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O aumento impacta exclusivamente a área de concessão de São Paulo capital e interior. Para grandes indústrias e shoppings, o reajuste será de 15,77%.

Os paulistas terão que arcar com tarifas mais caras na conta de luz a partir de julho devido ao reajuste anual da distribuidora local, a Enel São Paulo.
Nesta terça-feira (1º), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) comunicou que aprovou um reajuste tarifário anual médio de 13,94% para as tarifas cobradas pela Enel SP.
Este aumento, que impacta exclusivamente a área de concessão de São Paulo capital e interior, entra em vigor a partir desta sexta-feira, 4 de julho.
O cliente deve sentir a diferença no bolso a partir da próxima conta de luz, quando a nova tarifa será calculada junto ao consumo mensal.
Para os consumidores conectados à alta tensão, como grandes indústrias e shoppings, o reajuste será de 15,77%. Já para os de baixa tensão, que engloba residências e pequenos comércios, a alta média será de 13,47%. Ao todo, o ajuste afeta 8,07 milhões de consumidores.
Adicionalmente, a Aneel determinou que a bandeira tarifária de julho permanecerá vermelha patamar 1.
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Isso implica um acréscimo de R$ 4,463 a cada 100 kWh consumidos, devido ao cenário de chuvas abaixo da média em todo o país, que reduz a geração de energia por hidrelétricas e exige o acionamento das termelétricas, que tem uma geração de energia mais cara.
A Enel SP informa que não define as tarifas cobradas nas contas de luz, sendo estas reguladas pela Aneel com base em critérios técnicos e legais.
A estrutura do reajuste tarifário é composta por duas parcelas principais:
Em comunicado, a companhia de energia italiana afirma que planeja investir R$ 10,4 bilhões no período de 2025 a 2027 para melhorar seus serviços.
Estes investimentos incluem a construção e modernização de subestações, instalação de dispositivos automáticos e medidores inteligentes, além do reforço no quadro de eletricistas.
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