🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

SABIA OU NÃO SABIA?

Ata da Ambipar (AMBP3) contradiz versão oficial e expõe aval do conselho a operações com Deutsche Bank antes da crise

Documento não divulgado à CVM mostra que o conselho da Ambipar aprovou os contratos de swap com o Deutsche Bank; entenda

Camille Lima
Camille Lima
31 de outubro de 2025
8:33 - atualizado às 8:26
Caminhões da Ambipar (AMBP3)
Caminhões da Ambipar (AMBP3). - Imagem: Divulgação

O epicentro da crise que derrubou a Ambipar (AMBP3) pode não ter se formado como a companhia tenta convencer o mercado. Um documento interno da própria empresa, ao qual o Seu Dinheiro teve acesso, mostra que o acordo com o Deutsche Bank (DB) — apontado pela Ambipar como origem do colapso financeiro — teve aval do conselho de administração e do CEO, Tércio Borlenghi Junior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É o que mostra uma ata de reunião do próprio conselho da Ambipar, realizada em 27 de fevereiro de 2025, que não foi protocolada junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O documento revela que o colegiado aprovou formalmente e de forma unânime a realização de operações de troca de fluxos financeiros futuros, conhecidas como swaps, com o objetivo de proteger a companhia de riscos cambiais e de juros. 

As operações estavam vinculadas a uma emissão de green bonds de US$ 493 milhões com vencimento em 2033 — a mesma dívida que deu início à crise da Ambipar, segundo a empresa.

Além de autorizar os contratos de swap, o documento delegava plenos poderes à diretoria para “tomar todas as providências e praticar todos os atos necessários” à execução das operações e ratificava medidas já tomadas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ata traz as assinaturas de Borlenghi Junior, como presidente da mesa, e de Mauro Nakamura, então diretor jurídico da Ambipar, como secretário da reunião.

Leia Também

O detalhe é que o documento nunca foi tornado público, como exige a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Pela regra, atas de reuniões de conselho de administração devem ser divulgadas ao mercado em até sete dias úteis após sua realização — o que não ocorreu.

Ao Seu Dinheiro, a CVM afirmou que não comenta casos específicos, mas que "acompanha e analisa as informações prestadas pelas companhias abertas, tomando as medidas cabíveis sempre que necessário". Você confere a nota na íntegra mais abaixo.

Além disso, o documento vai exatamente na contramão do que alega a Ambipar, contradizendo a versão oficial de que o “culpado” pela crise toda seria o ex-diretor financeiro (CFO), João Arruda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que diz a Ambipar sobre os contratos de swap

Desde que a crise financeira veio à tona, a empresa tenta atribuir a origem do problema a “operações financeiras questionáveis” conduzidas por João Arruda enquanto ele ainda comandava a diretoria financeira da Ambipar.

O executivo deixou o cargo no fim de setembro, poucos dias antes de a crise na Ambipar explodir nos noticiários.

Segundo a Ambipar, Arruda teria transferido os contratos de swap do Bank of America (BofA) para o Deutsche Bank sem o aval do conselho ou do controlador. 

O problema veio com um aditivo contratual que vinculava o derivativo à performance dos próprios títulos. Quando o preço desses títulos verdes começou a cair, esse aditivo foi acionado. Imediatamente, o Deutsche Bank exigiu o depósito de garantias adicionais para cobrir a desvalorização.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As alterações, de acordo com a empresa, teriam modificado as garantias e exposto o grupo a “exigências excessivas de colaterais”, levando a um descompasso bilionário nas finanças da companhia.

A Ambipar estima que o efeito das mudanças estipuladas no aditivo poderia gerar um rombo superior a R$ 10 bilhões no caixa devido a um efeito-dominó de cobrança dos credores. Você confere os detalhes aqui. 

Em nota divulgada no início de outubro, a empresa afirmou que sua “saúde financeira era sólida” até o episódio envolvendo o então CFO.

A nova documentação, no entanto, enfraquece a tese de que o ex-executivo teria agido sozinho e sem o conhecimento dos órgãos de governança da Ambipar, já que o conselho aprovou a estrutura de hedge e delegou à diretoria a execução das operações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora a ata da reunião do conselho de 27 de fevereiro não tenha aprovado o aditivo contratual em si, ela conferiu "autorização e delegação de poderes à diretoria da companhia” — o que em tese liberaria os diretores a tomarem quaisquer decisões sobre o negócio, inclusive o controverso aditivo.

O que diz o Deutsche Bank sobre os swaps com a Ambipar

Em nota enviada ao Seu Dinheiro, o Deutsche Bank afirmou que “os swaps foram realizados totalmente de acordo com os padrões da indústria" e firmados a pedido da empresa. Segundo o banco, o aditivo foi celebrado para "ajudar a reduzir os custos de hedge da empresa".

"Os termos do aditivo foram transparentes para a empresa, amplamente revisados por seus representantes legais, e o contrato foi assinado pelos diretores estatutários Thiago da Costa Silva e Luciana Freire Barca Nascimento. As chamadas de margem solicitadas pelo Deutsche Bank foram motivadas principalmente pela variação cambial e de taxas de juros”, escreveu o Deutsche.

O que diz o ex-CFO

Ao Seu Dinheiro, o equipe jurídica do ex-diretor financeiro da Ambipar, coordenada pelo advogado David Rechulski, enviou um posicionamento afirmando que "as falsas acusações feitas pela empresa e seus representantes contra João Arruda desmoronaram com a divulgação da Ata Secreta".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O que estava em curso era um arremedo de tentativa de transformar João Arruda em “bode expiatório” de uma crise que, comprovadamente, não deu causa! Felizmente, contra fatos e documentos que provam a verdade, não há campanha de “Fake News” que resista! O 'bode expiatório' SAIU da sala!", disse a defesa de Arruda, em nota.

A equipe também diz que quem assinou o contrato de cessão entre o Bank of America e o Deutsche Bank não teria sido Arruda, mas sim Guilherme Borlenghi, filho do controlador e diretor estatutário da empresa.

Já o polêmico aditivo contaria com a assinatura dos diretores estatutários Thiago Silva e Luciana Barca, "ambos profissionais de confiança direta do controlador", ainda de acordo com a nota.

Na última semana, o ex-CFO da Ambipar entrou na Justiça com um pedido de busca e apreensão de documentos da empresa. O objetivo seria evitar uma eventual destruição de provas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em nota, Arruda justifica o pedido de urgência pelo “receio fundado em provável destruição de provas que desmascarariam a estratégia de narrativas falsas criadas contra si”.

No documento judicial, o executivo alega que a empresa tenta transformá-lo em “bode expiatório para proteger os verdadeiros responsáveis pela crise”.

O ex-CFO também enviou à Justiça a cópia de sua carta de renúncia ao cargo, em que afirmava que “atos relevantes vinham sendo conduzidos diretamente por Tércio Borlenghi e diretores próximos sob seu comando, sem a devida transparência, incluindo a realização de reuniões com bancos e credores, as quais não era chamado para participar”. 

A resposta da CVM

Embora a CVM não opine publicamente sobre situações específicas, a autarquia respondeu ao questionamento do Seu Dinheiro sobre a ata da Ambipar, referente a uma reunião de fevereiro, não ter sido divulgada ao mercado. Veja a nota na íntegra:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A CVM acompanha e analisa as informações prestadas pelas companhias abertas, tomando as medidas cabíveis sempre que necessário.

A Autarquia não comenta casos específicos.

Sem prejuízo do acima informado, quando da divulgação de informações, as companhias abertas devem seguir o disposto na Lei 6.404/1976, bem como nas Resoluções CVM 44, 80 e em sua Política de Divulgação.

Vale ressaltar que, de acordo com a Resolução CVM 80, as companhias abertas devem protocolar na CVM as atas de reuniões do conselho de administração que contenham deliberações destinadas a produzir efeitos perante terceiros, acompanhadas das eventuais manifestações encaminhadas pelos conselheiros, em até sete dias úteis contados da data de sua realização (Seção III, art. 33, inciso V, e art. 34, inciso V).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também devem ser encaminhadas as atas de reuniões do conselho fiscal que aprovaram pareceres, acompanhadas das manifestações eventualmente apresentadas pelos conselheiros, no prazo de até sete dias úteis contados da data de divulgação do ato ou fato objeto do parecer (Seção III, art. 33, inciso VI).

