🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

DESTAQUES DA BOLSA

Telefônica (VIVT3) desaba na bolsa mesmo após lucro bilionário no 4T24. O que desagradou o mercado no balanço da dona da Vivo?

Companhia registrou lucro líquido de R$ 1,76 bilhão no quarto trimestre de 2024, uma alta de 10,1% em relação ao mesmo período de 2023; mesmo assim, é uma das maiores quedas do Ibovespa hoje

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
26 de fevereiro de 2025
14:46 - atualizado às 14:47
telefonica, dona da Vivo
Telefônica - Imagem: Divulgação

Quando se fala de resultados financeiros, o lucro não é tudo. Tem outros números, como fluxo de caixa, dívida e rentabilidade, que dizem muito mais sobre a real saúde da empresa. Um exemplo disso é a Telefônica Brasil (VIVT3). Embora o lucro da empresa de telecomunicações tenha aumentado em 10% no quarto trimestre de 2024, a ação da companhia opera entre as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (26).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O papel da dona da Vivo abriu em baixa no pregão de hoje e aprofundou as perdas no começo desta tarde. Por volta das 14h20, VIVT3 caía 6,51%, a R$ 50,01.

VEJA MAIS: 35 empresas divulgam resultados do 4T24 esta semana, e BTG Pactual revela suas projeções para as principais

Os resultados da Telefônica no 4T24

A Telefônica registrou lucro líquido de R$ 1,76 bilhão no quarto trimestre de 2024, uma alta de 10,1% em relação ao mesmo período de 2023, dentro das expectativas do mercado.

Analistas, em média, esperavam lucro líquido de R$ 1,7 bilhão para a empresa de telecomunicações, segundo dados da LSEG.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia subiu 7,8% ano a ano, para R$ 6,2 bilhões nos meses de outubro a dezembro, com margem Ebitda estável.

Leia Também

Separadamente, a companhia anunciou um novo programa de recompra de ações, envolvendo até 34,7 milhões de papéis, com início na quarta-feira e término em 25 de fevereiro de 2026. O valor máximo a ser utilizado no programa é de R$ 1,75 bilhão.

Não é o que parece

Embora os números tenham vindo em linha com as expectativas, a qualidade real dos resultados foi inferior quando ajustados por eventos não recorrentes. É o que afirmam Carlos Sequeira, Osni Carfi, Guilherme Guttilla e Bruno Henriques, analistas do BTG.

O ajuste em questão foram os efeitos não recorrentes relacionados à reversão de provisões da migração da concessão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No final do ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou o acordo entre a Anatel e a Telefônica para o fim da concessão do serviço público de telefonia fixo e a migração para uma autorização em regime privado.

Isso significa que a Telefônica deixará de operar sob o regime de concessão, que impõe diversas obrigações regulatórias, e passará a atuar no modelo de autorização, que oferece mais flexibilidade. 

Para isso, a companhia precisará investir até R$ 4,5 bilhões ao longo dos próximos dez anos, como parte do acordo com os órgãos reguladores.

No último trimestre do ano passado, a Vivo reverteu R$ 792 milhões em provisões, dos quais R$ 386 milhões impactaram o Ebitda e R$ 406 milhões o resultado financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sem esse efeito positivo, o lucro líquido teria ficado abaixo do esperado, e o Ebitda, que inicialmente parecia em linha, ficaria levemente abaixo da projeção, segundo BTG. 

Além disso, a margem Ebitda, que foi reportada como estável em 42,5%, cairia para abaixo de 40% sem esses ajustes.

“O lucro líquido reportado foi de R$ 1,76 bilhão, 10% acima da nossa estimativa, mas um resultado inferior quando ajustado pelo impacto positivo mencionado”, dizem os analistas. 

Já a receita de serviços móveis da companhia se manteve estável em comparação ao trimestre anterior — mas a expectativa do banco de investimentos era de crescimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

VEJA MAIS: 3 categorias de ações para buscar proteção e retorno no atual cenário econômico

VIVT3 é boa pedida para alocação defensiva

Por outro lado, o BTG cita alguns pontos positivos, como os benefícios da migração da concessão, que podem gerar eficiência operacional e novas oportunidades de receita. 

No entanto, o fluxo de caixa operacional da empresa no quarto trimestre ficou abaixo das projeções, e o Capex (investimento) veio um pouco acima do esperado.

“Para investidores que buscam ações mais defensivas, a Vivo é uma opção sólida, especialmente em um mercado mais fraco. O setor de telecomunicações oferece modelos de negócios estáveis, forte posicionamento competitivo, geração robusta de caixa e retornos expressivos para os acionistas”, dizem os analistas do BTG.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por conta disso, o banco tem recomendação de compra para VIVT3, com preço-alvo de R$ 62, o equivalente a um potencial de alta de 18% sobre o fechamento anterior. 

Os analistas, no entanto, destacam que a ação negocia com um prêmio em relação aos pares globais e à TIM (TIMS3), o que pode limitar um potencial de valorização expressivo. Segundo o BTG, a Telefônica negocia a 15 vezes o preço sobre o lucro (P/L) projetado para 2025.

*Com informações do Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RAIO-X DO SETOR

Rede D’Or (RDOR3) segue como estrela e Fleury (FLRY3) ganha fôlego: Santander aposta nas gigantes, mas vê obstáculos em 2026 para a saúde

9 de janeiro de 2026 - 19:25

Banco reforça confiança seletiva em grandes players, mas alerta para riscos regulatórios e competição intensa na saúde neste ano; confira as recomendações do Santander para o setor

DEPOIS DO DR. GOOGLE

ChatGPT Health ajuda, mas não receita: entenda como funciona

9 de janeiro de 2026 - 15:35

Nova área de saúde do ChatGPT promete organizar exames, explicar resultados e ajudar no dia a dia, mas especialistas alertam: IA informa, não diagnostica

RUMO AO FUTURO

Embraer (EMBJ3) voou alto em 2025, segundo BTG; descubra se a companhia manterá o embalo em 2026

9 de janeiro de 2026 - 15:21

Com resultados sólidos no ano passado, a Embraer entra em 2026 com o desafio de sustentar margens, expandir capacidade produtiva e transformar a Eve Air Mobility em nova fronteira de crescimento

PRATO FEITO PARA INVESTIDORES

Arroz está muito barato, e expectativa é de queda na produção em 2026; veja como ação da Camil (CAML3) pode disparar até 81%, segundo o BTG

9 de janeiro de 2026 - 14:01

Para este ano, a estimativa é que os agricultores plantem menos arroz, o que pode levar à recuperação do valor da commodity, o que pode impulsionar o valor da ação da Camil

FREE FLOW

Sem fila nos pedágios: Motiva (MOTV3) e EcoRodovias (ECOR3) anunciam parceria para investir em plataforma digital

9 de janeiro de 2026 - 10:42

As empresas anunciaram um investimento conjunto para desenvolver e operar uma plataforma digital voltada para a gestão e processamento dos pagamentos de pedágios

XÔ, VOLATILIDADE

‘Queridinha’ de Barsi na mira da B3: empresa em recuperação judicial leva enquadro da bolsa — e não é a única

9 de janeiro de 2026 - 10:05

Paranapanema (PMAM3), em recuperação judicial, foi notificada para sair da condição de penny stock; entenda

PLANEJAMENTO

Calendário dos negócios em 2026: as datas que o empreendedor precisa ficar atento para faturar mais no ano

9 de janeiro de 2026 - 9:40

Além das datas tradicionais para o varejo, como o Dia das Mães e o Natal, o ano será marcado por feriados prolongados e Copa do Mundo

TENTATIVA FRUSTRADA

Novo revés para Vorcaro: Justiça dos EUA reconhece liquidação do Banco Master. O que acontece agora?

9 de janeiro de 2026 - 8:56

Decisão de tribunal da Flórida obriga credores e tribunais americanos a respeitarem o processo brasileiro

FUSÕES E AQUISIÇÕES

Rivais da Vale (VALE3) estão prestes a se unir: a negociação entre a Rio Tinto e a Glencore que pode criar uma gigante da mineração

8 de janeiro de 2026 - 19:52

A Rio Tinto tem um valor de mercado de cerca de US$142 bilhões, enquanto a Glencore está avaliada em US$65 bilhões de acordo com o último fechamento

DIVIDENDOS EM RISCO

BB Seguridade (BBSE3) na berlinda: Safra corta preço-alvo em R$ 8 e acende alerta sobre dividendos

8 de janeiro de 2026 - 19:48

Performance tímida da companhia em 2025 e a deterioração dos prêmios no agronegócio levaram o Safra a rever projeções; analistas enxergam crescimento zero nos próximos anos e recomendam venda da ação

BATALHA POR ESPAÇO

Amazon mostra o seu poder fogo na guerra do e-commerce; Mercado Livre (MELI34) e Shopee podem sentir efeitos, diz BTG

8 de janeiro de 2026 - 17:45

Com isenção de comissões e subsídios agressivos ao FBA, a gigante americana investe pesado para atrair vendedores, ganhar escala logística e enfrentar Mercado Livre e Shopee no coração do marketplace

FORA DA PRATELEIRA

Anvisa determina recolhimento de molho de tomate importado e suplementos por risco à saúde; veja se os produtos estão na sua casa

8 de janeiro de 2026 - 16:51

Agência suspendeu um lote de passata italiana após detectar fragmentos de vidro e proibiu suplementos com ingredientes irregulares e publicidade fora das normas

SINAL DE ALERTA

Espaçolaser (ESPA3) entra na mira da B3: empresa recebe enquadro para escapar do rótulo de penny stock; descubra os detalhes

8 de janeiro de 2026 - 16:25

Após registrar fechamentos abaixo de R$ 1, a Espaçolaser foi enquadrada pela B3 e corre risco de ser classificada como penny stock; companhia terá prazo para reverter a situação e evitar sanções como a exclusão de índices

MORTAS VIVAS

Quase sem vida, mas ainda de pé: o que são empresas zumbis e por que o Brasil lidera esse ranking entre os emergentes

8 de janeiro de 2026 - 15:16

Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas

QUEDA LIVRE

Apertem os cintos: Azul (AZUL54) despenca quase 86% em dois dias com diluição das ações

8 de janeiro de 2026 - 14:12

O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.

ESTRATÉGIA REDESENHADA

Sabesp (SBSP3) entra em modo expansão em 2026 — e a Copasa pode ser o próximo passo. O que diz o CFO?

8 de janeiro de 2026 - 13:42

Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições

EM BUSCA DA EFICIÊNCIA

GPA (PCAR3) contrata consultoria dos EUA para auxiliar na redução de custos e ações sobem; confira os planos da companhia

8 de janeiro de 2026 - 12:11

A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro

VAI FUNCIONAR?

Inteligência Artificial passa a prescrever remédios nos Estados Unidos. Vai dar certo?

8 de janeiro de 2026 - 9:02

Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas

HORA DA COLHEITA

Além da JBS (JBSS32): descubra as ações do agro que podem brilhar em 2026, segundo o BofA

7 de janeiro de 2026 - 17:47

Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores

ENTRE RUÍDOS

A quem cabe reverter (ou não) a liquidação do Banco Master? Saiba quem manda no destino da instituição agora

7 de janeiro de 2026 - 16:24

Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar