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A ação está negociando abaixo da média histórica e a companhia continua sendo considerada uma boa tese de investimentos, mas, segundo analistas do banco, vale a pena esperar os gatilhos
“Já foi, mas não é mais a minha notificação preferida…” O sucesso da dupla Zé Neto e Cristiano cai como uma luva para a Weg (WEGE3) neste momento. A empresa, considerada queridinha pelos investidores, já não é mais uma unanimidade nas recomendações dos grandes bancos. O Itaú BBA, por exemplo, não indica comprar as ações agora.
“O segundo trimestre de 2025 deve apresentar alguma melhora sequencial nas margens — menos solar, sazonalidade mais favorável —, mas as taxas de crescimento não devem acelerar. Nesse sentido, embora a Weg continue sendo uma das histórias mais empolgantes em nossa cobertura, não vemos motivos para apressar a entrada no papel ainda”, dizem os analistas Daniel Gasparete, Gabriel Rezende e Pedro Tineo.
Nem mesmo o preço convence o trio. Cálculos do BBA mostram que WEGE3 está negociando abaixo da média histórica, em 22,5x preço sobre lucro (P/L) em 12 meses conta 27 historicamente.
“Acreditamos que a ação carece de gatilhos no momento para sustentar uma reavaliação ou uma mudança relevante no consenso”, dizem os analistas.
Por volta de 12h50, as ações da Weg subiam 3,24%, cotados a R$ 43,05, figurando entre as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (4). No ano, no entanto, os ativos acumulam queda de 17,9%.
No mesmo horário, o principal índice da bolsa brasileira operava em leve queda de 0,03%, aos 137.508,50 pontos.
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Para o BBA, a Weg continua sendo uma das histórias mais empolgantes da cobertura do banco, oferecendo novas e atraentes vias de crescimento a serem exploradas — mas isso não basta para a recomendação de compra do papel.
E uma característica importante justifica a postura do BBA: a ação da Weg se move em conjunto com as inflexões nas expectativas de crescimento, lucratividade e custo de capital — e os analistas não enxergam agora uma inflexão positiva em nenhuma dessas tendências.
“A administração está vendo uma aceleração na entrada de pedidos, o que significa que não houve impacto da guerra comercial nas operações. No entanto, os executivos da empresa sinalizaram que isso se traduziria em receitas mais fortes apenas no terceiro trimestre”, dizem os analistas.
O trio reconhece que novas vias de crescimento, como a mobilidade elétrica, estão acelerando, mas não em um ritmo para sustentar taxas de crescimento mais altas.
Exemplos disso são o powertrain elétrico e o pacote de baterias para ônibus, que estão se expandindo em um ritmo menor do que o esperado, já que os municípios estão adotando lentamente essa nova tecnologia.
Outro ponto de atenção da Weg é o segmento solar centralizado. Segundo o BBA, a receita do setor pode ter atingido o pico no primeiro trimestre deste ano, implicando uma melhor combinação em termos de margens, mas criando uma base de comparação difícil para uma expansão a partir de agora.
Mesmo com todos esses desafios, o Itaú BBA diz que a Weg será capaz de manter o forte crescimento visto nos três primeiros meses do ano, substituindo a receita solar por outras soluções capazes de impulsionar o resultado financeiro da companhia.
“A administração pareceu confiante de que o primeiro trimestre de 2025 pode ter marcado o piso para a margem Ebitda, que foi de 21,6%, e reiterou o discurso de que as margens anuais devem girar em torno da média vista nos últimos dois anos (ou seja, 22%) com uma assimetria positiva”, dizem os analistas.
Em outras palavras, segundo o banco, isso significa que as margens da Weg devem acelerar sequencialmente nos próximos trimestres e, potencialmente, impulsionadas por menos receita vinda de solar centralizada e mais sinergias da aquisição da Regal.
Em setembro de 2023, a Weg anunciou a compra dos negócios de motores elétricos industriais e geradores da Regal Rexnord Corporation por US$ 400 milhões.
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