Além disso, conforme o Anexo A, art. 1º, inciso III, da mesma Resolução, deve ser enviada à CVM a ata da reunião do conselho de administração ou da assembleia geral que houver designado o Diretor de Relações com Investidores (DRI) ou documento equivalente, caso o emissor não seja constituído sob a forma de sociedade anônima.

Informações e orientações adicionais a respeito das responsabilidades na divulgação de informações relevantes podem ser verificadas no Ofício Circular Anual 2025 para companhias, disponível no site da CVM."

Ambipar em recuperação judicial

Enquanto o caso se desenrola, a empresa tenta reerguer-se oficialmente sob proteção judicial. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta quinta-feira (30), a 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro deferiu o pedido de recuperação judicial da Ambipar, dando início ao “stay period”, o prazo de 180 dias de blindagem contra credores.

Esse prazo pode ser prorrogado por mais 180 dias se o juiz entender que a retomada dos pagamentos pode comprometer as negociações do plano de recuperação.

Durante esse período, a companhia deve apresentar um plano detalhado de reestruturação financeira, incluindo prazos, condições e garantias para o pagamento das dívidas.

O Seu Dinheiro gravou um vídeo explicando de um jeito rápido e fácil o que aconteceu com a Ambipar:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Procurada pela reportagem, a Ambipar não havia retornado o contato até o momento de publicação desta matéria. O espaço segue aberto para resposta.

*Matéria atualizada para incluir a nota enviada pela CVM, pelo Deutsche Bank e pela equipe de defesa de João Arruda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ALERTA DE PERIGO

Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, é interditada pela ANP após vistoria detectar risco grave de incêndio

30 de janeiro de 2026 - 13:35

Companhia já vinha operando sob restrições desde outubro; no ano passado, a Refit foi alvo de operações da Polícia Federal, acusada de fazer parte de um grande esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro

MAIS UM RECORDE

Investimento global em transição energética fica acima de combustíveis fósseis pelo segundo ano consecutivo

30 de janeiro de 2026 - 12:19

A diferença entre os investimentos chegou a US$ 102 bilhões em 2025, acima do gap de US$ 85 bilhões registrado no ano anterior

NOVO IMPASSE

Oncoclínicas (ONCO3) e BRB travam queda de braço na Justiça por ações após crise do Banco Master

30 de janeiro de 2026 - 11:41

Após liquidação do Banco Master, rede de oncologia tenta impedir mudanças em fundos que concentram seus papéis; entenda

DECOLANDO DA BOLSA

Adeus, B3: CVM aprova OPA da Gol (GOLL54), que fechará capital; veja valor proposto

30 de janeiro de 2026 - 10:06

Por outro lado, a Abra, controladora da Gol e da colombiana Avianca, tem planos de abrir o capital nos Estados Unidos

NA MIRA DOS GIGANTES

CBA (CBAV3) muda de controle, terá OPA e pode deixar a bolsa após venda bilionária para gigantes do alumínio

30 de janeiro de 2026 - 9:39

Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio

JANELA ESCANDARADA PARA O BRASIL

O próximo brasileiro em Wall Street: Agibank protocola IPO e pode captar perto de US$ 1 bilhão em Nova York; confira os detalhes da operação

29 de janeiro de 2026 - 19:39

O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões

DEPOIS DO RALI

Nubank ganha espaço, Banco do Brasil perde fôlego: onde o Itaú BBA está apostando agora

29 de janeiro de 2026 - 19:32

Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta

AMBIÇÃO GLOBAL

Além da América Latina: Nubank (ROXO34) cruza a fronteira e avança para lançar banco nacional nos EUA

29 de janeiro de 2026 - 17:01

Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman

TANQUE CHEIO

Petrobras (PETR4) a todo vapor: ações sobem pela 10ª vez consecutiva e estatal supera R$ 500 bilhões em valor de mercado

29 de janeiro de 2026 - 16:13

A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira

LUZ NO FIM DO TÚNEL

Azul (AZUL53) assegura US$ 1,2 bilhão com apoio de credores e traça rota para sair do Chapter 11

29 de janeiro de 2026 - 14:47

A previsão é de que a companhia aérea cumpra com o cronograma que prevê a saída da recuperação judicial até o fim de fevereiro

PLANOS DA META

WhatsApp e Instagram pagos? Meta quer começar a cobrar por certas funções

29 de janeiro de 2026 - 14:33

A Meta começa a testar assinaturas nos seus principais aplicativos, mantendo o básico grátis, mas cobrando por controle e IA

AO LIMITE E ALÉM

Empreendedor deixa para trás um histórico de 65 cartões estourados e gera bilhões para sua família

29 de janeiro de 2026 - 13:00

Sem caixa nos anos 1990, Ravinder Sajwan bancou startups no crédito. Décadas depois, está por trás da UltraGreen, empresa de tecnologia médica que levantou US$ 400 milhões no maior IPO primário de Singapura fora do setor imobiliário em oito anos

SETOR FINANCEIRO

CEO da Revolut detalha a estratégia para enfrentar Nubank e bancos na disputa por clientes no Brasil

29 de janeiro de 2026 - 12:15

Em evento, o CEO Glauber Mota afirmou que o país exige outro jogo e força adaptação do modelo global

SANEAMENTO UNIVERSAL

Hora de comprar Copasa (CSMG3)? Empresa avança na privatização com proposta do governo de Minas Gerais; confira os detalhes

29 de janeiro de 2026 - 11:45

A proposta, que deverá ser aprovada por assembleia geral de acionistas, prevê que o governo possa vender até a totalidade de sua participação na empresa

TROCA ENTRE IRMÃOS

Mudança em família: Alpargatas (ALPA4), dona da Havaianas, elege João Moreira Salles como novo presidente do conselho de administração

29 de janeiro de 2026 - 10:47

No ultimo ano, as ações preferenciais (ALPA4) subiram quase 120% na bolsa, enquanto as ordinárias (ALPA3) se valorizaram mais de 80%

DEMANDA NAS ALTURAS

A seca acabou: PicPay estreia na Nasdaq com oferta de US$ 500 milhões e reabre a janela de IPOs de empresas brasileiras

29 de janeiro de 2026 - 9:05

Fintech estreia na Nasdaq no topo da faixa de preço, após demanda forte de investidores globais, e valor de mercado deve alcançar cerca de US$ 2,6 bilhões

OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO

Caso Banco Master: Toffoli devolve inquérito envolvendo Tanure à 1ª instância; entenda os detalhes da decisão

28 de janeiro de 2026 - 20:13

Decisão marca o primeiro processo da Operação Compliance Zero a retornar à base judicial; STF mantém apenas relatoria por prevenção

MUDANÇA DE ROTA

Amazon fecha lojas Fresh e Go nos EUA e abre caminho para expansão da rede Whole Foods

28 de janeiro de 2026 - 18:31

Com o encerramento de 70 lojas nos EUA, a gigante aposta em formatos híbridos e planeja abrir mais de 100 novas unidades da Whole Foods Market, incluindo o fortalecimento da versão compacta Daily Shop

CONFIANÇA REFORÇADA

Vale (VALE3) reafirma força operacional no 4T25 e ações chegam a subir mais de 2%

28 de janeiro de 2026 - 17:19

Produção de minério de ferro no quarto trimestre alcança 90,4 milhões de toneladas, alta de 6% na comparação anual; confira o que dizem os analistas sobre o relatório

TRIPULAÇÃO, CHEQUE DE PORTAS

Azul (AZUL53) mais perto do fim da recuperação judicial: aérea anuncia oferta de títulos de dívida

28 de janeiro de 2026 - 16:15

Com a emissão, a companhia irá financiar a saída da recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11). Ela não informou o valor da operação.

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar