O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A varejista anunciou o quinto lucro trimestral consecutivo no 4T24, com aumento de rentabilidade e margem, mas frustrou do lado das receitas; entenda
As ações do Magazine Luiza (MGLU3) iniciaram o pregão desta sexta-feira (14) no azul, liderando os ganhos do Ibovespa após a divulgação do resultado do quarto trimestre de 2024.
Por volta das 11h30, os papéis MGLU3 subiam 17,14%, cotados a R$ 9,91, com uma valorização acumulada de 52% desde o início do ano.
No acumulado de 12 meses, porém, o Magalu perdeu mais da metade do valor de mercado na bolsa.
Entre os pontos positivos do balanço, a varejista anunciou o quinto lucro trimestral consecutivo, com aumento de rentabilidade e margem.
Veja os principais destaques do balanço do 4T24:
No entanto, mesmo com o resultado amplamente em linha com o esperado no quarto trimestre, nem todos os analistas estão otimistas com o Magazine Luiza ou dispostos a colocar as ações MGLU3 na carteira.
Leia Também
Na avaliação do JP Morgan, o Magazine Luiza (MGLU3) entregou uma série de resultados fracos para o quarto trimestre.
Apesar do avanço da rentabilidade, os analistas consideram que as tendências de receitas foram mais fracas que o antecipado no trimestre, com crescimento abaixo dos pares tanto online quanto offline, e com uma lucratividade aquém do previsto.
Além disso, a ausência de geração de fluxo de caixa da varejista preocupa o banco norte-americano. Nas contas dos analistas, houve uma queima de caixa de aproximadamente R$ 750 milhões no 4T24 e uma geração tímida de cerca de R$ 20 milhões no acumulado de 2024.
“Esperamos uma reação negativa no preço das ações devido às tendências pobres de fluxo de caixa e ao crescimento fraco das receitas”, projetou o banco.
O BTG Pactual também destaca um desempenho fraco do Magalu no e-commerce, apesar das operações em lojas físicas terem apresentado “números decentes”.
Para o banco, a rentabilidade da varejista foi outra vez o destaque do balanço e deve continuar nos próximos trimestres em meio ao cenário macroeconômico adverso, com altas taxas de juros e desaceleração econômica.
Os analistas preveem novas pressões daqui para frente, vindas do crescimento mais lento do GMV (volume bruto de mercadorias, indicador que mensura a performance de vendas) online devido à exposição a categorias altamente cíclicas, como eletrônicos e eletrodomésticos, e à perspectiva competitiva acirrada no canal online.
Além disso, as altas taxas de juros no Brasil devem bater diretamente nos resultados da Luizacred, a joint venture do Magalu e do Itaú Unibanco com foco em cartões de crédito, e levar a um alto custo de financiamento, impactando os resultados financeiros da varejista.
A XP Investimentos avalia o balanço do Magazine Luiza (MGLU3) no quarto trimestre como misto, com desempenho ainda fraco da receita, com desacelerando trimestral, mas com melhorias na margem Ebitda e geração de caixa.
Para os analistas, a maior alavancagem operacional e a Luizacred sustentaram a melhora da rentabilidade no 4T24.
O Goldman Sachs vê o resultado do 4T24 como “outro conjunto de indicadores em melhoria”, embora ligeiramente abaixo das expectativas devido ao crescimento das receitas menor que o esperado.
Os analistas também destacaram o avanço tímido do GMV no canal online do Magalu, de 1,1% no comparativo anual. A título de comparação, o Mercado Livre (MELI34) expandiu o volume bruto de mercadorias no Brasil em cerca de 32% no quarto trimestre.
O JP Morgan possui recomendação “underweight”, equivalente a venda, para o Magazine Luiza (MGLU3).
“Reconhecemos que os juros mais altos nos próximos trimestres devem pressionar o resultado final da empresa, mas os últimos trimestres mostraram melhores tendências de rentabilidade e fluxo de caixa, sustentando nossa recomendação de compra”, avaliou o BTG.
Na avaliação da XP, apesar do balanço misto, o Magalu é uma ação de risco elevado devido ao cenário macroeconômico deteriorado e ambiente competitivo agressivo, o que sustenta a recomendação neutra para os papéis MGLU3.
O Goldman Sachs também tem classificação neutra para o Magalu.
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira