O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Relatório da gestora destaca desorganização gerada pelas tarifas de Trump, crescimento da influência chinesa e boas perspectivas para Brasil e ativos emergentes.
A mais recente Carta de Gestão da Panamby Capital, referente a abril de 2025, destaca a crescente desorganização econômica global provocada pelas políticas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos, especialmente sob a administração do presidente Donald Trump.
De acordo com a gestora, a principal beneficiada desse cenário é a China, que, após anos tentando estabelecer uma nova ordem econômica global, teria "ganhado esse presente" dos próprios norte-americanos.
“Há anos os chineses buscam estabelecer uma nova ordem econômica global, e a ganharam de presente”, afirma o relatório divulgado nesta sexta-feira (2).
A asset aponta uma forte decepção com os primeiros 100 dias do novo governo americano, que frustrou expectativas ao se concentrar apenas na imposição de tarifas comerciais, sem avanços em desregulação ou cortes de impostos. O resultado foi a quebra de confiança no ambiente institucional e nos modelos de negócios globais.
A gestora destaca que o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA caiu 0,3% no primeiro trimestre de 2025, ante expectativa de alta de 0,1%, refletindo os impactos das tarifas e o fenômeno conhecido como front loading — a antecipação de compras para evitar aumentos de preços.
O consumo interno até cresceu 1,8%, mas essa expansão é considerada insustentável e os analistas esperam uma desaceleração acentuada nos próximos meses.
Leia Também
“Mesmo que tudo fosse revertido agora, a confiança já foi rompida”, avaliam os gestores da Panamby.
Outro dado preocupante foi a queda no número de vagas abertas nos EUA, com base em informações do Bureau of Labor Statistics, indicando incerteza entre empregadores.
O relatório da Panamby é categórico ao afirmar que a China é a grande vencedora do desarranjo provocado pelos EUA.
A perda de credibilidade das instituições americanas e o "atentado ao rule of law" estariam empurrando países asiáticos — e, em menor intensidade, blocos como Europa e América Latina — para a órbita de influência chinesa.
“Com o atentado às instituições americanas e ao rule of law, os países asiáticos estão se alinhando à gravidade da atração chinesa”, diz o texto.
Além disso, segundo a carta, enquanto os EUA enfrentam turbulência, os mercados emergentes vêm colhendo os frutos da fuga de capitais.
A Panamby observa que moedas como o iene japonês e o franco suíço se valorizaram 5% e 7% em abril, respectivamente. O ouro também teve forte demanda, subindo mais de 5% no mês, como ativo de proteção em meio à incerteza.
“Nesse ambiente, os EUA tendem a perder mais e o resto do mundo perde menos, mas o resultado final é ruim para todos”, avalia a gestora.
O Brasil também foi destaque positivo no relatório da Panamby. Apesar de juros reais ainda elevados, a atividade econômica segue robusta. O país gerou 456 mil empregos no primeiro trimestre, segundo o Ministério do Trabalho, enquanto os salários registraram alta média de 9% ao ano nos últimos dois anos, segundo o IBGE.
A inflação, por outro lado, preocupa: o IPCA-15 saltou de 3,77% em abril de 2024 para 5,49% em abril de 2025, com pressão especialmente em serviços e alimentos. Ainda assim, o mercado vê espaço para cortes futuros da taxa Selic, o que contribuiu para a valorização do Ibovespa (+4%) e do mercado de crédito privado.
A gestora encerra sua análise recomendando cautela estratégica. Apesar de um possível arrefecimento das medidas tarifárias dos EUA, a confiança internacional foi abalada e o ambiente de negócios global se tornou mais hostil.
“A conclusão é que muito ainda está por vir”, reforça a carta.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Corinthians enfrenta o Arsenal neste domingo (1º), às 15h (de Brasília), no Emirates Stadium, pela final do primeiro Mundial de Clubes feminino promovido pela Fifa
Impasse na Câmara mantém shutdown temporário nos Estados Unidos, apesar de acordo entre Trump e democratas e da aprovação, pelo Senado, do financiamento da maior parte do Orçamento até setembro
Uma combinação de colapso bancário, inflação fora de controle e isolamento internacional ajuda a explicar a onda de protestos no Irã
O Senado norte-americano ainda precisa validar a indicação, e o mercado dá os primeiros sinais sobre o futuro da credibilidade do banco central nos EUA; entenda o que pode acontecer com a bolsa, o dólar, o ouro e a renda fixa agora
O Google anunciou a assistente de inteligência artificial que ficará integrada ao navegador Chrome. Ela é capaz de marcar médicos, enviar e-mails e até mesmo comprar coisas
Surto de Nipah no leste da Índia leva países asiáticos a retomarem protocolos de triagem, quarentena e alerta sanitário
Enquanto Jennifer Lawrence defende o silêncio diante da polarização, artistas cancelam apresentações, protestam contra o ICE e entram em choque com a gestão cultural de Donald Trump
A decisão de política monetária desta quarta-feira (28) está longe de ser o clímax da temporada, que tem pela frente a substituição de Powell no comando do BC norte-americano
Mais uma vez, a decisão de não mexer na taxa não foi um consenso entre os membros do Fomc; Stephen Miran e Christopher Waller defenderam um corte de 25 pontos
Indicador simbólico criado por cientistas aponta que riscos como guerra nuclear, mudanças climáticas e avanço da inteligência artificial levaram o mundo ao ponto mais crítico desde 1947
As bolsas dos principais países da região acumulam ganhos de pelo menos 10% em janeiro, mas nem tudo que reluz é ouro e a agência de classificação de risco aponta prós e contras que podem determinar o futuro dos seus investimentos
Matheus Spiess, analista da Empiricus, fala no podcast Touros e Ursos desta semana sobre a ruptura de Trump com o ambiente econômico e geopolítico das últimas décadas
Pressionada por custos elevados, petróleo barato e déficit fiscal, Arábia Saudita redesenha o megaprojeto urbano lançado em 2017
Corinthians x Gotham FC nesta quarta-feira (28), às 9h30, pela semifinal do Mundial de Clubes feminino da Fifa
Pesquisas por voos para o Brasil cresceram de forma abrupta logo após a notícia; Pequim, Xangai, Guangzhou, Chengdu, Xiamen e Shenzhen estão entre as cidades de partida mais procuradas
Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal
Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Descoberta revela moedas de ouro raríssimas da época da Guerra Civil Americana; conjunto é avaliado em milhões de dólares
Túnel de Base do Gotardo encurta travessias alpinas, tira caminhões das estradas e virou um marco de planejamento de longo prazo