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Chefes de Executivo estaduais apresentaram projetos ligados à energia limpa, descarbonização e inovação, de olho em investidores internacionais
No centro das discussões sobre o futuro econômico do Brasil, a transição energética ganhou protagonismo nas falas de chefes do Executivo estaduais em busca de investimentos estrangeiros.
Os governadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Goiás apresentaram projetos sustentáveis e destacaram o potencial de seus estados em energias renováveis, biocombustíveis e tecnologias verdes durante o Summit Brazil-USA, evento organizado pelo Valor Econômico.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que a transição energética será um dos pilares do desenvolvimento paulista.
Ele destacou o interesse estrangeiro em biocombustíveis produzidos a partir da cana-de-açúcar, como o etanol de primeira e segunda geração, além do biogás e biometano.
Tarcísio também chamou atenção para o potencial de produção de hidrogênio renovável a partir da reforma do etanol, reforçando o papel estratégico do estado como fornecedor de energia limpa.
Além do setor energético, o governador ressaltou o avanço de São Paulo na chamada economia do conhecimento, com investimentos em data centers e infraestrutura digital. Segundo ele, a oferta de energia limpa e barata, aliada à boa infraestrutura e mão de obra qualificada, torna o estado altamente competitivo para receber novos projetos ligados à inteligência artificial e inovação tecnológica.
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No Rio de Janeiro, o foco está na diversificação da matriz energética. O governador Claudio Castro anunciou o início dos testes da primeira planta de energia eólica offshore do Brasil. A expectativa é que o projeto se transforme em um marco no desenvolvimento de uma nova fronteira energética no país.
Castro também destacou investimentos significativos em obras de resiliência climática, com cerca de R$ 400 milhões aplicados anualmente em ações como a limpeza de rios e córregos e a contenção de encostas, medidas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.
O Espírito Santo saiu na frente ao anunciar um fundo inédito de descarbonização, que utilizará R$ 500 milhões do fundo soberano estadual, formado por royalties do petróleo.
De acordo com o governador Renato Casagrande, o fundo será aberto à participação de empresas, bancos e outros cotistas interessados em financiar a transição energética.
Casagrande também informou que o estado já destinou R$ 250 milhões a empresas com práticas ESG, reforçando o compromisso com um modelo econômico mais sustentável e ambientalmente responsável.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, destacou o avanço do estado na produção de etanol de segunda geração e a conversão da frota pública para o uso de biometano, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa.
Caiado ainda chamou atenção para a recente lei estadual de bioinsumos, que já atraiu cinco indústrias do setor para Goiás, incluindo uma adquirida por uma empresa americana.
De acordo com o governador, esse movimento reforça o papel do estado como referência nacional em tecnologia agroindustrial sustentável.
As falas dos governadores durante o Summit evidenciam uma tendência clara: o Brasil está se posicionando como um destino atrativo para investimentos sustentáveis, com projetos concretos em energias renováveis, infraestrutura verde e tecnologias de baixo carbono.
Com abundância de recursos naturais e uma matriz energética já majoritariamente limpa, o país tem potencial para liderar a economia verde nos próximos anos — especialmente se conseguir atrair o capital internacional disposto a financiar essa transição.
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