gatilho para os mercados daqui até o final do ano”, diz Piccioni. 

Para ele, se esse gatilho for disparado, o S&P 500 deve encerrar o ano ao redor dos 6.800 pontos — atualmente o índice mais amplo da bolsa de Nova York está na casa dos 6.400 pontos — e o Ibovespa conseguirá se manter acima de 140 mil pontos. Hoje, com o discurso de Powell, o principal índice da bolsa brasileira renovou máxima, operando acima de 137 mil pontos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Piccioni chama atenção para ações de empresas de setores como o de tecnologia e de biotecnologia na bolsa. “Na hora que esses juros caem, os bancos conseguem captar mais barato e fornecer um pouco mais caro e a curva de juros vai se ajustando, favorecendo rentabilidade, em uma dinâmica muito interessante e favorável”, afirmou. 

Leia Também

“No caso de tecnologia, os juros caem e trazem mais dinheiro para a bolsa, além disso, no caso das big techs, são negócios que não dependem exclusivamente da dinâmica dos juros norte-americanos”. 

E o otimismo do CIO da Empiricus se justifica. No ano passado, quando também subiu ao palco de Jackson Hole, Powell sinalizou uma mudança na política monetária norte-americana e, no mês seguinte, o Fed cortou os juros pela primeira vez após quatro anos. “A foto daquele momento é praticamente igual à de agora e, naquele momento, o que vimos depois foi um rali dos mercados”, afirmou. 

Antes da bonança, no entanto, virá a tempestade. “Esse é justamente o momento no qual o governo norte-americano precisa captar recursos para se financiar e isso significa retirada de dinheiro do mercado, então é possível que a gente veja algum estresse nas bolsas antes do gatilho ser disparado”, diz Piccioni. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A chave do sucesso de TRUMP para VENCER a GUERRA COMERCIAL

Bolsa: otimismo sim, mas cautela também

Os juros nos EUA estão sendo mantidos na faixa entre 4,25% e 4,50% ao ano desde dezembro. O mercado — e a Casa Branca — vem pressionando pelo afrouxamento monetário há meses e os indicadores podem estar sinalizando que esse momento finalmente chegou. 

“Está chegando realmente cada vez mais a hora de Powell virar a mão. Os indícios são cada vez mais claros. Se não for em setembro, será em outubro ou dezembro e isso não quer dizer que Trump esteja vencendo e Powell cedendo. Powell está vendo que chegou a hora de mudar os rumos da política monetária”, disse Piccioni. 

Embalado pelo mesmo otimismo do CIO da Empiricus Asset, o Deutsche Bank antecipou de dezembro para setembro a expectativa do primeiro corte de juros do Fed. O banco alemão projeta cortes de 0,25 ponto percentual (pp) em setembro, dezembro e março, aproximando a taxa básica de juros do nível neutro de longo prazo. 

A mudança veio depois que dois pontos chamaram a atenção do  Deutsche Bank no discurso. O primeiro é que Powell destacou que "o equilíbrio de riscos parece estar mudando", apontando aumento dos riscos de queda no mercado de trabalho após dados recentes mostrarem crescimento de empregos mais fraco e revisões para baixo. Ele afirmou que se riscos de deterioração se materializarem, "podem fazê-lo rapidamente na forma de demissões acentuadas e aumento do desemprego". 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Deutsche Bank interpreta a afirmação como sinal de atenção que poderia justificar uma resposta de política monetária.

O segundo ponto é que Powell disse que "não obstante, com a política em território restritivo, a perspectiva de referência e o equilíbrio de riscos em mudança podem justificar o ajuste de nossa postura de política". Apesar das ressalvas habituais sobre dependência de dados, o banco alemão considera que essa fala indica "um sinal razoavelmente forte de que Powell está inclinado a reduzir a taxa em 0,25 pp em setembro".

O ING, por sua vez, diz que o discurso de Powell surpreendeu pelo viés dovish, ao endossar a expectativa de cortes de juros adiante. Segundo o banco holandês, Powell colocou em segundo plano "o risco de inflação induzido por tarifas, principalmente devido a um mercado de trabalho enfraquecido", sem descartar o afrouxamento monetário.

O ING destaca ainda que fatores políticos, como a ameaça de Trump de demitir a diretora do Fed Lisa Cook por suposta fraude, podem afetar a percepção de médio prazo, especialmente nos títulos mais longos. O banco avalia que a curva de rendimentos tende a se manter inclinada, com o curto prazo protegido e o longo prazo mais exposto a riscos inflacionários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Capital Economics, por sua vez, destaca que o Fed não está comprometido com uma flexibilização automática. Powell indicou que com a política em território restritivo, a perspectiva básica e o equilíbrio de riscos em mudança podem justificar ajuste em postura de política monetária, sinalizando que um corte de juros em setembro se tornou o desfecho mais provável, no entendimento da consultoria britânica. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CRISE NO ORIENTE MÉDIO

Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores

2 de março de 2026 - 11:21

Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos

VISÃO DE FORA

Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa

2 de março de 2026 - 6:30

Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre

CONFLITO NO IRÃ

Em meio à tensão no Oriente Médio, Opep+ mantém cautela ao elevar produção de petróleo

1 de março de 2026 - 10:45

Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia

MERCADO EM ALERTA

Conflito entre EUA e Irã coloca petróleo sob pressão e BTG vê espaço para alta adicional no Brent

1 de março de 2026 - 10:20

Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor

CRISE

Irã nomeia liderança provisória após morte de Khamenei em ataque atribuído a EUA e Israel

1 de março de 2026 - 9:41

Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo

O TODO PODEROSO

Ali Khamenei: quem foi o líder supremo do Irã e alvo dos ataques dos EUA e de Israel

28 de fevereiro de 2026 - 21:47

O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos

CAMINHO DO MEIO

De um lado, a maior economia do mundo. Do outro, um parceiro do Brics. Qual será a posição do Brasil na guerra?

28 de fevereiro de 2026 - 21:29

Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País

O MUNDO ESTÁ DE OLHO

A reação do Brasil e do mundo aos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã

28 de fevereiro de 2026 - 21:10

China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram

BARRIL DE PÓLVORA

Alerta global: guerra entre EUA e Irã acende o pavio do petróleo e da inflação no mundo. Por que o seu bolso e a Selic estão na linha de fogo?

28 de fevereiro de 2026 - 20:14

O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora

TENSÃO GEOPOLÍTICA

Oriente Médio entra em nova escalada após ofensiva de EUA e Israel contra o Irã; governo iraniano retalia

28 de fevereiro de 2026 - 9:30

Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região

CLAUDE NOS INVESTIMENTOS

IA da Anthropic que derrubou ações mundo afora vira sentinela de riscos em carteira global de US$ 2 trilhões

26 de fevereiro de 2026 - 18:35

O Norges Bank Investment Management, responsável por gerir o fundo soberano da Noruega, revelou nesta quinta-feira (26) que está utilizando o Claude para realizar a triagem ética e reputacional de seus investimentos

QUEM TEM RAZÃO?

Nvidia contra os profetas da catástrofe da IA: para Jensen Huang, há “erro de cálculo”; UBS vê fantasma de volta aos mercados 

26 de fevereiro de 2026 - 14:39

Apesar do otimismo do executivo, o setor de software e serviços (SaaS) do S&P 500 amargava uma queda de quase 23% até quarta-feira (26)

PODE ISSO?

Governo confisca prêmio da Mega por causa de dívida, mas ganhador briga e recupera o dinheiro

25 de fevereiro de 2026 - 12:13

Apostador tinha direito ao equivalente a pouco mais de R$ 4 mil, mas governo cruzou dados, descobriu uma dívida tributária e dificultou o saque

NEM PRECISA DE BOLA DE CRISTAL

O pior da IA nas bolsas ainda está por vir: o alerta de Nassim Taleb e da Citrini Research que derrubou ações mercado afora

24 de fevereiro de 2026 - 15:01

A casa de análise pouco conhecida destacou os riscos para vários segmentos da economia global; visão risco é compartilhada pelo papa do mercado financeiro

I WANT TO BELIEVE

Como um comentário de Obama sobre ETs e a resposta de Trump deixaram a comunidade ufológica em polvorosa

23 de fevereiro de 2026 - 10:35

Donald Trump ordena divulgação de documentos oficiais sobre extraterrestres e OVNIs depois de Barack Obama afirmar que aliens existem

CORRIDA TECNOLÓGICA

A nova rota da seda é de silício: Índia caça status de superpotência da IA entre os aportes colossais das big techs 

21 de fevereiro de 2026 - 16:45

Com US$ 18 bilhões em chips e parcerias com Nvidia e Microsoft, a Índia acelera para planos para liderar a corrida da inteligência artificial

RISCO SISTÊMICO

As baratas começaram a aparecer: a próxima bolha que pode estourar nos EUA — e não é a da IA

21 de fevereiro de 2026 - 12:08

Jamie Dimon, CEO do JP Morgan, e Daniel Goldberg, CIO da Lumina Capital, ligaram a luz amarela para essa indústria já no final do ano passado

A FARMÁCIA E O CELEIRO

O contra-ataque de Lula: terras raras brasileiras viraram arma em acordo bilionário com a Índia

21 de fevereiro de 2026 - 10:45

Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados

QUEM É O REI DO JOGO?

Mirou no que viu e acertou no que não viu: como as tarifas podem embolar o meio de campo de Trump nas eleições

21 de fevereiro de 2026 - 9:23

Enquanto prepara novas tarifas, o republicano também precisa lidar com outro efeito colateral da decisão da Suprema Corte: a renovação da Câmara e do Senado norte-americano

QUEM PODE MAIS?

Trump truca a justiça com mais tarifas: como as empresas brasileiras ficam no meio do cabo de guerra

20 de fevereiro de 2026 - 17:30

Na esteira da anulação das tarifas do Dia da Libertação pela justiça norte-americana, o republicano disse que pode refazer acordos comerciais e impor novas taxas nos próximos dias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar