🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

QUEM PAGA A CONTA?

Não colou: por que a Justiça barrou a tentativa do Assaí (ASAI3) de se blindar de dívidas antigas do Pão de Açúcar

O GPA informou, nesta segunda (15), que o pedido do Assaí por blindagem contra passivos tributários anteriores à cisão das duas empresas foi negado pela Justiça

Grupo Pão de Açúcar GPA PCAR3
Fachada de loja do Pão de Açúcar - Imagem: Jacques Lepine / Estadão Conteúdo

Quando Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) e Assaí (ASAI3) decidiram se separar, em 2020, a ideia era cada um seguir seu caminho. Cinco anos depois, os dois protagonizam uma briga típica de divórcios corporativos: quem fica com a conta do passado, ainda mais agora que o antigo “chefe da família”, o grupo francês Casino, ensaia sair de cena.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse contexto, o GPA informou ao mercado nesta segunda-feira (15), que a justiça rejeitou integralmente pedidos feitos pelo Assaí, que queria obrigar o Pão de Açúcar a apresentar garantias financeiras capazes de cobrir contingências tributárias anteriores à separação das duas empresas.

Além disso, a rede de atacarejo solicitava a indicação de bens livres de ônus que pudessem servir como respaldo para eventuais novas cobranças fiscais.

O pedido tinha caráter preventivo e buscava proteger o Assaí do risco de ser responsabilizado, no futuro, por dívidas que, segundo o contrato de separação, caberiam ao GPA.

Segundo o fato relevante publicado, o juízo da 3ª Vara Empresarial do Estado de São Paulo entendeu que não havia fundamento para impor essas garantias neste momento. A decisão ainda está sujeita a recurso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em comunicado próprio, o Assaí acrescentou um ponto relevante ao debate: a Justiça negou a tutela de urgência porque o GPA já apresentou garantias para as contingências tributárias que vinham sendo cobradas diretamente da rede, incluindo um Procedimento Administrativo de Reconhecimento de Responsabilidade (PARR) no valor aproximado de R$ 36 milhões. Esse fator, segundo a companhia, afastou o requisito de urgência apontado no pedido.

Leia Também

MERCADO USA A RÉGUA ERRADA?

Citi sobe o preço-alvo de BTG Pactual (BPAC11) e vê espaço para ação se descolar dos bancões

VAI PINGAR POR AÍ?

Porto (PSSA3), Totvs (TOTS3) e Fleury (FLRY3) colocam R$ 636 milhões em JCP no radar; veja quem tem direito

A briga sobre quem vai arcar com as contas

Essa batalha começou em setembro deste ano, diante dos rumores sobre a saída do Casino do GPA.

O receio do Assaí era que o afastamento do antigo controlador fragilizasse financeiramente o Pão de Açúcar, reduzindo a capacidade da companhia de arcar com passivos antigos. Para evitar um eventual “respingo” dessa situação, a rede de atacarejo decidiu se antecipar e levou o caso à Justiça.

Mesmo após a cisão, a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) podem tentar atribuir à rede de atacarejo responsabilidade solidária por esses passivos, o que permitiria ao Fisco cobrar o Assaí por débitos gerados antes da separação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O medo do Assaí é ter de pagar a conta para depois disputar o ressarcimento com o GPA, em um processo longo e incerto.

Com a medida cautelar, o Assaí requeria que qualquer venda de ações do GPA pelo Casino fosse condicionada à garantia de que a empresa iria arcar com os valores cobrados pela Receita.

A ação também exigia que o GPA oferecesse garantias suficientes para manter o Assaí livre de eventuais contingências tributárias anteriores à cisão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Itaú (ITUB4) aluga 100% do Esther Towers, da EZ Tec (EZTC3). 18 de setembro de 2026 - 10:18
dividedos renda maio caixa seguridade cxse3 petrobras petr4 17 de setembro de 2026 - 18:34
Fachada loja Natura 17 de setembro de 2026 - 18:24
Gráfico de ações e sacolas de compras para representar empresas do varejo 17 de setembro de 2026 - 18:00
Fachada da Raia, da RD Saúde (RADL3). 16 de setembro de 2026 - 12:01
Celular com logo Nubank 16 de setembro de 2026 - 10:44
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 15 de setembro de 2026 - 19:26
Logo da companhia JBS, ao fundo céu azul e árvores espelhados na fachada do prédio 15 de setembro de 2026 - 19:14
Weg (WEGE3) 15 de setembro de 2026 - 17:52
Em um fundo com cifrões caindo do céu, o símbolo da Vivo aparece no centro da imagem 14 de setembro de 2026 - 19:10
Vale 14 de setembro de 2026 - 18:31
Touro amarelo com investidor em cima dele em direção para o alto, representando um bull market do Ibovespa e da bolsa brasileira 14 de setembro de 2026 - 17:58
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar a temporada de balanços de bancos Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3). 14 de setembro de 2026 - 16:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar